{"id":11848,"date":"2020-02-03T13:51:44","date_gmt":"2020-02-03T16:51:44","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/?p=11848"},"modified":"2020-02-03T13:51:44","modified_gmt":"2020-02-03T16:51:44","slug":"sem-direitos-desemprego-recua-levemente-ja-informalidade-salta-para-411-maior-taxa-desde-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/2020\/02\/03\/sem-direitos-desemprego-recua-levemente-ja-informalidade-salta-para-411-maior-taxa-desde-2016\/","title":{"rendered":"Sem direitos &#8211; Desemprego recua levemente, j\u00e1 informalidade salta para 41,1%, maior taxa desde 2016"},"content":{"rendered":"<p>Das 1,8 milh\u00e3o de vagas geradas em 2019, 446 foram sem carteira assinada e 958 por conta pr\u00f3pria. PNAD Continua do IBGE mostra tamb\u00e9m que taxa de subutiliza\u00e7\u00e3o foi de 23,0% no trimestre encerrado em dezembro<\/p>\n<p>A taxa m\u00e9dia de desemprego caiu de 12,3%, em 2018, para 11,9%, em 2019, mas o que mais aumentou foi a informalidade, que bateu novo recorde, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios Cont\u00ednua (PNAD Cont\u00ednua), divulgada nesta sexta-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<\/p>\n<p>Das 1,8 milh\u00e3o de vagas geradas em 2019, 446 mil foram\u00a0<strong>sem carteira assinada<\/strong>; e a maior parte, 958 mil, s\u00e3o ocupa\u00e7\u00f5es de trabalhadores\u00a0<strong>por conta pr\u00f3pria<\/strong>, dos quais 586 mil sem CNPJ.<\/p>\n<p>No trimestre encerrado em dezembro,\u00a0<strong>12,6 milh\u00f5es de trabalhadores e trabalhadoras estavam desempregados.<\/strong>\u00a0O n\u00famero recuou levemente em rela\u00e7\u00e3o a 2018 (1,7%), mas se comparado com o menor dado da s\u00e9rie, registrado em 2014, quando o pa\u00eds registrou 6,8 milh\u00f5es de desempregados, quase dobrou, crescendo 87,7% em cinco anos.<\/p>\n<p><strong>Informalidade \u00e9 a maior desde 2016<\/strong><\/p>\n<p>A informalidade atingiu 41,1% da popula\u00e7\u00e3o ocupada, o equivalente a 38,4 milh\u00f5es de trabalhadores. Este \u00e9 o maior contingente de informais desde 2016.<\/p>\n<p>Informais s\u00e3o trabalhadores sem carteira, trabalhadores dom\u00e9sticos sem carteira, empregador sem CNPJ, conta pr\u00f3pria sem CNPJ e trabalhador familiar auxiliar.<\/p>\n<p><strong>Os sem carteira<\/strong><\/p>\n<p>&#8211; o setor privado contratou 11,6 milh\u00f5es de trabalhadores &#8211; exceto empregados dom\u00e9sticos &#8211; sem carteira assinada, em 2019 (o aumento foi de 4% em rela\u00e7\u00e3o a 2018 e \u00e9 o mais alto patamar da s\u00e9rie hist\u00f3rica iniciada em 2012).<\/p>\n<p><strong>Por conta pr\u00f3pria<\/strong><\/p>\n<p>&#8211; no trimestre encerrado em dezembro, a PNAD registrou um total de 24,6 milh\u00f5es de trabalhadores atuando por conta pr\u00f3pria. A maior parte desses trabalhadores, 19,3 milh\u00f5es, n\u00e3o tinham CNPJ.<\/p>\n<p>S\u00e3o 3,9 milh\u00f5es a mais de trabalhadores por conta pr\u00f3pria desde 2012.<\/p>\n<p>Na compara\u00e7\u00e3o com 2018, o aumento foi de 4,1% (958 mil).<\/p>\n<p><strong>Subutiliza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>O total da popula\u00e7\u00e3o subutilizada na for\u00e7a de trabalho, que inclui trabalhadores \u00a0subocupados por insufici\u00eancia de horas trabalhadas ou na for\u00e7a de trabalho potencial -, chegou a 27,6 milh\u00f5es em 2019, o maior valor da s\u00e9rie e 79,3% acima do menor patamar (15,4 milh\u00f5es), apurado em 2014.<\/p>\n<p><strong>Trabalho dom\u00e9stico<\/strong><\/p>\n<p>O n\u00famero de trabalhadores dom\u00e9sticos chegou a 6,3 milh\u00f5es, permanecendo praticamente est\u00e1vel em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 estimativa de 2018 (6,2 milh\u00f5es). Mas o n\u00famero de pessoas com carteira assinada caiu 3%, de 1,819 milh\u00e3o para 1,764 milh\u00e3o, enquanto o contingente sem carteira assinada manteve-se est\u00e1vel, somando 4,5 milh\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Emprego com carteira assinada<\/strong><\/p>\n<p>O maior destaque foi o aumento de 1,8% no contingente de empregados no setor privado com carteira assinada, em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre anterior, atingindo 33,7 milh\u00f5es; enquanto o n\u00famero de trabalhadores sem carteira assinada permaneceu est\u00e1vel, com 11,9 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>No confronto com o trimestre de outubro a dezembro de 2018, houve expans\u00e3o de 2,2% no n\u00famero de trabalhadores com carteira (acr\u00e9scimo de 726 mil pessoas); e de 3,2%, no de trabalhadores sem carteira representando um adicional estimado de 367 mil pessoas.<\/p>\n<p>Confira\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/agenciadenoticias.ibge.gov.br\/agencia-sala-de-imprensa\/2013-agencia-de-noticias\/releases\/26740-pnad-continua-taxa-de-desocupacao-e-de-11-0-e-taxa-de-subutilizacao-e-de-23-0-no-trimestre-encerrado-em-dezembro\">aqui<\/a><\/strong>\u00a0mais dados da pesquisa.<\/p>\n<p>www.cut.org.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Das 1,8 milh\u00e3o de vagas geradas em 2019, 446 foram sem carteira assinada e 958 por conta pr\u00f3pria. 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