{"id":15215,"date":"2020-07-08T14:19:06","date_gmt":"2020-07-08T17:19:06","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/?p=15215"},"modified":"2020-07-08T14:19:06","modified_gmt":"2020-07-08T17:19:06","slug":"vetos-de-bolsonaro-na-mp-936-prejudica-trabalhador-e-favorece-empresarios-entenda","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/2020\/07\/08\/vetos-de-bolsonaro-na-mp-936-prejudica-trabalhador-e-favorece-empresarios-entenda\/","title":{"rendered":"Vetos de Bolsonaro na MP 936 prejudica trabalhador e favorece empres\u00e1rios. Entenda"},"content":{"rendered":"<p><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-15218 alignright\" src=\"https:\/\/www.sinposba.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/systemuploadsnews88445e9b452841ab6c5-700x460xfit-5ecf8-300x197.jpg\" alt=\"\" width=\"369\" height=\"242\" srcset=\"https:\/\/www.sinposba.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/systemuploadsnews88445e9b452841ab6c5-700x460xfit-5ecf8-300x197.jpg 300w, https:\/\/www.sinposba.org.br\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/systemuploadsnews88445e9b452841ab6c5-700x460xfit-5ecf8.jpg 700w\" sizes=\"auto, (max-width: 369px) 100vw, 369px\" \/>Apesar dos acordos entre Congresso, sindicatos e representantes do pr\u00f3prio governo, Bolsonaro n\u00e3o respeitou decis\u00f5es que mudavam parte da MP n\u00ba 936 e vetou benef\u00edcios aos trabalhadores<\/strong><\/p>\n<p><strong>O QUE \u00c9 ULTRATIVIDADE &#8211; A ultratividade, com vig\u00eancia at\u00e9 31 de dezembro, foi inclu\u00edda na MP por sugest\u00e3o das centrais sindicais acatada pelos parlamentares. Era uma garantia de que enquanto persistir a pandemia os benef\u00edcios previstos em conven\u00e7\u00e3o ou acordo cujo prazo se esgota por essas dias cr\u00edticos ser\u00e3o mantidos.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Jair Bolsonaro (ex-PSL) n\u00e3o \u00e9 um homem de palavra.<\/strong> Ele n\u00e3o respeita os acordos previamente estabelecidos com representantes do seu pr\u00f3prio governo, o Congresso e as lideran\u00e7as da CUT e demais centrais sindicais. Prova disto s\u00e3o os vetos que fez no texto aprovado por unanimidade por deputados federais e senadores, da Medida Provis\u00f3ria (MP) n\u00ba 936, que se transformou na Lei n\u00ba 14.020\/2020.<\/p>\n<p>Para incluir na MP do \u201cPrograma Emergencial de Manuten\u00e7\u00e3o do Emprego e da Renda\u201d mudan\u00e7as consideradas essenciais para proteger o trabalhador e a trabalhadora durante a pandemia do novo coronav\u00edrus (Covid-19) houve uma s\u00e9rie de reuni\u00f5es virtuais para se chegar a um acordo entre todas as partes envolvidas. Mas, como sempre, Bolsonaro aprovou o que beneficia os empres\u00e1rios em detrimento da classe trabalhadora.<\/p>\n<p>Os vetos s\u00e3o um contrassenso com tudo o que foi dialogado com a CUT, as demais centrais, o Minist\u00e9rio P\u00fablico do Trabalho (MPT), a Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Magistrados da Justi\u00e7a do Trabalho (Anamatra) e o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait), e outras entidades civis organizadas, critica o secret\u00e1rio de Assuntos Jur\u00eddicos da CUT Nacional, Valeir Ertle.<\/p>\n<p><strong>Entenda os vetos de Bolsonaro<\/strong><\/p>\n<p>Entre os vetos presidenciais est\u00e1 o que permitiria aos trabalhadores sem direito ao seguro-desemprego, dispensados sem justa causa durante a pandemia, acesso ao aux\u00edlio emergencial de R$ 600,00 por tr\u00eas meses contados da data da demiss\u00e3o.<\/p>\n<p>Bolsonaro tamb\u00e9m retirou do texto a permiss\u00e3o para que o trabalhador que tinha direito \u00e0 \u00faltima parcela do seguro-desemprego nos meses de mar\u00e7o ou abril de 2020 recebesse o aux\u00edlio emergencial. Protegia, portanto, o desempregado, em face da impossibilidade de conseguir sair da situa\u00e7\u00e3o em que se encontra em plena pandemia.<\/p>\n<p>Outro veto prejudicial aos trabalhadores foi ao artigo 17, item IV, que estabelecida a ultratividade, ou seja, a possibilidade de manuten\u00e7\u00e3o das cl\u00e1usulas de acordos e conven\u00e7\u00f5es coletivas, mesmo que os prazos de validade tenham vencido durante a pandemia. Isso significa que a garantia dos benef\u00edcios nos acordos ficar\u00e1 a crit\u00e9rio do empregador.<\/p>\n<p>\u201cA ultratividade \u00e9 o principal instrumento normativo que valoriza as negocia\u00e7\u00f5es e impede que todos os anos as partes tenham que recome\u00e7ar do zero\u201d, esclarece Valeir.<\/p>\n<p>O advogado trabalhista Ricardo Quintas Ribeiro, do escrit\u00f3rio LBS, aponta outro veto presidencial que, de acordo com ele, seria importante manter no texto que foi \u00e0 san\u00e7\u00e3o: a ajuda compensat\u00f3ria mensal, tido como ferramenta essencial, em especial, entre as categorias das trabalhadoras e trabalhadores dom\u00e9sticos e os rurais.<\/p>\n<p>O texto vetado autorizava a dedu\u00e7\u00e3o no imposto de renda de quem desse uma\u00a0 ajuda compensat\u00f3ria aos trabalhadores. Por exemplo, uma fam\u00edlia que esteja arcando com o sal\u00e1rio da empregada dom\u00e9stica, sem ela ir ao trabalho, para se manter em distanciamento social e evitar a contamina\u00e7\u00e3o e propaga\u00e7\u00e3o do coronav\u00edrus , poderia deduzir do imposto de renda o valor pago como ajuda compensat\u00f3ria \u00e0 trabalhadora.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 importante que se diga que esta MP impacta fortemente a classe m\u00e9dia brasileira, ao dificultar-lhe o acesso aos benef\u00edcios previstos na lei, em preju\u00edzo daqueles assalariados que lhes prestam servi\u00e7os. Perde-se, assim, importante meio de incentivo \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o do trabalho dom\u00e9stico e rural, durante o per\u00edodo da emerg\u00eancia sanit\u00e1ria\u201d, afirma o advogado, que lan\u00e7ou uma\u00a0<a href=\"https:\/\/www.lbs.adv.br\/covid-19\/eu-nao-consigo-respirar-vetos-ao-texto-da-mp-no-936-20-aprovado-pelo-congresso-esganam-ainda-mais-os-trabalhadores\"><strong>nota<\/strong><\/a>\u00a0sobre os pontos que considera mais importantes vetados por Bolsonaro.<\/p>\n<p><strong>Congresso pode derrubar vetos de Bolsonaro<\/strong><\/p>\n<p>Apesar do prazo ex\u00edguo para derrubar o veto presidencial, j\u00e1 que o Congresso Nacional deve entrar em recesso na pr\u00f3xima semana, \u00a0todas as for\u00e7as de defesa do trabalhador devem se voltar para derrub\u00e1-lo, defende Valeir Ertle.<\/p>\n<p>\u201cEsta MP foi a que mais envolveu for\u00e7as e articula\u00e7\u00f5es, durante dias com a C\u00e2mara e o Senado. Os vetos de Bolsonaro s\u00e3o um desrespeito imenso ao Congresso Nacional\u201d, critica.<\/p>\n<blockquote class=\"dd-blockquote\"><p>Bolsonaro n\u00e3o tem um m\u00ednimo comprometimento social, \u00e9 insens\u00edvel \u00e0s necessidades das pessoas vulner\u00e1veis e dos trabalhadores nesta\u00a0 pandemia. \u00c9 um governo que s\u00f3 pensa nos empres\u00e1rios<\/p>\n<footer>&#8211; Valeir Ertle<\/footer>\n<\/blockquote>\n<p>www.cut.org.br<\/p>\n<h3>Conhe\u00e7a os vetos e a ultratividade que beneficia patronato e amea\u00e7a conquistas da classe trabalhadora<\/h3>\n<p><strong>O presidente Bolsonaro vetou a ultratividade dos acordos e conven\u00e7\u00f5es coletivas de trabalho ao sancionar a Lei 14.020\/2020 (em que se transformou a Medida Provis\u00f3ria 936) que permite a redu\u00e7\u00e3o de sal\u00e1rios e jornada durante a pandemia do coronav\u00edrus e foi aprovada recentemente pelo Congresso Nacional. \u201cOs trabalhadores ser\u00e3o duramente afetados\u201d, afirmou o advogado Magnus Farkatt, assessor jur\u00eddico da CTB.<\/strong><\/p>\n<p>A ultratividade, com vig\u00eancia at\u00e9 31 de dezembro, foi inclu\u00edda na MP por sugest\u00e3o das centrais sindicais acatada pelos parlamentares. Era uma garantia de que enquanto persistir a pandemia os benef\u00edcios previstos em conven\u00e7\u00e3o ou acordo cujo prazo se esgota por essas dias cr\u00edticos ser\u00e3o mantidos.<\/p>\n<p><strong>Riscos para as categorias<\/strong><\/p>\n<p>\u201cNa verdade \u00e9 muito dif\u00edcil mobilizar as categorias para negociar acordos e conven\u00e7\u00f5es coletivas durante a pandemia\u201d, comentou Farkatt. \u201cO m\u00e1ximo que se consegue nessas condi\u00e7\u00f5es \u00e9 uma mobiliza\u00e7\u00e3o circunscrita \u00e0s redes sociais, que s\u00e3o limitadas e reduzem o poder de press\u00e3o da classe trabalhadora\u201d.<\/p>\n<p>Como consequ\u00eancia pr\u00e1tica, \u201c\u00e9 muito prov\u00e1vel que as categorias fiquem sem acordo e conven\u00e7\u00e3o em fun\u00e7\u00e3o dessas dificuldades\u201d, agrega o assessor da CTB. Ele lembra que a ultratividade \u00e9 prevista tamb\u00e9m na MP 927, que tramita no Senado, mas como uma d\u00e1diva do empregador.<\/p>\n<p><strong>Mais um golpe<\/strong><\/p>\n<p>\u201cVeja a malandragem do Bolsonaro. Ele retirou uma conquista absolutamente ben\u00e9fica que era a renova\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica dos acordos e conven\u00e7\u00f5es coletivas e estabelece que a crit\u00e9rio do empregador a ultratividade pode ser assegurada. As MPs 927 e 936 foram concebidas a partir do princ\u00edpio de que todo o poder e todos os benef\u00edcios t\u00eam de ser atribu\u00eddos ao empregador\u201d, criticou Magnus Farkatt.<\/p>\n<p>Por seu turno, o presidente da CTB, Adilson Ara\u00fajo, classificou o veto de \u201cmais um golpe contra a classe trabalhadora e a organiza\u00e7\u00e3o sindical. J\u00e1 somos castigados pelos efeitos da crise sanit\u00e1ria e econ\u00f4mica e o governo se empenha em impor sacrif\u00edcios extras \u00e0 nossa classe, liquidando garantias, conquistas e direitos trabalhistas\u201d.<\/p>\n<p>\u201cVamos continuar lutando contra o retrocesso e pela dignidade dos trabalhadores. Esta \u00e9 mais uma raz\u00e3o para intensificar nossa luta pelo Fora Bolsonaro e prestigiar os atos que ser\u00e3o realizados pelas centrais nesta\u00a0<a href=\"https:\/\/ctb.org.br\/movimento-trabalhista\/centrais-sindicais-fazem-ato-em-frente-ao-ministerio-da-economia-nesta-quarta-as-11h\/\">quarta<\/a>\u00a0(8) e, junto com os movimentos sociais, na pr\u00f3xima\u00a0<a href=\"https:\/\/ctb.org.br\/noticias\/brasil\/centrais-e-movimentos-sociais-convocam-dia-do-fora-bolsonaro\/\">sexta<\/a>\u00a0(10)\u201d, conclamou.<\/p>\n<p><strong>Alternativas<\/strong><\/p>\n<p>Uma alternativa do movimento sindical ser\u00e1 recorrer ao Poder Judici\u00e1rio, ponderou o advogado, embora at\u00e9 esta via seja complicada porque o TST tem jurisprud\u00eancia consolidada estabelecendo que a instaura\u00e7\u00e3o de diss\u00eddio coletivo de natureza econ\u00f4mica est\u00e1 condicionada a comum acordo entre patr\u00f5es e empregados. Mesmo assim, \u00e9 uma alternativa que ter\u00e1 de ser pensada e explorada.<\/p>\n<p>O veto tamb\u00e9m pode ser derrubado pela C\u00e2mara dos Deputados e pelo Senado Federal em sess\u00e3o conjunta no prazo de 30 dias a partir da publica\u00e7\u00e3o da lei. Isto requer maioria absoluta, o que significa 257 votos na C\u00e2mara e 41 no Senado. N\u00e3o \u00e9 tarefa f\u00e1cil, mas o movimento sindical tem que pressionar o Parlamento e trabalhar neste sentido.<\/p>\n<p><strong>Vetos<\/strong><\/p>\n<p><strong>Al\u00e9m da ultratividade, Bolsonaro vetou outros itens da nova lei. Veja:<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>artigo 9\u00ba, par\u00e1grafo 1\u00ba, inciso VI, al\u00edneas b, c e d: ampliava o rol de hip\u00f3teses de exclus\u00e3o de incid\u00eancia tribut\u00e1ria. Pela justificativa, o artigo vai contra a Constitui\u00e7\u00e3o Federal, que veda instituir tratamento desigual entre contribuintes que se encontrem em situa\u00e7\u00e3o equivalente, proibida qualquer distin\u00e7\u00e3o em raz\u00e3o de ocupa\u00e7\u00e3o profissional ou fun\u00e7\u00e3o por eles exercida, independentemente da denomina\u00e7\u00e3o jur\u00eddica dos rendimentos, t\u00edtulos ou direitos;<\/li>\n<li>artigo 17: nesse trecho o presidente alegou que o artigo contrariava o interesse p\u00fablico, que o veto visa incentivar a negocia\u00e7\u00e3o, a valoriza\u00e7\u00e3o da autonomia das partes e a promo\u00e7\u00e3o do desenvolvimento das rela\u00e7\u00f5es de trabalho;<\/li>\n<li>artigo 27: previa que o indiv\u00edduo desempregado, sem direito ao seguro-desemprego, obtivesse pagamento de tr\u00eas parcelas no valor de R$600. Segundo a justificativa,\u00a0o benef\u00edcio viola o artigo 113 do Ato das Disposi\u00e7\u00f5es Constitucionais Transit\u00f3rias (ADCT);<\/li>\n<li>artigo 28: segundo justificativa do Planalto, contrariava o interesse p\u00fablico por conferir tratamento distinto entre os diversos tipos de desempregados de forma injustificada, apenas considerando os que receberam a \u00faltima parcela de seguro desemprego entre mar\u00e7o e abril;<\/li>\n<li>artigo 30: de acordo com o feto, o artigo viola o princ\u00edpio democr\u00e1tico e do devido processo legislativo;<\/li>\n<li>artigos 32 e 37: segundo o veto presidencial, os trechos abarcavam mat\u00e9ria estranha e sem a necess\u00e1ria pertin\u00eancia tem\u00e1tica estrita ao objeto original da medida provis\u00f3ria submetida \u00e0 convers\u00e3o, violando o princ\u00edpio democr\u00e1tico e do devido processo legislativo, bem como acarretavam ren\u00fancia de receita, o que violava o artigo 113 do Ato das Disposi\u00e7\u00f5es Constitucionais Transit\u00f3rias (ADCT), a Lei de Responsabilidade Fiscal, bem como a Lei de Diretrizes Or\u00e7ament\u00e1rias para 2020;<\/li>\n<li>artigos 33, 34 e 36: de acordo com a justificativa do Planalto, os dispositivos elevavam um ponto percentual da al\u00edquota da Cofins-Importa\u00e7\u00e3o e se relacionava diretamente ao artigo 33, que prorrogava a vig\u00eancia da contribui\u00e7\u00e3o previdenci\u00e1ria sobre receita bruta, tendo em vista a necessidade de equival\u00eancia de tratamento entre produtos nacionais e importados. Acarretariam ren\u00fancia de receita sem o cancelamento equivalente de outra despesa obrigat\u00f3ria e sem que esteja acompanhada de estimativa do seu impacto or\u00e7ament\u00e1rio e financeiro, o que tamb\u00e9m viola o artigo 113 do Ato das Disposi\u00e7\u00f5es Constitucionais Transit\u00f3rias (ADCT), o artigo 14 da Lei de Responsabilidade Fiscal, bem como o artigo 114 da Lei de Diretrizes Or\u00e7ament\u00e1rias para 2020;<\/li>\n<li>artigo 35: o trecho previa que os d\u00e9bitos trabalhistas em sede, conven\u00e7\u00e3o ou acordo coletivo, senten\u00e7a normativa ou cl\u00e1usula contratual, seriam atualizados monetariamente com base na remunera\u00e7\u00e3o adicional dos dep\u00f3sitos de poupan\u00e7a (Taxa Referencial). Pela justificativa, os artigos contrariavam o interesse p\u00fablico por estar em descompasso e incoerente com o sistema de atualiza\u00e7\u00e3o de d\u00e9bitos trabalhistas consolidado por interm\u00e9dio do artigo 879, par\u00e1grafo 7\u00ba, da Consolida\u00e7\u00e3o das Leis do Trabalho (CLT).<\/li>\n<\/ul>\n<p>www.ctb.org.br<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apesar dos acordos entre Congresso, sindicatos e representantes do pr\u00f3prio governo, Bolsonaro n\u00e3o respeitou decis\u00f5es que mudavam parte da MP n\u00ba 936 e vetou benef\u00edcios aos trabalhadores O QUE \u00c9 ULTRATIVIDADE &#8211; A ultratividade, com vig\u00eancia at\u00e9 31 de dezembro, foi inclu\u00edda na MP por sugest\u00e3o das centrais sindicais acatada pelos parlamentares. 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