{"id":16817,"date":"2020-10-15T22:17:50","date_gmt":"2020-10-16T01:17:50","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/?p=16817"},"modified":"2020-10-15T22:17:50","modified_gmt":"2020-10-16T01:17:50","slug":"na-semana-da-alimentacao-a-luta-e-contra-a-fome-que-aumenta-no-brasil-e-no-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/2020\/10\/15\/na-semana-da-alimentacao-a-luta-e-contra-a-fome-que-aumenta-no-brasil-e-no-mundo\/","title":{"rendered":"Na Semana da Alimenta\u00e7\u00e3o, a luta \u00e9 contra a fome que aumenta no Brasil e no mundo"},"content":{"rendered":"<p><strong>Entidades dos movimentos sindical e popular debatem, apresentam propostas de pol\u00edticas consistentes e lutam contra a volta da fome no pa\u00eds<\/strong><\/p>\n<p>Na Semana Mundial da Alimenta\u00e7\u00e3o, os movimentos sindical e popular do Brasil fazem uma a\u00e7\u00f5es nas redes pela soberania alimentar, nesta quinta-feira (15),\u00a0 divulgam um manifesto alertando a sociedade e as autoridades sobre a gravidade da situa\u00e7\u00e3o, criticam a volta da fome no pa\u00eds, sugerem medidas para acabar com este drama nacional e realizam uma live, nesta sexta-feira (16), Dia Mundial da Alimenta\u00e7\u00e3o, para discutir seguran\u00e7a alimentar.<\/p>\n<p>Participam das a\u00e7\u00f5es da Semana Mundial da Alimenta\u00e7\u00e3o representantes da \u00a0Via Campesina Brasil, das frente Brasil Popular e Povo Sem Medo, movimentos e organiza\u00e7\u00f5es do Campo Unit\u00e1rio por Terra Trabalho e Dignidade, F\u00f3rum das Centrais Sindicais e o Renda B\u00e1sica.<\/p>\n<p><strong>O manifesto<\/strong><\/p>\n<p>No manifesto, as entidades fazem propostas concretas para acabar com a fome no pa\u00eds, como a cria\u00e7\u00e3o de um Programa de Renda B\u00e1sica Permanente, de um Programa de Produ\u00e7\u00e3o de Alimentos Saud\u00e1veis, a derrubada dos vetos \u00e0 Lei Assis Carvalho, cria\u00e7\u00e3o de Programas de Compra de Alimentos com doa\u00e7\u00e3o a quem precisa, Programa de Gera\u00e7\u00e3o de Empregos, Abastecimento de \u00c1gua e Valoriza\u00e7\u00e3o do Sal\u00e1rio M\u00ednimo.\u00a0<em>Confira o documento no final do texto.<\/em><\/p>\n<p>Foi justamente uma pol\u00edtica consistente de transfer\u00eancia de renda, aliada a aumentos expressivos do sal\u00e1rio m\u00ednimo, est\u00edmulo ao consumo interno com expans\u00e3o e barateamento do cr\u00e9dito, acesso ampliado a moradia, \u00e0 sa\u00fade e \u00e0 educa\u00e7\u00e3o que a<a href=\"http:\/\/www.brasildamudanca.com.br\/inclusao-social\/combate-desigualdade-comecou-com-eliminacao-da-fome\">judaram o Brasil a reduzir a desigualdade social e tirou o pa\u00eds do Mapa da Fome nos governos Lula e Dilma<\/a>.<\/p>\n<p><strong>Luta contra a fome<\/strong><\/p>\n<p>Em todo o mundo, entidades realizam a\u00e7\u00f5es a partir desta quinta com o objetivo e lutar pelo fim da fome, justamente no ano em que a pandemia do novo coronav\u00edrus (Covid-19), arrasou economias de v\u00e1rios pa\u00edses e a fome est\u00e1 atingindo milh\u00f5es de pessoas.<\/p>\n<p>O Dia Mundial da Alimenta\u00e7\u00e3o, criado pela Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Alimenta\u00e7\u00e3o e Agricultura (FAO), em 1945, deveria comemorar a \u00a0erradica\u00e7\u00e3o da fome, o acesso \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel por todos e todas, mas \u00a0a quantidade de pessoas que passam fome no planeta est\u00e1 aumentando cada vez mais.<\/p>\n<p>Segundo a FAO, o mundo tem mais de 800 milh\u00f5es de famintos. Isso significa que a meta tra\u00e7ada pela ONU na agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustent\u00e1vel, que era reduzir a zero a fome no mundo, est\u00e1 longe de ser alcan\u00e7ada.<\/p>\n<p>Apesar deste diagn\u00f3stico, a FAO adotou como lema deste ano \u201cNossas a\u00e7\u00f5es s\u00e3o nosso futuro. Um mundo #FomeZero para 2030 \u00e9 poss\u00edvel\u201d.<\/p>\n<p>No 45\u00ba Plen\u00e1rio do Comit\u00ea de Seguran\u00e7a Alimentar das Na\u00e7\u00f5es Unidas, realizado este m\u00eas em Roma, a FAO apresentou dados mostrando como a desigualdade contribui para esse quadro tr\u00e1gico. Segundo a entidade, a cada oito pessoas no mundo, duas t\u00eam sobrepeso ou j\u00e1 se encontram em grau de obesidade, tornando-se um problema de sa\u00fade p\u00fablica. J\u00e1 outras t\u00eam acesso a poucos alimentos e de m\u00e1 qualidade nutricional, apresentando problemas de desnutri\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>De acordo com as organiza\u00e7\u00f5es do Mecanismo da Sociedade Civil, as pol\u00edticas de desenvolvimento sustent\u00e1vel, aliadas \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de alimentos saud\u00e1veis e o acesso das popula\u00e7\u00f5es mais carentes a alimentos de boa qualidade nutricional s\u00e3o as sa\u00eddas para resolver esse drama mundial.<\/p>\n<p><strong>Confira a \u00edntegra do manifesto popular contra a fome<\/strong><\/p>\n<p><strong>MANIFESTO POPULAR<\/strong><\/p>\n<p><strong>Contra a fome e pelo direito de se alimentar bem<\/strong><\/p>\n<p><em>Metade da humanidade n\u00e3o come; e a outra metade n\u00e3o dorme, com medo da que n\u00e3o come&#8221;. CASTRO, Josu\u00e9 de. Geografia da fome.<\/em><\/p>\n<p>A pandemia escancarou as consequ\u00eancias da crise do capital sobre a vida dos trabalhadores e trabalhadoras. Essa crise, pol\u00edtica, econ\u00f4mica, social e ambiental, n\u00e3o \u00e9 provocada por n\u00f3s, mas pelas empresas do capital e por um estado empresarial, repressor. Mas somos n\u00f3s que pagamos a conta e sofremos as consequ\u00eancias.<\/p>\n<p>Somos mais de 13 milh\u00f5es de desempregados e cerca de 40 milh\u00f5es de pessoas que vivem do trabalho informal ou trabalho prec\u00e1rio. O Brasil voltou para o Mapa da Fome, em decorr\u00eancia de gest\u00f5es que ignoram as necessidades reais do povo e para garantir os lucros exorbitantes do capital que n\u00e3o tem p\u00e1tria e menos ainda senso de humanidade. As exporta\u00e7\u00f5es dos produtos brasileiros nada t\u00eam a ver com a solidariedade aos povos de outros pa\u00edses, sen\u00e3o a gan\u00e2ncia, mesmo que falte o que comer ao povo brasileiro.<\/p>\n<p>Esse \u00e9 o quadro que coloca os mais pobres de volta \u00e0 fome e tamb\u00e9m traz problemas para os setores m\u00e9dios, pois o pre\u00e7o dos alimentos tem aumentado de forma assustadora, j\u00e1 que o agroneg\u00f3cio produz\u00a0<em>commodities<\/em>, os supermercados especulam com a fome e as empresas promovem o uso de comidas artificiais que s\u00f3 deixam a popula\u00e7\u00e3o adoecida.<\/p>\n<p>Em 2018 \u2013 dois anos p\u00f3s o golpe ao governo Dilma Rousseff \u2013 o Brasil j\u00e1 contabilizava 10,3 milh\u00f5es de brasileiros e de brasileiras em situa\u00e7\u00e3o de pobreza ou de extrema pobreza (segundo dados do IBGE), e esta fome n\u00e3o esta somente na cidade. Esses n\u00fameros j\u00e1 s\u00e3o infinitamente maiores e imaginemos como estar\u00e1 o povo pobre no pr\u00f3ximo per\u00edodo sujeito \u00e0 alta no pre\u00e7o dos alimentos.<\/p>\n<p>A falta de controle de estoque de alimentos regulado pelo Estado, a exist\u00eancia de um Plano Safra exclusivo para o agroneg\u00f3cio, bem como os vetos \u00e0s medidas de apoio e fortalecimento da Agricultura Familiar e Camponesa, que \u00e9 respons\u00e1vel em produzir comida de verdade, \u00e9 o que tem piorado a situa\u00e7\u00e3o de fome no Brasil<\/p>\n<p>A crueldade das empresas e ind\u00fastrias de alimentos est\u00e1 presente em todos os lugares, do campo, das \u00e1guas, florestas e da cidade. Seja na introdu\u00e7\u00e3o dos agrot\u00f3xicos dentro do modelo produtivo, seja na forma como se apresentam os alimentos ultraprocessados que n\u00e3o possuem capacidade de nutrir dos corpos e mentes humanos. Descarta-se o lixo das ind\u00fastrias na boca de nossas crian\u00e7as, e a classe trabalhadora tem sido a mais afetada nisso com menos tempo para o preparo dos alimentos nos grandes centros urbanos.<\/p>\n<p>Nesse quadro, as mulheres t\u00eam sido as mais atingidas, elas s\u00e3o historicamente respons\u00e1veis pela alimenta\u00e7\u00e3o das fam\u00edlias e por isso t\u00eam que lidar com o combate \u00e0 fome, buscando formas de colocar comida na mesa, lidando com a falta de emprego, pois foram as que mais perderam o emprego com as crises e, ainda, enfrentam uma grave amplia\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia. A juventude, em especial a negra, segue morrendo nas periferias das cidades e sem oportunidades de produzir nos seus territ\u00f3rios. Os povos e comunidades tradicionais t\u00eam seus territ\u00f3rios atacados ainda mais, como forma do capital retomar suas taxas de lucro.<\/p>\n<p>A natureza tamb\u00e9m tem sido duramente amea\u00e7ada e com ela a vida humana. Imagens de animais selvagens morrendo pelo fogo chocam o mundo inteiro, nossas florestas est\u00e3o sendo destru\u00eddas com a \u00fanica fun\u00e7\u00e3o de manter a acumula\u00e7\u00e3o capitalista materializada em sua forma atrasada no agroneg\u00f3cio brasileiro. A resist\u00eancia \u00e9 necess\u00e1ria e deve se dar entre todos que acreditam numa sociedade mais justa, onde todos possam comer e viver com dignidade.<\/p>\n<p>Seguimos afirmando que a agricultura familiar e camponesa \u00e9 o alicerce para a soberania alimentar de uma na\u00e7\u00e3o. Por isso lutamos no campo e na cidade pela defesa dos territ\u00f3rios ind\u00edgenas, quilombolas, camponeses, pesqueiros, dos Fundos e Fecho de Pasto, pela constru\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas que contemplem desde a produ\u00e7\u00e3o ao consumo. Recha\u00e7amos a expans\u00e3o agr\u00edcola e mineral que avan\u00e7a sobre \u00e1reas de produ\u00e7\u00e3o de alimentos e sobre as florestas e biomas.<\/p>\n<p><strong>PARA COMBATER A FOME NO BRASIL, NOS COMPROMETEMOS:<\/strong><\/p>\n<p>1- Seguir com todas as a\u00e7\u00f5es de solidariedade humana que t\u00eam ajudado a salvar vidas, atrav\u00e9s da partilha do pouco que temos, amenizando a situa\u00e7\u00e3o de fome de muitas fam\u00edlias, principalmente as crian\u00e7as. Nossa solidariedade \u00e9 de classe, ativa e org\u00e2nica para que os povos se organizem a mudar sua realidade de vida.<\/p>\n<p>2- Lutar pela derrubada dos Vetos de Bolsonaro \u00e0 Lei de Assis de Carvalho, proposta no PL 735\/2020 \u2013como passo fundamental para ampliar a produ\u00e7\u00e3o de alimentos saud\u00e1veis pela Agricultura Familiar e camponesa e poder disponibilizar esse alimento para quem mais precisa, garantindo renda aos povos, especialmente as mulheres e a juventude.<\/p>\n<ol start=\"3\">\n<li>Lutar pela retomadada constru\u00e7\u00e3o dos estoques p\u00fablicos de alimento URGENTE, para que o Estado regule pre\u00e7os e n\u00e3o deixe faltar os itens b\u00e1sicos para o povo do seu pa\u00eds a exemplo do feij\u00e3o, do arroz, dentre outros. Construir um sistema de abastecimento alimentar. Sabemos que os estoques p\u00fablicos que regulam os pre\u00e7os nas entressafras e nas situa\u00e7\u00f5es de problemas clim\u00e1ticos s\u00e3o decisivos para manter a alimenta\u00e7\u00e3o do povo.<\/li>\n<\/ol>\n<p>4- Enfrentar este governo que tem abertamente decretado a fome para o pa\u00eds. FORA BOLSONARO! A libera\u00e7\u00e3o do Aux\u00edlio Emergencial, que at\u00e9 agora fez a diferen\u00e7a na vida das pessoas, n\u00e3o foi por vontade do governo federal que, na primeira oportunidade que teve, negou o apoio para os agricultores\/as seguirem produzindo alimentos (veto ao PL 735). Reafirmar o direito ao pleno emprego e a uma renda digna \u00e9 materializar o direito de se alimentar bem, com seguran\u00e7a e soberania alimentar.<\/p>\n<p>5 \u2013 Lutar para que todas as pol\u00edticas p\u00fablicas voltadas \u00e0 constru\u00e7\u00e3o da soberania alimentar tenham a capacidade de atender as demandas diferenciadas dos povos e comunidades tradicionais, da juventude e das mulheres, como forma de garantir um desenvolvimento econ\u00f4mico, social e ambiental baseado na agroecologia e na igualdade de condi\u00e7\u00f5es para todos. \u00c9 necess\u00e1rio retomar o Programa de Aquisi\u00e7\u00e3o de Alimentos (PAA), fortalecer o Programa Nacional de Alimenta\u00e7\u00e3o Escolar (PNAE), ampliar o acesso \u00e0 \u00e1gua para abastecimento humano e para a produ\u00e7\u00e3o de alimentos com cisternas e expandir a rede de restaurantes populares.<\/p>\n<p>N\u00f3s, Movimentos Populares, Entidades e Sindicatos do campo e da cidade vamos continuar lutando e alimentando a esperan\u00e7a. Defendemos um Programa de Renda B\u00e1sica Permanente, Programa de Produ\u00e7\u00e3o de Alimentos Saud\u00e1veis, a derrubada dos Vetos \u00e0 Lei Assis Carvalho, Programas de Compra de Alimentos com doa\u00e7\u00e3o a quem precisa, Programa de Gera\u00e7\u00e3o de Empregos, Abastecimento de \u00c1gua e Valoriza\u00e7\u00e3o do Sal\u00e1rio M\u00ednimo.<\/p>\n<p>Por isso, neste DIA MUNDIAL EM DEFESA DA ALIMENTA\u00c7\u00c3O, temos a responsabilidade de nos dirigir \u00e0 sociedade brasileira para manifestar nossa grande preocupa\u00e7\u00e3o com a fome que se agrava em nosso pa\u00eds<strong>.<\/strong><\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o de alimentos depende da preserva\u00e7\u00e3o ambiental e da biodiversidade dos biomas. Para manter as florestas em p\u00e9, precisamos dos povos do campo, das \u00e1guas e das florestas, VIVOS e em seus TERRIT\u00d3RIOS. N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 fogo, \u00e9 capitalismo e destrui\u00e7\u00e3o. Tirem as m\u00e3os das nossas riquezas! Soberania nacional e popular j\u00e1!! Fora Imperialismo!<\/p>\n<p><strong><em>Alimentar a esperan\u00e7a para alimentar as pessoas!<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Brasil, 16 de outubro de 2020<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entidades dos movimentos sindical e popular debatem, apresentam propostas de pol\u00edticas consistentes e lutam contra a volta da fome no pa\u00eds Na Semana Mundial da Alimenta\u00e7\u00e3o, os movimentos sindical e popular do Brasil fazem uma a\u00e7\u00f5es nas redes pela soberania alimentar, nesta quinta-feira (15),\u00a0 divulgam um manifesto alertando a sociedade e as autoridades sobre a [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":16818,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[25],"tags":[276],"class_list":["post-16817","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-contra-a-fome"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16817","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16817"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16817\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16819,"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16817\/revisions\/16819"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/16818"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16817"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16817"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16817"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}