{"id":1898,"date":"2018-07-03T01:02:13","date_gmt":"2018-07-03T04:02:13","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/?p=1898"},"modified":"2018-07-03T12:13:50","modified_gmt":"2018-07-03T15:13:50","slug":"1898","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/2018\/07\/03\/1898\/","title":{"rendered":"Demiss\u00e3o sem homologa\u00e7\u00e3o no sindicato \u00e9 nula, decide TST"},"content":{"rendered":"<div class=\"subtitle-area\">\n<p class=\"description\"><em>Justi\u00e7a aceitou recurso de trabalhador para anular seu pedido de demiss\u00e3o e condenar a empresa ao pagamento das diferen\u00e7as rescis\u00f3rias<\/em><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"ruler\">\n<div class=\"ruler-docs\">\n<p>\u00c9 nulo pedido de demiss\u00e3o feito por funcion\u00e1rio se n\u00e3o houver homologa\u00e7\u00e3o do sindicato. Com esse entendimento, a 3\u00aa Turma do Tribunal Superior do Trabalho aceitou o recurso de uma ex-vendedora para anular seu pedido de demiss\u00e3o e condenar a empresa ao pagamento das diferen\u00e7as rescis\u00f3rias.<\/p>\n<p>Na reclama\u00e7\u00e3o trabalhista, a vendedora disse que foi coagida a pedir demiss\u00e3o ap\u00f3s retornar da licen\u00e7a-maternidade \u201ce sofrer intensa persegui\u00e7\u00e3o pela empresa\u201d. O ju\u00edzo da 81\u00aa Vara do Trabalho de S\u00e3o Paulo e o Tribunal Regional do Trabalho da 2\u00aa Regi\u00e3o, no entanto, consideraram v\u00e1lido o pedido.<\/p>\n<p>Segundo o TRT, a falta da assist\u00eancia sindical gera apenas uma presun\u00e7\u00e3o favor\u00e1vel ao trabalhador. No caso, a empresa apresentou o pedido de demiss\u00e3o assinado pela pr\u00f3pria empregada. Esta, por sua vez, n\u00e3o comprovou a coa\u00e7\u00e3o alegada.<\/p>\n<p>No recurso de revista ao TST, a vendedora sustentou que a homologa\u00e7\u00e3o na forma prevista no artigo 477, par\u00e1grafo 1\u00ba, da CLT \u00e9 imprescind\u00edvel e, na sua aus\u00eancia, seu pedido de demiss\u00e3o deve ser desconsiderado.<\/p>\n<p>O relator, ministro Alexandre Agra Belmonte, observou que a Subse\u00e7\u00e3o I Especializada em Diss\u00eddios Individuais (SDI-1) do TST decidiu que a exig\u00eancia prevista na CLT \u00e9 imprescind\u00edvel \u00e0 formalidade do ato.<\/p>\n<p>\u201cSe o empregado tiver mais de um ano de servi\u00e7o, o pedido de demiss\u00e3o somente ter\u00e1 validade se assistido pelo seu sindicato\u201d, concluiu, ressalvando seu entendimento pessoal sobre a mat\u00e9ria.<\/p>\n<p>\u201cEssa \u00e9 uma decis\u00e3o importante da Justi\u00e7a, pois refor\u00e7a que a aus\u00eancia de assist\u00eancia do sindicato na rescis\u00e3o do contrato de trabalho causa danos aos direitos dos trabalhadores, seja por c\u00e1lculos incorretos;\u00a0estabilidades n\u00e3o observadas; \u00a0ou ainda, eventual coa\u00e7\u00e3o para que os desligamentos sejam a pedido ou por comum acordo, essa \u00faltima uma nova modalidade trazida pela reforma trabalhista\u201d, enfatiza\u00a0Jo\u00e3o Fukunaga, secret\u00e1rio de assuntos Jur\u00eddicos do Sindicato e dirigente sindical pelo Banco do Brasil.<\/p>\n<p>\u201cO Sindicato \u00e9 o leg\u00edtimo representante do trabalhador e, por esse motivo, reivindica a perman\u00eancia da homologa\u00e7\u00e3o na entidade\u201d, afirma Fukunaga.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>Fonte:<\/p>\n<ul class=\"published\">\n<li>Reda\u00e7\u00e3o Spbancarios, com informa\u00e7\u00f5es do Tribunal Superior do Trabalho<\/li>\n<li>Publicado em\u00a029\/06\/2018 19:01\u00a0\/ Atualizado em\u00a029\/06\/2018 19:10<\/li>\n<\/ul>\n<p><a href=\"http:\/\/spbancarios.com.br\/06\/2018\/demissao-sem-homologacao-no-sindicato-e-nula-decide-tst\">Demiss\u00e3o sem homologa\u00e7\u00e3o no sindicato \u00e9 nula, decide TST<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Justi\u00e7a aceitou recurso de trabalhador para anular seu pedido de demiss\u00e3o e condenar a empresa ao pagamento das diferen\u00e7as rescis\u00f3rias \u00c9 nulo pedido de demiss\u00e3o feito por funcion\u00e1rio se n\u00e3o houver homologa\u00e7\u00e3o do sindicato. 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