{"id":21108,"date":"2021-06-18T19:41:15","date_gmt":"2021-06-18T22:41:15","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/?p=21108"},"modified":"2021-06-18T19:41:15","modified_gmt":"2021-06-18T22:41:15","slug":"alto-preco-do-gas-piora-as-condicoes-de-vida-de-trabalhadores-mais-pobres","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/2021\/06\/18\/alto-preco-do-gas-piora-as-condicoes-de-vida-de-trabalhadores-mais-pobres\/","title":{"rendered":"Alto pre\u00e7o do g\u00e1s piora as condi\u00e7\u00f5es de vida de trabalhadores mais pobres"},"content":{"rendered":"<p><strong>G\u00e1s de cozinha j\u00e1 subiu 57% durante o governo Bolsonaro e chega a R$ 125 em alguns locais. Reajustes sucessivos, altos pre\u00e7os dos alimentos e das contas de luz est\u00e3o acabando com as esperan\u00e7as de brasileiros<\/strong><\/p>\n<p>No Brasil governado por Jair\u00a0<strong>Bolsonaro<\/strong>\u00a0(ex-PSL), para o\u00a0<strong>trabalhador<\/strong>, em especial o mais\u00a0<strong>pobre<\/strong>, n\u00e3o h\u00e1 nada ruim que n\u00e3o possa piorar. E assim foi o come\u00e7o desta semana com o novo\u00a0<strong>pre\u00e7o<\/strong>\u00a0do\u00a0<strong>g\u00e1s de cozinha<\/strong>\u00a0(GLP), que aumentou 5,9% nas refinarias. O\u00a0<strong>pre\u00e7o<\/strong>, que deve chegar a R$ 125 em alguns locais do Brasil, torna ainda mais dif\u00edcil a vida de milh\u00f5es de brasileiros e brasileiras, que enfrentam tamb\u00e9m o desemprego e a alta nos pre\u00e7os dos alimentos e das contas de luz.<\/p>\n<p>A manicure Fernanda da Silva Pires de 43 anos, moradora do Graja\u00fa, Zona Sul de S\u00e3o Paulo, \u00e9 uma dessas brasileiras. Com 43 anos, ela cuida sozinha do filho de seis anos de idade, mora nos fundos da casa de sua m\u00e3e, e com os cerca de R$ 500 de renda que consegue \u201cem meses bons\u201d, v\u00ea a condi\u00e7\u00e3o de vida definhar a cada m\u00eas.<\/p>\n<p>\u201cSobrar dinheiro para poder sobreviver \u00e9 dif\u00edcil. Aumentou o g\u00e1s agora. Mas o pre\u00e7o do arroz, do \u00f3leo, da comida em geral, tamb\u00e9m. Tudo aumentou. At\u00e9 os materiais que uso no trabalho. Uma caixinha de luvas que custava R$ 20, agora t\u00e1 R$ 65\u201d, diz Nandinha, como \u00e9 conhecida na comunidade, sobre o alto custo de vida.<\/p>\n<p>\u201cUm m\u00eas eu compro comida, outro m\u00eas o g\u00e1s, outro m\u00eas o material que uso no trabalho e vou me policiando para economizar em tudo. No fim, a gente fica sem esperan\u00e7a porque quer dar tamb\u00e9m um m\u00ednimo de agrado para o filho e n\u00e3o pode\u201d, ela lamenta.<\/p>\n<p>Mas essa realidade \u2013 e a de outros tantos milh\u00f5es de brasileiros \u2013 poderia ser menos dura se a pol\u00edtica praticada pelo governo Bolsonaro e seu ministro da Economia, Paulo Guedes, fosse voltada \u00e0s reais necessidades da popula\u00e7\u00e3o brasileira.<\/p>\n<p>A dupla n\u00e3o cumpre o que foi prometido ainda na campanha para as elei\u00e7\u00f5es de 2018, no caso do g\u00e1s, o pre\u00e7o a R$ 35. A quem acreditou nessa promessa, a not\u00edcia \u00e9 a de que o aumento j\u00e1 soma 57%. \u00c9 o 14\u00b0 reajuste consecutivo desde que o capit\u00e3o reformado assumiu o poder em 2019.<\/p>\n<h3><strong>Reajustes X poder de compra<\/strong><\/h3>\n<p>S\u00f3 este ano, a Petrobras j\u00e1 elevou o pre\u00e7o do g\u00e1s de cozinha cinco vezes. Foram 6% em janeiro; 5,1% em fevereiro; 1,24% em mar\u00e7o; e 5% em abril. O resultado \u00e9 um pre\u00e7o final que, em muitas regi\u00f5es, j\u00e1 ultrapassa R$ 125, caso de cidades do Centro-Oeste, de acordo com levantamento da Ag\u00eancia Nacional do Petr\u00f3leo, G\u00e1s Natural e Biocombust\u00edveis (ANP).<\/p>\n<p>O aumento \u00e9 cinco vezes maior do que a infla\u00e7\u00e3o acumulada em 12 meses. Em um ano, o reajuste do g\u00e1s acumulou 17,25% e o indicador de infla\u00e7\u00e3o do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) ficou em 3,5% no mesmo per\u00edodo.<\/p>\n<p>E \u00e9 justamente essa disparidade que sentem os trabalhadores mais pobres, penalizados pelo desemprego, a falta de renda ou mesmo a insufici\u00eancia do aux\u00edlio-emergencial, nos casos de quem conseguiu se manter no programa este ano &#8211; cerca de 30 milh\u00f5es de brasileiros foram exclu\u00eddos \u2013 e passou a receber entre R$ 150 e R$ 375. O valor do benef\u00edcio aprovado no Congresso Nacional para ser pago a trabalhadores e trabalhadoras informais e desempregados durante a pandemia era de R$ 600. Em setembro, quando foi ampliar o pagamento at\u00e9 dezembro, Bolsonaro baixou o valor para R$ 300. Este ano, depois de tr\u00eas meses sem pagar, baixou mais ainda.<\/p>\n<p>Fernanda precisou do aux\u00edlio e sabe como essa redu\u00e7\u00e3o prejudica o pequeno or\u00e7amento da fam\u00edlia. \u201cNo ano passado, os R$ 600, deu para ajudar um pouco. Esse ano, o valor \u00e9 simplesmente vergonhoso. N\u00e3o tenho nem palavras para descrever\u201d, reclama.<\/p>\n<p>A maioria dos benefici\u00e1rios recebe os menores valores e, neste caso, levando em considera\u00e7\u00e3o a m\u00e9dia de R$ 100 por botij\u00e3o de g\u00e1s, sobram R$ 50 por m\u00eas para comprar a comida, ou seja, para ter o que cozinhar com o g\u00e1s. No caso de regi\u00f5es onde a popula\u00e7\u00e3o\u00a0 paga pre\u00e7os ainda mais altos, como no Centro-Oeste, em que o g\u00e1s chega aos R$ 125, sobram apenas R$ 25 \u2013 quase o pre\u00e7o de um pacote de arroz.<\/p>\n<p><strong><a href=\"https:\/\/recontaai.com.br\/preco-do-gas-de-cozinha-sobe-mais-uma-vez-veja-quanto-esta-o-botijao-na-sua-cidade\/\">Veja aqui o pre\u00e7o m\u00e9dio dos botij\u00f5es de g\u00e1s de 13kg nas capitais brasileiras<\/a><\/strong><\/p>\n<h3><strong>Impacto na economia dom\u00e9stica<\/strong><\/h3>\n<p>O economista da subse\u00e7\u00e3o do Dieese na Federa\u00e7\u00e3o \u00danica dos Petroleiros (FUP), Cloviomar Cararine, explica que o impacto do aumento dos pre\u00e7os dos combust\u00edveis na vida dos brasileiros est\u00e1 aliado a outros fatores.<\/p>\n<p>\u201cAntes da pandemia, j\u00e1 est\u00e1vamos em uma situa\u00e7\u00e3o de fragilidade n\u00e3o s\u00f3 por causa da economia. A reforma Trabalhista de 2017 diminuiu ainda mais a renda dos trabalhadores. Veio a pandemia e tudo piorou\u201d, diz o economista.<\/p>\n<p>O isolamento social exigiu um ajuda aos trabalhadores, como auxilio emergencial que depois de uma articula\u00e7\u00e3o dos movimentos populares, come\u00e7ou a ser pago no ano passado. Mas, conforme explica o economista, a interrup\u00e7\u00e3o do programa no in\u00edcio deste ano, colocou de volta as pessoas nas ruas atr\u00e1s de trabalho e renda.<\/p>\n<p>\u201cPessoas ficaram sem dinheiro e quando conseguiram trabalho, a renda, em geral foi menor. Ao mesmo tempo, aumentou a infla\u00e7\u00e3o, os pre\u00e7os nos supermercados, a energia el\u00e9trica, o pre\u00e7o do g\u00e1s, tudo torna a vida mais dif\u00edcil\u201d, diz Cloviomar.<\/p>\n<p>E a causa desse impacto tem nome e sobrenome. O governo federal, com Bolsonaro, n\u00e3o tem pol\u00edticas efetivas para mudar essa realidade. Tornar o pa\u00eds mais desigual \u00e9 projeto do governo, ele afirma.<\/p>\n<blockquote class=\"dd-blockquote\"><p>As pessoas est\u00e3o passando fome para sustentar os acionistas da Petrobras e quando o brasileiro mais pobre perde renda, n\u00e3o lhe resta mais nada. Sem pol\u00edticas p\u00fablicas, sem nenhum auxilio, ele perde a possiblidade de ter o que comer<\/p>\n<footer>&#8211; Cloviomar Cararine<\/footer>\n<\/blockquote>\n<p>O economista alerta ainda que o governo n\u00e3o atenta para o detalhe de que a grande massa desses trabalhadores \u00e9 o segmento que sustenta a maior parte da economia brasileira.<\/p>\n<p>Lembra de quando o ex-presidente Lula falava em incluir o pobre no or\u00e7amento?<\/p>\n<p>Era justamente essa a condu\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica econ\u00f4mica que deu poder de compra aos trabalhadores de baixa renda, que passaram a consumir mais. Maior consumo, maior produ\u00e7\u00e3o, o que resulta em mais empregos e mais renda. Com mais renda, mais consumo. E assim a roda girou fazendo com que o pa\u00eds n\u00e3o sofresse as consequ\u00eancias da crise econ\u00f4mica mundial de 2008.<\/p>\n<h3><strong>Pre\u00e7os mais justos nos governos do PT<\/strong><\/h3>\n<p>Nos tempos dos governos Lula e Dilma Rousseff, do PT, a varia\u00e7\u00e3o dos valores dos combust\u00edveis seguia um c\u00e1lculo baseado em v\u00e1rios fatores que possibilitavam um controle maior dos pre\u00e7os. Al\u00e9m disso a pol\u00edtica voltada ao desenvolvimento com gera\u00e7\u00e3o e emprego e renda elevou o padr\u00e3o de vida e o poder de compra dos brasileiros.<\/p>\n<p>O resultado pr\u00e1tico era emprego, sal\u00e1rio e comida na mesa e combust\u00edveis, inclusive o g\u00e1s de cozinha, com pre\u00e7os menores do que os praticados atualmente. Entre janeiro de 2003 e agosto de 2015 (governos petistas), o valor do botij\u00e3o de 13 kg do g\u00e1s residencial ficou congelado em R$ 13,51 nas refinarias da Petrobras. Hoje ultrapassa os R$ 44.<\/p>\n<p>A atual gest\u00e3o da Petrobras insiste em manter o Pre\u00e7o de Paridade de Importa\u00e7\u00e3o (PPI), nome dado \u00e0 pol\u00edtica que faz os pre\u00e7os no Brasil acompanharem o mercado internacional. Quando S\u00e9rgio Gabrielli presidiu a estatal, durante o governo Lula, o m\u00e9todo era outro. Considerava a organiza\u00e7\u00e3o do mercado, a distribui\u00e7\u00e3o, a demanda por importa\u00e7\u00e3o e as particularidades do mercado interno, como oferta e procura, al\u00e9m da concorr\u00eancia entre distribuidoras.<\/p>\n<p>A varia\u00e7\u00e3o cambial e o pre\u00e7o internacional tamb\u00e9m eram considerados, mas n\u00e3o eram determinantes como nos dias atuais.<\/p>\n<p>Desta forma, os ex-presidentes Lula e Dilma n\u00e3o repassaram as varia\u00e7\u00f5es do mercado internacional, naquela \u00e9poca, para a popula\u00e7\u00e3o. Foi uma forma de preservar a condi\u00e7\u00e3o dos mais pobres, que dependem do botij\u00e3o para cozinhar. Cerca de 98% dos domic\u00edlios do pa\u00eds utilizam o botij\u00e3o de g\u00e1s.<\/p>\n<h3><strong>Em a\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h3>\n<p>Em uma prova de que governos e lideran\u00e7as progressistas s\u00e3o aqueles que, de fato, t\u00eam o olhar voltado para o social, petroleiros t\u00eam feito a\u00e7\u00f5es solid\u00e1rias durante manifesta\u00e7\u00f5es, subsidiando o pre\u00e7o do g\u00e1s e vendendo botij\u00f5es a R$ 50 para os mais vulner\u00e1veis.<\/p>\n<p>O petroleiro Roni Barbosa, secret\u00e1rio de Comunica\u00e7\u00e3o da CUT, explica que as a\u00e7\u00f5es tiveram fundamentalmente dois objetivos. Um, a solidariedade com as fam\u00edlias mais pobres e, portanto, mais impactadas pela pandemia. Outro, mostrar que o g\u00e1s pode \u2013 novamente \u2013 ser mais barato.<\/p>\n<p>\u201cA FUP est\u00e1 sendo solid\u00e1ria com as fam\u00edlias e com os trabalhadores. S\u00f3 no Paran\u00e1 foram distribu\u00eddas mais de duas mil cargas de g\u00e1s na pandemia\u201d, diz o dirigente.<\/p>\n<p>\u201cO Brasil produz petr\u00f3leo e t\u00eam refinarias\u201d, diz, comprovando que os pre\u00e7os podem ser mais baratos. \u201cN\u00e3o precisa praticar pre\u00e7os de acordo com o mercado internacional, at\u00e9 porque o GLP representa apenas 2% do faturamento da estatal. A FUP prova isso \u2013 que o Brasil tem um governo genocida que incentiva mortes e n\u00e3o se preocupa com o povo brasileiro\u201d, complementa.<\/p>\n<p>Em abril deste ano, a FUP fez mais uma dessas a\u00e7\u00f5es solid\u00e1rias, vendendo o botij\u00e3o mais barato \u2013 a R$ 40 \u2013 em parceria com a Central de Movimentos Populares (CMP). A a\u00e7\u00e3o aconteceu em 11 cidades brasileiras.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 a esquerda brasileira, os movimentos sociais, que se realmente se preocupam com as pessoas, com a realidade delas. Se preocupam com a sobreviv\u00eancia dos trabalhadores\u201d, diz o coordenador da CMP, Raimundo Bonfim.<\/p>\n<p>\u201cA gente consegue diferenciar, inclusive, caridade de solidariedade. A burguesia, em momentos como o que passamos, de cat\u00e1strofe, faz caridade. Pegam um pouquinho do lucro pra dar aos pobres. J\u00e1 a classe trabalhadora tem uma vis\u00e3o humanit\u00e1ria. Ficamos indignados com tamanha mis\u00e9ria. Queremos condi\u00e7\u00f5es justas para todos\u201d, diz Raimundo, completando que as a\u00e7\u00f5es t\u00eam ainda o car\u00e1ter de den\u00fancia da pol\u00edtica de Bolsonaro<\/p>\n<p>No Congresso tamb\u00e9m h\u00e1 luta por pre\u00e7os mais justos. A Deputada Federal pelo Paran\u00e1 e presidenta do PT, Gleisi Hoffman, afirma que o Brasil tem condi\u00e7\u00f5es de oferecer um g\u00e1s de cozinha mais barato \u00e0 popula\u00e7\u00e3o e o \u201cgoverno Bolsonaro n\u00e3o faz isso para n\u00e3o mexer com os interesses de quem lucra com o g\u00e1s de cozinha mais caro\u201d.<\/p>\n<p>A parlamentar \u00e9 autora de um projeto de lei que tramita na C\u00e2mara, que estabelece um valor m\u00e1ximo de R$ 49 para o botij\u00e3o de 13kg e determina a fiscaliza\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os junto \u00e0s distribuidoras pela Ag\u00eancia Nacional do Petr\u00f3leo.<\/p>\n<p>www.cut.org.br \/Andre Accarini<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>G\u00e1s de cozinha j\u00e1 subiu 57% durante o governo Bolsonaro e chega a R$ 125 em alguns locais. Reajustes sucessivos, altos pre\u00e7os dos alimentos e das contas de luz est\u00e3o acabando com as esperan\u00e7as de brasileiros No Brasil governado por Jair\u00a0Bolsonaro\u00a0(ex-PSL), para o\u00a0trabalhador, em especial o mais\u00a0pobre, n\u00e3o h\u00e1 nada ruim que n\u00e3o possa piorar. [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":21109,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[25],"tags":[688,73],"class_list":["post-21108","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-aumento-da-gas-de-cozinha","tag-inflacao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21108","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21108"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21108\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":21110,"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21108\/revisions\/21110"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/21109"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21108"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21108"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21108"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}