Sindicato dos Trabalhadores em Postos de Combustíveis da Bahia
/ domingo, setembro 15, 2019
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Sinposba participa de curso de combate à violência sexual contra crianças e adolescentes

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Diretores do Sinposba, Edmilson Santos, Daniel Conceição e Márcio Sousa, participaram, quarta, 5 de junho, de reunião da Fetiba para discutir a participação no curso “Crescer sem Violência” e a seguinte  pauta: 1. Formação Canal Futura – dia 6 ou 7 de junho, 2. 12 de Junho – Feira de São Joaquim, 3. 19 de Junho – proposta de ação no CEASA/CIA, 4. Conselho Tutelar – propriedade nos Cartórios de Registro Civil, 5. Informes.

Nesta quinta, 6 de junho, os diretores do Sindicato participaram do Curso  “Crescer sem Violência” na sede do Cesat, em Salvador, de 8h às 17h . Na sexta-feira, 7 de junho, foi a vez do presidente Antonio do Lago fazer o curso na segunda turma.

O que é Crescer Sem Violência?

O Projeto Crescer Sem Violência tem como objetivo disseminar informações de qualidade e metodologias de enfrentamento às diferentes formas de violência sexual contra crianças e adolescentes. Mas como tratar este tema de modo informativo, atraente e sem expor crianças e adolescentes?

O projeto contempla produção de conteúdo em material pedagógico para as ações de enfrentamento nas diferentes partes do país com ações presenciais de capacitação de educadores e profissionais da rede de proteção à criança e ao adolescente. Crescer Sem Violência já foi premiado com o I Prêmio Neide Castanha de Direitos Humanos em 2011 na categoria Boas Práticas e o Prêmio TAL na categoria Grande destaque em 2016. Mais de 5.000 profissionais em mais de 400 municípios brasileiros já foram formados pelas ações do projeto, que já tratou de temas como o abuso e a exploração sexual.

Modelo de produção em diálogo
Contribuição de jovens, educadores, ONGs e órgãos de referência ligados ao combate das violências sexuais contra crianças e adolescentes.

Conteúdos
Conheça as três séries do Projeto Crescer Sem Violência

Crescer Sem Violência conta com as séries:

As narrativas fazem uso da linguagem lúdica para tratar de uma das mais graves violações de direitos humanos de crianças e adolescentes, previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), Lei nº 8.069, de 1990, e aprofundar os debates sobre o tema.

www.futura.org.br

 

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