{"id":11386,"date":"2020-01-13T14:18:05","date_gmt":"2020-01-13T17:18:05","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/?p=11386"},"modified":"2020-01-13T14:18:05","modified_gmt":"2020-01-13T17:18:05","slug":"preco-da-cesta-basica-subiu-na-maioria-das-capitais-mais-do-que-a-inflacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/2020\/01\/13\/preco-da-cesta-basica-subiu-na-maioria-das-capitais-mais-do-que-a-inflacao\/","title":{"rendered":"Pre\u00e7o da cesta b\u00e1sica subiu, na maioria das capitais, mais do que a infla\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>Em 2019, o valor da cesta b\u00e1sica aumentou em 16 das 17 capitais onde o Dieese realiza mensalmente os pre\u00e7os dos produtos. Valor do sal\u00e1rio m\u00ednimo deveria ser de R$ 4.342,57<\/p>\n<p>O valor dos produtos que comp\u00f5em a cesta b\u00e1sica subiu mais do que a infla\u00e7\u00e3o (4,31%), na compara\u00e7\u00e3o entre dezembro de 2018 e 2019,em 16 das 17 capitais , de acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta B\u00e1sica de Alimentos, do Departamento Intersindical de Estat\u00edstica e Estudos Socioecon\u00f4micos (Dieese).<\/p>\n<p>A maior alta foi registrada em Vit\u00f3ria, no Esp\u00edrito Santo (23,64%) seguida de Goi\u00e2nia, Goi\u00e1s (16,94%), Recife, Pernambuco, (15,63), e Natal, Rio Grande do Norte (12,41%). A menor varia\u00e7\u00e3o positiva ocorreu em Salvador, na Bahia (4,85%). Em Aracaju, Sergipe, o acumulado em 12 meses foi negativo (-1,89%).<\/p>\n<p>Entre novembro e dezembro de 2019, o valor da cesta subiu em todas as cidades, com destaque para Goi\u00e2nia (13,64%), Rio de Janeiro (13,51%) e Belo Horizonte (13,04%).<\/p>\n<p>Em dezembro \u00faltimo, o maior custo do conjunto de bens aliment\u00edcios b\u00e1sicos foi apurado no Rio de Janeiro (R$ 516,91), seguido por Florian\u00f3polis (R$ 511,70) e S\u00e3o Paulo (R$ 506,50). Os menores valores m\u00e9dios foram observados em Aracaju (R$ 351,97), Salvador (R$ 360,51) e Jo\u00e3o Pessoa (R$ 373,56).<\/p>\n<p><strong>Valor do sal\u00e1rio m\u00ednimo deveria ser de R$ 4.342,57<\/strong><\/p>\n<p>Segundo o Dieese, o valor do sal\u00e1rio m\u00ednimo deveria equivaler a R$ 4.342,57 ou 4,35 vezes o m\u00ednimo de R$ 998,00, para a manuten\u00e7\u00e3o de uma fam\u00edlia de quatro pessoas. Para chegar a este valor, o Dieese levou em conta os pre\u00e7os da cesta mais cara, que, em dezembro, foi a do Rio de Janeiro, e levando em considera\u00e7\u00e3o a determina\u00e7\u00e3o constitucional que estabelece que o sal\u00e1rio m\u00ednimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da fam\u00edlia dele com alimenta\u00e7\u00e3o,moradia, sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o, vestu\u00e1rio, higiene, transporte, lazer e previd\u00eancia.<\/p>\n<p><strong>Valor da cesta b\u00e1sica compromete mais horas de trabalho<\/strong><\/p>\n<p>Em dezembro de 2019, o tempo m\u00e9dio necess\u00e1rio trabalhado para adquirir os produtos da cesta b\u00e1sica foi de 97 horas e 42 minutos. Em dezembro de 2018, quando a pesquisa era feita em 18 capitais, a m\u00e9dia foi de 92 horas e 17 minutos &#8211; aumento de quase cinco horas.<\/p>\n<p>Quando se compara o custo da cesta e o sal\u00e1rio m\u00ednimo l\u00edquido, ou seja, ap\u00f3s o desconto referente \u00e0 Previd\u00eancia Social, verifica-se que o trabalhador remunerado pelo piso nacional comprometeu, em dezembro, 48,27%. Em \u00a0dezembro de 2018, quando a pesquisa era feita em 18 capitais, a m\u00e9dia foi de 45,59%.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.dieese.org.br\/analisecestabasica\/2019\/201912cestabasica.pdf\"><strong>Confira a \u00edntegra da pesquisa do Dieese, clicando aqui<\/strong><\/a><\/p>\n<p>www.cut.org.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 2019, o valor da cesta b\u00e1sica aumentou em 16 das 17 capitais onde o Dieese realiza mensalmente os pre\u00e7os dos produtos. 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