{"id":2459,"date":"2018-08-21T12:12:51","date_gmt":"2018-08-21T15:12:51","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/?p=2459"},"modified":"2018-08-21T12:19:58","modified_gmt":"2018-08-21T15:19:58","slug":"fazenda-de-cafe-certificada-pela-starbucks-e-flagrada-com-trabalho-escravo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/2018\/08\/21\/fazenda-de-cafe-certificada-pela-starbucks-e-flagrada-com-trabalho-escravo\/","title":{"rendered":"Fazenda de caf\u00e9 certificada pela Starbucks \u00e9 flagrada com trabalho escravo"},"content":{"rendered":"<div class=\"metadata\">\n<figure id=\"attachment_2460\" aria-describedby=\"caption-attachment-2460\" style=\"width: 391px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-2460\" src=\"https:\/\/www.sinposba.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/04-300x169.jpg\" alt=\"\" width=\"391\" height=\"220\" srcset=\"https:\/\/www.sinposba.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/04-300x169.jpg 300w, https:\/\/www.sinposba.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/04-768x432.jpg 768w, https:\/\/www.sinposba.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/04.jpg 800w\" sizes=\"auto, (max-width: 391px) 100vw, 391px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-2460\" class=\"wp-caption-text\">A\u00e7\u00e3o resgatou trabalhadores em situa\u00e7\u00e3o an\u00e1loga \u00e0 escravid\u00e3o em fazendas de caf\u00e9 no interior de Minas Gerais; uma delas tinha certifica\u00e7\u00f5es internacionais (Foto: Adere)<\/figcaption><\/figure>\n<p><span class=\"author\">Daniela Penha \/Rep\u00f3rter Brasil<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"excerpt\">\n<p><strong>A\u00e7\u00e3o resgatou 18 trabalhadores de propriedade mineira que tinha dois dos mais importantes selos de boas pr\u00e1ticas do mundo. Embora sua certificadora tenha aprovado a fazenda, a Starbucks nega ter comprado o produto.<\/strong><\/p>\n<p>Quem chega \u00e0\u00a0fazenda\u00a0C\u00f3rrego das Almas, em Piumhi, no interior de Minas Gerais, imagina que est\u00e1 diante de uma\u00a0propriedade\u00a0modelo. \u201cN\u00e3o \u00e9 permitido trabalho escravo ou for\u00e7ado\u201d, diz uma placa, das v\u00e1rias que ostentam certifica\u00e7\u00f5es internacionais \u2013 entre elas, uma ligada \u00e0 norte-americana Starbucks. Nas planta\u00e7\u00f5es de caf\u00e9, por\u00e9m, trabalhadores rurais eram expostos a condi\u00e7\u00f5es degradantes de trabalho, viviam em alojamentos prec\u00e1rios, sem rede de esgoto e \u00e1gua pot\u00e1vel. Na semana passada, em opera\u00e7\u00e3o no local, auditores-fiscais do Minist\u00e9rio do Trabalho resgataram 18 trabalhadores rurais em situa\u00e7\u00e3o an\u00e1loga \u00e0 escravid\u00e3o.<\/p>\n<p>A fazenda, conhecida na regi\u00e3o como Fartura, tinha o selo UTZ, o maior do caf\u00e9, que foi suspenso ap\u00f3s a certificadora ser questionada pela\u00a0<b>Rep\u00f3rter Brasil\u00a0<\/b>sobre o flagrante. A propriedade rural possui tamb\u00e9m a certifica\u00e7\u00e3o C.A.F.E. Practices, selo da Starbucks em parceria com SCS Global Services. As duas empresas informaram \u00e0 reportagem que v\u00e3o rever o certificado de qualidade da fazenda. As certificadoras verificam cadeias produtivas e t\u00eam entre seus objetivos garantir compras \u00e9ticas, com boas pr\u00e1ticas trabalhistas.<\/p>\n<p>Mas a realidade na fazenda era bem diferente do anunciado pelos selos de qualidade. \u201cA gente n\u00e3o recebia por feriado, domingo, nada. E trabalhava de segunda a s\u00e1bado, sem marca\u00e7\u00e3o de horas. Durante a semana, entrava \u00e0s 6h e s\u00f3 parava \u00e0s 17h\u201d, afirma um dos trabalhadores resgatados. \u201cTinha muito morcego e rato. A gente comprava comida e os ratos comiam. A\u00ed, tinha que comprar de novo\u201d, diz outra ex-trabalhadora da fazenda.<\/p>\n<p>O grupo vivia em moradias coletivas, sem \u00e1gua pot\u00e1vel. Os auditores entenderam que a rede de saneamento era t\u00e3o prec\u00e1ria que colocava em risco a sa\u00fade dos trabalhadores. Segundo o relato do grupo resgatado, era comum encontrar morcegos mortos nas caixas d\u00b4\u00e1gua, que n\u00e3o tinham tampa. Eles\u00a0chegaram acozinhar e beber \u00e1gua contaminada pelos animais.<\/p>\n<blockquote><p><strong>\u201cTinha muito morcego e rato. A gente comprava comida e os ratos comiam\u201d, afirma um dos trabalhadores resgatados<\/strong><\/p><\/blockquote>\n<p>Al\u00e9m disso, trabalhadores denunciam que a contagem da colheita para a remunera\u00e7\u00e3o era fraudada. \u201cA gente colhia e eles deixavam para pesar no outro dia. Quando chegava l\u00e1, cad\u00ea o caf\u00e9? E a\u00ed tinha a humilha\u00e7\u00e3o: a gente ia reclamar e eles riam da nossa cara\u201d, afirma um dos resgatados. \u201cEu sempre colhi caf\u00e9 e nunca passei por isso na vida. N\u00e3o deu nem para mandar dinheiro para casa\u201d, complementa o outro.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m foi relatado que, para descontar o cheque que recebiam com o pagamento ou para comprar alimentos, os trabalhadores tinham que pagar R$ 20 de um \u201c\u00f4nibus clandestino\u201d, nas palavras de um deles, para ir at\u00e9 a cidade mais pr\u00f3xima da fazenda. \u201cPara receber o pagamento, a gente j\u00e1 tinha que pagar. Perdia dinheiro\u201d.<\/p>\n<p>A UTZ confirmou que a auditoria da fazenda foi realizada em fevereiro deste ano e o certificado emitido em abril. Ap\u00f3s o questionamento da\u00a0<b>Rep\u00f3rter Brasil,<\/b>\u00a0o \u00f3rg\u00e3o decidiu suspender a certifica\u00e7\u00e3o at\u00e9 que consiga investigar a situa\u00e7\u00e3o da unidade. \u201cOs direitos e bem-estar dos trabalhadores s\u00e3o da maior import\u00e2ncia e s\u00e3o parte integrante do nosso padr\u00e3o. Levamos muito a s\u00e9rio as quest\u00f5es levantadas, pois violariam o padr\u00e3o UTZ. Sempre que recebemos evid\u00eancias confi\u00e1veis \u200b\u200bsobre viola\u00e7\u00f5es em fazendas certificadas pela UTZ, tomamos medidas imediatas, o que inclui a realiza\u00e7\u00e3o de uma investiga\u00e7\u00e3o profunda\u201d, informou a entidade em nota.<\/p>\n<figure id=\"attachment_2461\" aria-describedby=\"caption-attachment-2461\" style=\"width: 397px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-2461\" src=\"https:\/\/www.sinposba.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/CAFETERIA-300x170.jpg\" alt=\"\" width=\"397\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www.sinposba.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/CAFETERIA-300x170.jpg 300w, https:\/\/www.sinposba.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/CAFETERIA-768x436.jpg 768w, https:\/\/www.sinposba.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/CAFETERIA.jpg 800w\" sizes=\"auto, (max-width: 397px) 100vw, 397px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-2461\" class=\"wp-caption-text\">Cafeteria Starbucks, no Rio de Janeiro: selo dado por empresa da multinacional contempla fazenda flagrada com trabalho escravo (Foto: Starbucks \/ Divulga\u00e7\u00e3o)<\/figcaption><\/figure>\n<p>A Starbucks afirmou que a fazenda Fartura \u00e9 certificada desde 2016, mas negou a compra de caf\u00e9s da unidade. A empresa ressaltou que est\u00e1 iniciando um processo de investiga\u00e7\u00e3o para a poss\u00edvel revis\u00e3o do selo. \u201cN\u00f3s j\u00e1 estamos investigando esse assunto e continuaremos a prestar muita aten\u00e7\u00e3o \u00e0s notifica\u00e7\u00f5es do Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego. Nenhuma fazenda da lista do trabalho escravo pode fornecer caf\u00e9 para a Starbucks\u201d, informou a nota.<\/p>\n<blockquote><p>\u201c<strong>Eu sempre colhi caf\u00e9 e nunca passei por isso na vida. N\u00e3o deu nem para mandar dinheiro para casa\u201d, relata um trabalhador rural que foi resgatado na opera\u00e7\u00e3o\u00a0<\/strong><\/p><\/blockquote>\n<p>A SCS, parceira da Starbucks no selo C.A.F.E, informou que s\u00e3o realizadas inspe\u00e7\u00f5es e auditorias antes da certifica\u00e7\u00e3o e que, na \u00e9poca em que o processo foi realizado na Fartura, n\u00e3o havia ind\u00edcios de trabalho escravo: \u201cO trabalho for\u00e7ado \u00e9 considerado um indicador de toler\u00e2ncia zero, portanto as fazendas com trabalho for\u00e7ado n\u00e3o seriam eleg\u00edveis para o status no programa\u201d.<\/p>\n<p>Al\u00e9m desses dois selos, um painel na Fartura sugere ainda que ela possui verifica\u00e7\u00e3o pela Associa\u00e7\u00e3o 4C, da Coffee Assurance Services, \u00f3rg\u00e3o mundial. Mas a entidade informou que a fazenda est\u00e1 em processo de an\u00e1lise, \u201ca decis\u00e3o final de licenciamento ainda n\u00e3o foi emitida\u201d.<\/p>\n<p>O flagrante de trabalho escravo na fazenda evidencia falhas nos processos de certifica\u00e7\u00e3o do caf\u00e9. \u201cN\u00e3o \u00e9 a primeira, a segunda e n\u00e3o vai ser a \u00faltima vez que uma fazenda certificada \u00e9 denunciada na pr\u00e1tica de trabalho escravo e viola\u00e7\u00e3o de direitos trabalhistas\u201d, afirma Jorge Ferreira dos Santos, coordenador da Articula\u00e7\u00e3o dos Empregadores Rurais de Minas Gerais (Adere-MG), que acompanhou as fiscaliza\u00e7\u00f5es. Para ele,\u00a0<a href=\"http:\/\/reporterbrasil.org.br\/2017\/01\/cafe-certificado-trabalhador-sem-direitos\/\" target=\"_parent\" rel=\"noopener\">o sistema de certifica\u00e7\u00f5es \u00e9 fr\u00e1gil, pouco transparente<\/a>\u00a0e atende a fins econ\u00f4micos, sem \u201clevar em considera\u00e7\u00e3o a vis\u00e3o e a realidade dos trabalhadores\u201d.<\/p>\n<p>A fazenda Fartura, que tem cerca de 3 milh\u00f5es de p\u00e9s de caf\u00e9, tamb\u00e9m produz soja, feij\u00e3o e gado, e possui 151 funcion\u00e1rios, segundo informa\u00e7\u00f5es dos autos de infra\u00e7\u00e3o. A propriedade \u00e9 arrendada e administrada por Fabiana Soares Ferreira que informou, por meio de nota enviada por sua advogada, Amanda Costa, que recebeu a fiscaliza\u00e7\u00e3o \u201ccom espanto\u201d, j\u00e1 que o trabalho escravo \u00a0n\u00e3o \u00e9 a \u201cfilosofia de trabalho\u201d da empresa. \u201cNossa fazenda atua no mercado de caf\u00e9 h\u00e1 muitos anos e sempre procurou cumprir todas as exig\u00eancias legais, inclusive para obter todas as certifica\u00e7\u00f5es, licen\u00e7as e premia\u00e7\u00f5es que s\u00e3o extremamente exigentes\u201d, informou a nota.<\/p>\n<figure id=\"attachment_2462\" aria-describedby=\"caption-attachment-2462\" style=\"width: 345px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-2462\" src=\"https:\/\/www.sinposba.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/CAF\u00c9-300x168.jpg\" alt=\"\" width=\"345\" height=\"193\" srcset=\"https:\/\/www.sinposba.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/CAF\u00c9-300x168.jpg 300w, https:\/\/www.sinposba.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/CAF\u00c9-768x430.jpg 768w, https:\/\/www.sinposba.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/CAF\u00c9.jpg 810w\" sizes=\"auto, (max-width: 345px) 100vw, 345px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-2462\" class=\"wp-caption-text\">Fazenda C\u00f3rrego da Prata, de onde 15 trabalhadores foram resgatados, \u00e9 de cunhada do deputado estadual Emidinho Madeira (Foto: Adere)<\/figcaption><\/figure>\n<h1><b>Jornadas de 14 horas<\/b><\/h1>\n<p>Tamb\u00e9m em Minas Gerais, na cidade de Muzambinho, outros 15 trabalhadores em situa\u00e7\u00e3o an\u00e1loga \u00a0\u00e0 escravid\u00e3o foram resgatados na semana passada de uma fazenda de propriedade de Maria J\u00falia Pereira, cunhada do deputado estadual de Minas Gerais Emidinho Madeira (PSB). O pai do deputado, Em\u00eddio Madeira, tem duas fazendas que est\u00e3o na lista suja do trabalho escravo divulgada em abril deste ano. Apesar de ser de propriedade de Maria J\u00falia, a fazenda C\u00f3rrego da Prata era arrendada por Elias Rodrigo de Almeida, autuado na opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<blockquote><p><strong>\u201cEra desgastante\u201d, conta resgatado que trabalhava das 6h \u00e0s 20h.<\/strong><\/p><\/blockquote>\n<p>Entre os trabalhadores resgatados, havia um adolescente de 17 anos. Eles relataram que eram obrigados a comprar o pr\u00f3prio maquin\u00e1rio utilizado, contraindo d\u00edvidas de R$ 2,5 mil a R$ 3 mil antes mesmo de come\u00e7arem a colheita. O grupo ainda relatou \u00e0\u00a0<b>Rep\u00f3rter Brasil<\/b>\u00a0que durante os 90 dias de trabalho n\u00e3o tiveram uma \u00fanica folga. S\u00f3 deixavam de colher caf\u00e9 nos dias de chuva, trabalhando \u201cdas 6h \u00e0s 20h\u201d, conforme contou um deles. \u201cE se parasse, o patr\u00e3o ainda ficava bravo\u201d, complementou outro resgatado. \u201cEra desgastante\u201d.<\/p>\n<p>Apesar de n\u00e3o ter sido autuada, os trabalhadores afirmam que era Maria J\u00falia quem fazia os pagamentos. Por meio de nota enviada pelo advogado Thiago de Lima Dini, ela informou que adquiriu a fazenda no final de 2016 e que em dezembro do mesmo ano a arrendou a Almeida, \u201cdesconhecendo quaisquer procedimentos e ocorr\u00eancias naquela propriedade\u201d. O advogado, que tamb\u00e9m representa Almeida, afirmou ainda que ele \u201cterceirizou a contrata\u00e7\u00e3o dos trabalhadores\u201d e que \u00e9 \u201cuma v\u00edtima, assim como os demais trabalhadores\u201d.<\/p>\n<p>A Fazenda C\u00f3rrego da Prata recebeu 34 autos de infra\u00e7\u00e3o e pagou R$ 87 mil de acerto aos trabalhadores. Para a Fazenda Fartura foram entregues 27 autos de infra\u00e7\u00e3o com pagamento de R$ 71 mil pelos acertos rescis\u00f3rios.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Daniela Penha \/Rep\u00f3rter Brasil A\u00e7\u00e3o resgatou 18 trabalhadores de propriedade mineira que tinha dois dos mais importantes selos de boas pr\u00e1ticas do mundo. Embora sua certificadora tenha aprovado a fazenda, a Starbucks nega ter comprado o produto. Quem chega \u00e0\u00a0fazenda\u00a0C\u00f3rrego das Almas, em Piumhi, no interior de Minas Gerais, imagina que est\u00e1 diante de uma\u00a0propriedade\u00a0modelo. [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":2462,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[25],"tags":[],"class_list":["post-2459","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2459","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2459"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2459\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2464,"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2459\/revisions\/2464"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2462"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2459"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2459"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2459"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}