{"id":2073,"date":"2018-07-25T16:26:58","date_gmt":"2018-07-25T19:26:58","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/?p=2073"},"modified":"2018-07-25T16:28:58","modified_gmt":"2018-07-25T19:28:58","slug":"brasil-de-temer-facilita-adocao-de-tecnologias-com-potencial-cancerigeno","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/2018\/07\/25\/brasil-de-temer-facilita-adocao-de-tecnologias-com-potencial-cancerigeno\/","title":{"rendered":"Brasil de Temer facilita ado\u00e7\u00e3o de tecnologias com potencial cancer\u00edgeno"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_2074\" aria-describedby=\"caption-attachment-2074\" style=\"width: 364px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-2074\" src=\"https:\/\/www.sinposba.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/POLUICAO-300x188.jpg\" alt=\"\" width=\"364\" height=\"228\" srcset=\"https:\/\/www.sinposba.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/POLUICAO-300x188.jpg 300w, https:\/\/www.sinposba.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/POLUICAO-768x482.jpg 768w, https:\/\/www.sinposba.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/POLUICAO.jpg 780w\" sizes=\"auto, (max-width: 364px) 100vw, 364px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-2074\" class=\"wp-caption-text\">Leveduras que prometem aumentar lucros dos usineiros, obtidas por meio da t\u00e9cnica do Crispr, s\u00e3o consideradas seguras e t\u00eam sinal verde da CTNBio<\/figcaption><\/figure>\n<p>NA CONTRAM\u00c3O<\/p>\n<p>Para aumentar a seguran\u00e7a, Europa define que produtos de edi\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica s\u00e3o transg\u00eanicos, como o caso do Crispr, suspeito de estimular c\u00e9lulas cancerosas em humanos. Brasil faz exatamente o contr\u00e1rio.<\/p>\n<p class=\" \">S\u00e3o Paulo \u2013\u00a0 A\u00a0<a class=\"external-link\" title=\"\" href=\"https:\/\/curia.europa.eu\/jcms\/upload\/docs\/application\/pdf\/2018-07\/cp180111en.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Corte de Justi\u00e7a da Uni\u00e3o Europeia<\/a>\u00a0decidiu hoje (25) que organismos obtidos por altera\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas, como por meio de t\u00e9cnicas de edi\u00e7\u00e3o de genes, e organismos geneticamente modificados (OGM) \u2013 os\u00a0<strong>transg\u00eanicos<\/strong>\u00a0\u2013 est\u00e3o, em princ\u00edpio, sujeitos aos mesmos crit\u00e9rios da legisla\u00e7\u00e3o. Novas tecnologias, como o Crispr Cas9, que edita o genoma de c\u00e9lulas humanas, de animais, plantas e micro-organismos, para fins agr\u00edcolas, industriais, terap\u00eauticos e de pesquisa, passam a ter o mesmo tratamento que os transg\u00eanicos. E os projetos que utilizam essas t\u00e9cnicas passam a ser submetidos, obrigatoriamente, \u00e0s mesmas exig\u00eancias de avalia\u00e7\u00e3o e risco para libera\u00e7\u00e3o experimental e comercial que os transg\u00eanicos. Tudo em nome do maior controle e da biosseguran\u00e7a.<\/p>\n<p class=\" \">No Brasil, no entanto, ocorre exatamente o contr\u00e1rio.\u00a0No come\u00e7o de junho a Comiss\u00e3o T\u00e9cnica Nacional de Biosseguran\u00e7a (CTNBio) deu parecer favor\u00e1vel \u00e0\u00a0<a class=\"external-link\" title=\"\" href=\"http:\/\/www.globalyeast.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">empresa belga-brasileira GlobalYeast<\/a>, dispensando dois de seus pedidos do cumprimento da\u00a0<a class=\"external-link\" title=\"\" href=\"http:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2004-2006\/2005\/lei\/l11105.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Lei de Biosseguran\u00e7a<\/a>. Trata-se das linhagens de leveduras Excellomol 4.0\u00a0e\u00a0Excellomol 4.0 Next, destinadas\u00a0\u00e0 produ\u00e7\u00e3o de etanol. O extrato do parecer t\u00e9cnico foi divulgado\u00a0na edi\u00e7\u00e3o de 22 de junho do\u00a0<em>Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o<\/em>\u00a0(p\u00e1gina 11). Clique\u00a0<a class=\"external-link\" title=\"\" href=\"http:\/\/grafica.ufes.br\/sites\/grafica.ufes.br\/files\/publicacao_diaria\/2018_06_22_assinado_do1.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui<\/a>\u00a0para acessar.<\/p>\n<p class=\" \">\u201cN\u00e3o s\u00e3o considerados transg\u00eanicos, porque n\u00e3o deixam rastro de outro DNA dentro dele. E essa foi uma decis\u00e3o hist\u00f3rica, porque \u00e9 uma tecnologia completamente nova e recente, e que nunca havia sido feita e aprovada aqui na CTNBio. Ent\u00e3o, acho que temos um dia hist\u00f3rico\u00a0hoje\u201d,\u00a0<a class=\"external-link\" title=\"\" href=\"http:\/\/www.mctic.gov.br\/mctic\/opencms\/salaImprensa\/noticias\/arquivos\/2018\/06\/CTNBio_aprova_uso_de_nova_tecnica_de_edicao_genetica_que_nao_deixa_rastros_de_DNA_exogeno.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">chegou a afirmar a presidenta da Comiss\u00e3o, Maria Sueli Soares Felipe<\/a>, na ocasi\u00e3o da dispensa de mais estudos para as leveduras.<\/p>\n<p class=\" \">A\u00a0decis\u00e3o foi tomada\u00a0com base na\u00a0<a class=\"external-link\" title=\"\" href=\"http:\/\/ctnbio.mcti.gov.br\/resolucoes-normativas\/-\/asset_publisher\/OgW431Rs9dQ6\/content\/resolucao-normativa-n%C2%BA-16-de-15-de-janeiro-de-2018\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Resolu\u00e7\u00e3o Normativa (RN) n\u00ba 16<\/a>, da pr\u00f3pria CTNBio, publicada em janeiro passado. A norma\u00a0possibilita que os organismos produzidos pelas\u00a0novas\u00a0t\u00e9cnicas inovadoras de melhoramento de precis\u00e3o (Timps), todas com altera\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica,\u00a0n\u00e3o sejam considerados geneticamente modificados \u2013 ou transg\u00eanicos. E como tal, n\u00e3o precisariam cumprir os dispostos na Lei de Biosseguran\u00e7a. No caso das leveduras, cabe agora ao Minist\u00e9rio da Agricultura chancelar a libera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p class=\" \">A\u00a0GlobalYeast,\u00a0especializada em produtos e solu\u00e7\u00f5es para fermenta\u00e7\u00e3o industrial, comemorou a medida e chegou a agradecer publicamente.\u00a0Em nota divulgada\u00a0<a class=\"external-link\" title=\"\" href=\"http:\/\/www.globalyeast.com\/2018\/06\/08\/globalyeast-welcomes-the-decision-of-ctnbio-in-accordance-with-the-new-normative-resolution-16\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">em seu site<\/a>, saudou a Comiss\u00e3o pelo enquadramento no rol dos organismos considerados seguros, &#8220;que n\u00e3o precisam ser submetidos aos rigores regulat\u00f3rios&#8221;. E que gra\u00e7as a essa decis\u00e3o, &#8220;pode contribuir para um processo de produ\u00e7\u00e3o de bioetanol industrial mais eficiente e, como consequ\u00eancia, pode fazer parte de uma comunidade mais sustent\u00e1vel&#8221;.<\/p>\n<p>A anima\u00e7\u00e3o toma conta tamb\u00e9m do setor sucroalcooleiro. Afinal, as novas leveduras prometem aumentar a produ\u00e7\u00e3o de etanol em 3% a 5%. Parece pouco, mas representa ganhos aos usineiros, que a revista\u00a0<em><a class=\"external-link\" title=\"\" href=\"https:\/\/epocanegocios.globo.com\/Ideias\/noticia\/2015\/10\/levedura-criada-por-startup-eleva-em-ate-5-producao-de-etanol.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\u00c9poca Neg\u00f3cios<\/a><\/em>\u00a0considera milion\u00e1rios: algo em torno de R$ 16 milh\u00f5es com a fabrica\u00e7\u00e3o de 2 mil metros c\u00fabicos do combust\u00edvel.<\/p>\n<dl class=\"image-left captioned\">\n<dt>\n<p><figure id=\"attachment_2075\" aria-describedby=\"caption-attachment-2075\" style=\"width: 341px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-2075 \" src=\"https:\/\/www.sinposba.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/3de8bb8f-c44c-4fed-b15e-fa680914b833-300x188.jpeg\" alt=\"\" width=\"341\" height=\"214\" srcset=\"https:\/\/www.sinposba.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/3de8bb8f-c44c-4fed-b15e-fa680914b833-300x188.jpeg 300w, https:\/\/www.sinposba.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/3de8bb8f-c44c-4fed-b15e-fa680914b833.jpeg 360w\" sizes=\"auto, (max-width: 341px) 100vw, 341px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-2075\" class=\"wp-caption-text\">Imagem mostra recorte durante edi\u00e7\u00e3o de gene por meio da t\u00e9cnica Crispr Cas9<\/figcaption><\/figure><\/dt>\n<dd class=\"image-caption\"><strong>Transg\u00eanico<\/strong><\/dd>\n<\/dl>\n<p class=\" \">Em entrevista \u00e0\u00a0<strong>RBA<\/strong>, a pesquisadora do Centro de Biosseguran\u00e7a Genok, da Noruega, a brasileira Sarah Agapito, explicou por que a decis\u00e3o da corte europeia \u00e9 acertada, enquanto que a da CTNBio \u00e9 equivocada.<\/p>\n<p class=\" \">&#8220;Crispr\/Cas9 s\u00f3 funciona quando acoplada a uma mol\u00e9cula de RNA guia, ou seja, uma mol\u00e9cula manipulada fora da c\u00e9lula viva,\u00a0independente de ter segmentos equivalentes ao DNA natural. N\u00e3o precisa ter introdu\u00e7\u00e3o no genoma para ser um transg\u00eanico. Basta ter sido &#8216;modificado&#8217; por t\u00e9cnica de engenharia gen\u00e9tica. No caso das leveduras, o DNA foi modificado pela engenharia gen\u00e9tica definida como manipula\u00e7\u00e3o de DNA ou RNA recombinante. Pela legisla\u00e7\u00e3o brasileira,\u00a0organismo geneticamente modificado \u00e9 todo aquele cujo material gen\u00e9tico tenha sido modificado por qualquer t\u00e9cnica de engenharia gen\u00e9tica. Ent\u00e3o essas leveduras s\u00e3o transg\u00eanicas&#8221;, afirmou. O DNA e o RNA s\u00e3o estruturas presentes no n\u00facleo das c\u00e9lulas.<\/p>\n<p class=\" \">Segundo ela, em sua\u00a0<a class=\"internal-link\" title=\"\" href=\"https:\/\/www.redebrasilatual.com.br\/saude\/2018\/03\/deputados-querem-revogar-normas-que-admitem-novas-biotecnologias-sem-testes\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">resolu\u00e7\u00e3o normativa n\u00ba 16<\/a>, a Comiss\u00e3o est\u00e1 equivocada ao insistir em definir um organismo geneticamente modificado a partir da an\u00e1lise do produto final.\u00a0\u201cTodavia, a Lei de Biosseguran\u00e7a define um OGM conforme o processo pelo qual foi submetido, a t\u00e9cnica utilizada, e n\u00e3o o produto final. Existe uma diferen\u00e7a muito grande nisso. Para a legisla\u00e7\u00e3o, n\u00e3o importa se a transgenia foi utilizada para se fazer um milho exatamente igual a um milho que j\u00e1 existe na natureza. Se usou transgenia, vai ser um milho transg\u00eanico&#8221;, explicou.<\/p>\n<p class=\" \">Para a pesquisadora, o que a CTNBio tenta implementar \u00e9 uma normativa segundo a qual algo que foi feito igual ao natural tem de apresentar riscos\u00a0 iguais \u00e0quele natural. &#8220;Mas isso est\u00e1 errado, pois a semelhan\u00e7a entre um organismo editado geneticamente e um organismo feito pela natureza \u00e9 uma quest\u00e3o t\u00e9cnica. Hoje podemos n\u00e3o conseguir distingui-los, amanh\u00e3, com novas t\u00e9cnicas, isso pode ser poss\u00edvel. E da\u00ed, toda a argumenta\u00e7\u00e3o pode cair por terra. Antigamente n\u00e3o consegu\u00edamos distinguir uma vaca saud\u00e1vel de uma vaca com o mal da vaca louca. Hoje conseguimos. A mesma coisa com a doen\u00e7a de Alzheimer e por ai vai&#8221;, comparou.<\/p>\n<h3 class=\" \">C\u00e2ncer<\/h3>\n<p>Sarah explicou ainda que como a tecnologia Crispr permite cortar o DNA na sequ\u00eancia desejada e tamb\u00e9m em sequ\u00eancias indesejadas, ainda n\u00e3o se sabe ao certo os danos e riscos. Estudos mostram que softwares usados para indicar o ponto do DNA que ser\u00e1 cortado s\u00e3o baseados em algoritmos que nem sempre t\u00eam alta correla\u00e7\u00e3o com ensaios\u00a0<em>in vivo\u00a0<\/em>(dentro do organismo). &#8220;Isso porque\u00a0cada c\u00e9lula, cada organismo, reage diferentemente \u00e0 edi\u00e7\u00e3o de DNA por meio da t\u00e9cnica. Sem contar os estudos recentes, mostrando que c\u00e9lulas humanas alteradas com \u00eaxito com Crispr s\u00e3o aquelas com o gene defectivo p53. Da\u00ed a correla\u00e7\u00e3o muito alta entre defeito na fun\u00e7\u00e3o do gene p53 e o desenvolvimento de c\u00e2ncer. Por isso a rea\u00e7\u00e3o extraordin\u00e1ria da comunidade acad\u00eamica. Foram dois artigos publicados juntos na\u00a0<em>Nature Medicine<\/em>&#8220;.<\/p>\n<p class=\" \">Ela se referiu \u00e0s pesquisas da\u00a0<a class=\"external-link\" title=\"\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41591-018-0049-z\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Universidade de Helsinque e Instituto Karolinska, na Su\u00e9cia, em parceria com a Universidade de Cambridge, na Inglaterra<\/a>, e do\u00a0<a class=\"external-link\" title=\"\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41591-018-0050-6\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Instituto de Pesquisa Biom\u00e9dica da Novartis<\/a>, gigante do setor farmac\u00eautico, ambas\u00a0divulgadas em junho na revista cient\u00edfica. Os estudos\u00a0sugerem\u00a0que c\u00e9lulas humanas deficientes em uma prote\u00edna chamada p53, quando alteradas por meio do Crispr, s\u00e3o mais propensas a modifica\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas. Ou seja, de se transformar em c\u00e9lulas cancerosas.<\/p>\n<p>Na ocasi\u00e3o, o Genok\u00a0<a class=\"external-link\" title=\"\" href=\"http:\/\/genok.no\/arkiv\/8086\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">emitiu nota a respeito<\/a>, chamando aten\u00e7\u00e3o para o fato de que a t\u00e9cnica\u00a0n\u00e3o pode ser diretamente responsabilizada por causar c\u00e2ncer \u2013 e sim por aumentar o risco de desenvolver c\u00e9lulas cancer\u00edgenas. E ressalvou que o impacto negativo\u00a0do Crispr sobre as c\u00e9lulas pode ocorrer &#8220;em todos os organismos vivos na terra, n\u00e3o estando limitados \u00e0quelas alteradas pela tecnologia na terapia gen\u00e9tica humana&#8221;.<\/p>\n<p class=\" \">Al\u00e9m disso, o centro de pesquisas noruegu\u00eas, um dos mais avan\u00e7ados do mundo, destacou que os estudos sobre a edi\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica t\u00eam se limitado\u00a0\u00e0 avalia\u00e7\u00e3o da efici\u00eancia, e n\u00e3o dos riscos. Assim, esses dois estudos divulgados recentemente revelam uma outra rela\u00e7\u00e3o, desta vez com o desenvolvimento de c\u00e9lulas cancerosas. &#8220;Isso abre a possibilidade de comportamento similar em outros organismos que ainda n\u00e3o foram testados.\u00a0Mais uma vez \u00e9 importante reconhecer que o futuro bem-sucedido de tais aplica\u00e7\u00f5es biotecnol\u00f3gicas deve ser acompanhado de pesquisas sobre biosseguran\u00e7a, bem de regula\u00e7\u00e3o para o seu uso seguro&#8221;. Ou seja, o contr\u00e1rio do que est\u00e1 sendo feito no Brasil.<\/p>\n<p>No \u00faltimo dia 4, em palestra na\u00a0<a class=\"external-link\" title=\"\" href=\"http:\/\/www.ufabc.edu.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Universidade Federal do ABC (UFABC)<\/a>, campus Santo Andr\u00e9, a vice-presidenta da CTNBio, Maria Lucia Zaidan Dagli, defendeu a decis\u00e3o da CTNBio quanto \u00e0s leveduras, argumentando que as an\u00e1lises no colegiado sempre consideram todos os aspectos, &#8220;caso a caso&#8221;. E saiu em defesa do Crispr. &#8220;Ao que consta, a t\u00e9cnica tem provado ser bastante segura&#8221;. A participa\u00e7\u00e3o dirigente em evento da UFABC ocorreu menos de um m\u00eas ap\u00f3s a publica\u00e7\u00e3o dos estudos.<\/p>\n<p>Cida de Oliveira, da Rede Brasil Atual<\/p>\n<p>ww.redebrasilatual.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>NA CONTRAM\u00c3O Para aumentar a seguran\u00e7a, Europa define que produtos de edi\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica s\u00e3o transg\u00eanicos, como o caso do Crispr, suspeito de estimular c\u00e9lulas cancerosas em humanos. Brasil faz exatamente o contr\u00e1rio. 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