{"id":21254,"date":"2021-06-30T10:40:24","date_gmt":"2021-06-30T13:40:24","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/?p=21254"},"modified":"2021-06-30T10:40:24","modified_gmt":"2021-06-30T13:40:24","slug":"desemprego-cresce-em-abril-e-atinge-maior-nivel-em-11-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/2021\/06\/30\/desemprego-cresce-em-abril-e-atinge-maior-nivel-em-11-anos\/","title":{"rendered":"Desemprego cresce em abril e atinge maior n\u00edvel em 11 anos"},"content":{"rendered":"<p class=\"toolkit-subtitle mt-5\"><strong>Segunda alta consecutiva do indicador leva n\u00famero de desocupados no Brasil 14,8 milh\u00f5es, mostra IBGE<\/strong><\/p>\n<p>Ap\u00f3s\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.r7.com\/economia\/desemprego-avanca-em-marco-e-atinge-148-milhoes-de-brasileiros-27052021\"><strong>fechar o primeiro trimestre em 14,7%<\/strong><\/a>, o desemprego aumentou 0,4 ponto percentual e fechou o trimestre encerrado em abril no mesmo patamar. O percentual equivale a 14,8 milh\u00f5es de pessoas fora do mercado de trabalho, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira (30), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica).<\/p>\n<p>Com o resultado, o n\u00edvel de desemprego renova a maior taxa de desocupa\u00e7\u00e3o da s\u00e9rie hist\u00f3rica da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios), que come\u00e7ou a ser divulgada em 2012. No recorde anterior, registrado no trimestre encerrado em mar\u00e7o, eram 14,7 milh\u00f5es desempregados.<\/p>\n<div class=\"toolkit-container-medium\"><main><\/p>\n<article class=\"toolkit-media-content\" data-dp6-item=\"articleContainer\" data-url=\"http:\/\/noticias.r7.com\/economia\/desemprego-cresce-em-abril-e-atinge-maior-nivel-em-11-anos-30062021\" data-changing-text-area=\"\" data-content=\"article\">No per\u00edodo entre fevereiro e abril, o n\u00famero de desempregados variou 3,4%, com mais 489 mil pessoas desocupadas. \u201cO cen\u00e1rio foi de estabilidade da popula\u00e7\u00e3o ocupada (85,9 milh\u00f5es) e crescimento da popula\u00e7\u00e3o desocupada, com mais press\u00e3o sobre o mercado de trabalho\u201d, aponta a analista da pesquisa, Adriana Beringuy.<\/p>\n<p>De acordo com os dados da Pnad,\u00a0o n\u00edvel de ocupa\u00e7\u00e3o (48,5%) da popula\u00e7\u00e3o brasileira continua abaixo de 50% desde o trimestre encerrado em maio do ano passado, quando o mercado de trabalho j\u00e1 sofria com os efeitos da\u00a0<a href=\"https:\/\/noticias.r7.com\/saude\/novo-coronavirus\"><strong>pandemia do novo coronav\u00edrus<\/strong><\/a>. O percentual indica que menos da metade da popula\u00e7\u00e3o em idade para trabalhar est\u00e1 ocupada no Brasil.<\/p>\n<p>Na compara\u00e7\u00e3o com o trimestre fechado em abril do ano passado, quando foram observados os primeiros efeitos da pandemia, o mercado de trabalho ainda registra saltos na taxa de ocupa\u00e7\u00e3o. &#8220;Ainda registramos perdas importantes da popula\u00e7\u00e3o ocupada, mas j\u00e1 tivemos percentuais maiores, que chegaram a 12% no auge da pandemia. Estamos observando, portanto, uma redu\u00e7\u00e3o no ritmo de perdas a cada trimestre&#8221;, explica Adriana.<\/p>\n<p>A taxa de informalidade foi de 39,8% no trimestre encerrado em abril, o que equivale a 34,2 milh\u00f5es de pessoas, o que n\u00e3o representa uma varia\u00e7\u00e3o significativa em rela\u00e7\u00e3o aos tr\u00eas meses anteriores, quando a taxa era de 39,7%. H\u00e1 um ano, o grupo de trabalhadores sem carteira assinada, sem CNPJ ou sem remunera\u00e7\u00e3o somava 34,6 milh\u00f5es de trabalhadores (38,8%).<\/p>\n<p>O estudo aponta ainda que o sal\u00e1rio m\u00e9dio recebido pelos trabalhadores foi de R$ 2.532 entre fevereiro e abril, o que tamb\u00e9m corresponde a uma estabilidade em rela\u00e7\u00e3o ao per\u00edodo anterior. A massa de rendimento real, que \u00e9 soma de todos os rendimentos dos trabalhadores, \u00e9 de R$ 212,3 bilh\u00f5es.<\/p>\n<div id=\"r7ad-teads\"><strong>Tipo de coloca\u00e7\u00e3o<\/strong><\/div>\n<p>Entre fevereiro e abril, a maioria dos indicadores permaneceram est\u00e1veis na compara\u00e7\u00e3o com o trimestre anterior. No per\u00edodo, somente os trabalhadores por conta pr\u00f3pria cresceram 2,3% (+537 mil), totalizando 24 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Os trabalhadores com carteira assinada no setor privado ficaram est\u00e1veis em 29,6 milh\u00f5es no trimestre. J\u00e1 os empregados informais do setor privado tamb\u00e9m mantiveram no mesmo n\u00edvel, em 9,8 milh\u00f5es, na mesma base de compara\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A categoria dos trabalhadores dom\u00e9sticos foi estimada em 5 milh\u00f5es de pessoas, o que corresponde a uma redu\u00e7\u00e3o de 10,4% (572 mil) em um ano. Os empregados do setor p\u00fablico, por sua vez, ficaram est\u00e1veis em 11,8 milh\u00f5es.<\/p>\n<div class=\"media_box embed video_box full-dimensionsundefined\" data-name=\"r7\"><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/player.r7.com\/video\/i\/5f8f7f4143527f9805000870\" width=\"640\" height=\"360\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/div>\n<div class=\"toolkit-tags\"><\/div>\n<\/article>\n<p><\/main><\/div>\n<p>www.noticias.r7.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Segunda alta consecutiva do indicador leva n\u00famero de desocupados no Brasil 14,8 milh\u00f5es, mostra IBGE Ap\u00f3s\u00a0fechar o primeiro trimestre em 14,7%, o desemprego aumentou 0,4 ponto percentual e fechou o trimestre encerrado em abril no mesmo patamar. 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