{"id":24985,"date":"2022-02-04T12:03:27","date_gmt":"2022-02-04T15:03:27","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/?p=24985"},"modified":"2022-02-04T12:03:27","modified_gmt":"2022-02-04T15:03:27","slug":"omicron-873-dos-medicos-brasileiros-se-infectaram-nos-ultimos-2-meses-mostra-estudo-inedito","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/2022\/02\/04\/omicron-873-dos-medicos-brasileiros-se-infectaram-nos-ultimos-2-meses-mostra-estudo-inedito\/","title":{"rendered":"\u00d4micron: 87,3% dos m\u00e9dicos brasileiros se infectaram nos \u00faltimos 2 meses, mostra estudo in\u00e9dito"},"content":{"rendered":"<div class=\"yue\">\n<p><strong>RIO \u2014 A nova onda de Covid-19 provocada pela \u00d4micron gerou um forte impacto sobre os m\u00e9dicos brasileiros: 87,3% deles foram acometidos pela doen\u00e7a nos \u00faltimos dois meses. \u00c9 o que mostra um levantamento in\u00e9dito feito pela Associa\u00e7\u00e3o M\u00e9dica Brasileira (AMB), em parceria com a Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Medicina (APM).<\/strong><\/p>\n<p>E o aumento exponencial de casos n\u00e3o afetou apenas a sa\u00fade f\u00edsica, como tamb\u00e9m a mental desses profissionais. Os m\u00e9dicos afirmam que est\u00e3o apreensivos (51,6%), esgotados (51,1%) e ansiosos (42,7%) com o cen\u00e1rio atual da pandemia. Al\u00e9m disso, observam que os colegas de profiss\u00e3o dos locais em que atuam est\u00e3o estressados (62,4%) e sobrecarregados (64,2%).<\/p>\n<p>O levantamento contou com a participa\u00e7\u00e3o de 3.517 profissionais de Medicina de todas as regi\u00f5es do Brasil que responderam ao question\u00e1rio online por meio da plataforma SurveyMonkey, entre os dias 21 e 31 de janeiro de 2022. A maior parte dos participantes \u00e9 da regi\u00e3o Sudeste, com a faixa et\u00e1ria entre 51 e 70 anos. Eles atuam em hospitais p\u00fablicos, privados e consult\u00f3rios de todo o pa\u00eds, sendo que 52,5% est\u00e3o atuando na linha de frente no combate ao coronav\u00edrus.<\/p>\n<p>Na percep\u00e7\u00e3o dos m\u00e9dicos, 7 em cada 10 brasileiros n\u00e3o est\u00e3o usando m\u00e1scaras corretamente. No entanto, 74% dos profissionais considera que a vacina\u00e7\u00e3o est\u00e1 sendo aderira pela popula\u00e7\u00e3o. E eles tamb\u00e9m opinaram sobre quais pontos o Governo deixa claramente a desejar, a exemplo da realiza\u00e7\u00e3o de testes (21,7%) e no rastreio dos contactantes (8,3%).<\/p>\n<p>Os m\u00e9dicos relataram tamb\u00e9m as dificuldades enfrentadas nesta nova onda de Covid-19 provocada pela \u00d4micron. A falta de m\u00e9dicos, enfermeiros e outros profissionais de sa\u00fade foi apontada por 44,8% deles como a maior defici\u00eancia na aten\u00e7\u00e3o \u00e0 pandemia do coronav\u00edrus. Na pesquisa feita pela AMB e APM divulgada em fevereiro do ano passado, essa percep\u00e7\u00e3o era tida por 32,5% dos entrevistados na ocasi\u00e3o.<\/p>\n<figure>\n<p><figure style=\"width: 1086px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ogimg.infoglobo.com.br\/in\/25378045-343-0fe\/FT1086A\/Tedros-Adhanom-Ghebreyesus-diretor-geral-oms.jpg\" alt=\"Identificada pela primeira vez na \u00c1frica do Sul, em novembro de 2021, a \u00d4micron foi classificada como Variante de Preocupa\u00e7\u00e3o (VOC) pela OMS no dia 26 de novembro. Na foto, Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor geral da OMS. Foto: DENIS BALIBOUSE \/ REUTERS\" width=\"1086\" height=\"652\" data-src=\"https:\/\/ogimg.infoglobo.com.br\/in\/25378045-343-0fe\/FT1086A\/Tedros-Adhanom-Ghebreyesus-diretor-geral-oms.jpg\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Identificada pela primeira vez na \u00c1frica do Sul, em novembro de 2021, a \u00d4micron foi classificada como Variante de Preocupa\u00e7\u00e3o (VOC) pela OMS no dia 26 de novembro. Na foto, Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor geral da OMS. Foto: DENIS BALIBOUSE \/ REUTERS<\/figcaption><\/figure><\/figure>\n<figure>\n<p><figure style=\"width: 1086px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ogimg.infoglobo.com.br\/in\/25338971-d46-c17\/FT1086A\/imagem-omicron-universidade-hong-kong.jpg\" alt=\"Com o avan\u00e7o da \u00d4micron pelo mundo, v\u00e1rios centros de pesquisa come\u00e7aram a fazer estudos sobre a nova variante. Esta \u00e9 a primeira imagem da \u00d4micron, divulgada pela Universidade de Hong Kong. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\" width=\"1086\" height=\"652\" data-src=\"https:\/\/ogimg.infoglobo.com.br\/in\/25338971-d46-c17\/FT1086A\/imagem-omicron-universidade-hong-kong.jpg\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Com o avan\u00e7o da \u00d4micron pelo mundo, v\u00e1rios centros de pesquisa come\u00e7aram a fazer estudos sobre a nova variante. Esta \u00e9 a primeira imagem da \u00d4micron, divulgada pela Universidade de Hong Kong. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure><\/figure>\n<figure>\n<p><figure style=\"width: 1086px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ogimg.infoglobo.com.br\/in\/25354716-4a8-900\/FT1086A\/testagem.jpg\" alt=\"Mais transmiss\u00edvel do que as demais cepas, a \u00d4micron fez os casos de Covid-19 crescerem vertiginosamente, tanto no Brasil quando nos outros pa\u00edses do mundo. A demanda por testes aumentou. Pessoas fazem teste de Covid-19 no posto municipal de testagem de Covid na Faculdade Cenecista Capit\u00e3o Lemos Cunha, na Ilha do Governador Foto: Fabiano Rocha\/ Ag\u00eancia O Globo\" width=\"1086\" height=\"652\" data-src=\"https:\/\/ogimg.infoglobo.com.br\/in\/25354716-4a8-900\/FT1086A\/testagem.jpg\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Mais transmiss\u00edvel do que as demais cepas, a \u00d4micron fez os casos de Covid-19 crescerem vertiginosamente, tanto no Brasil quando nos outros pa\u00edses do mundo. A demanda por testes aumentou. Pessoas fazem teste de Covid-19 no posto municipal de testagem de Covid na Faculdade Cenecista Capit\u00e3o Lemos Cunha, na Ilha do Governador Foto: Fabiano Rocha\/ Ag\u00eancia O Globo<\/figcaption><\/figure><\/figure>\n<figure>\n<p><figure style=\"width: 1086px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ogimg.infoglobo.com.br\/in\/25369278-25a-643\/FT1086A\/sintomas.jpg\" alt=\"Coriza, dor de garganta, dor de cabe\u00e7a, cansa\u00e7o e espirros s\u00e3o os sintomas mais comuns da \u00d4micron. Os sintomas s\u00e3o mais leves porque a nova variante se concentra nas vias a\u00e9reas superiores, como boca, nariz e garganta \u2014 dificilmente chega ao pulm\u00e3o. Foto: Pixabay\" width=\"1086\" height=\"652\" data-src=\"https:\/\/ogimg.infoglobo.com.br\/in\/25369278-25a-643\/FT1086A\/sintomas.jpg\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Coriza, dor de garganta, dor de cabe\u00e7a, cansa\u00e7o e espirros s\u00e3o os sintomas mais comuns da \u00d4micron. Os sintomas s\u00e3o mais leves porque a nova variante se concentra nas vias a\u00e9reas superiores, como boca, nariz e garganta \u2014 dificilmente chega ao pulm\u00e3o. Foto: Pixabay<\/figcaption><\/figure><\/figure>\n<figure>\n<p><figure style=\"width: 1086px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ogimg.infoglobo.com.br\/in\/25378039-31c-fea\/FT1086A\/internacao-omicron-covid.jpg\" alt=\"A \u00d4micron provoca sintomas mais leves do que as cepas anteriores do coronav\u00edrus, mas o aumento expressivo de casos elevou a taxa de ocupa\u00e7\u00e3o dos leitos de enfermaria e de UTI dos hospitais no Brasil e no mundo. O Hospital municipal Ronaldo Gazolla, no Rio, voltou a internar pacientes com Covid-19 devido a chegada da \u00d4micron. Nas UTIs da unidade, mais de 80% dos pacientes \u00e9 de n\u00e3o vacinados ou parcialmente vacinados. Foto: M\u00e1rcia Foletto \/ Ag\u00eancia O Globo\" width=\"1086\" height=\"652\" data-src=\"https:\/\/ogimg.infoglobo.com.br\/in\/25378039-31c-fea\/FT1086A\/internacao-omicron-covid.jpg\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">A \u00d4micron provoca sintomas mais leves do que as cepas anteriores do coronav\u00edrus, mas o aumento expressivo de casos elevou a taxa de ocupa\u00e7\u00e3o dos leitos de enfermaria e de UTI dos hospitais no Brasil e no mundo. O Hospital municipal Ronaldo Gazolla, no Rio, voltou a internar pacientes com Covid-19 devido a chegada da \u00d4micron. Nas UTIs da unidade, mais de 80% dos pacientes \u00e9 de n\u00e3o vacinados ou parcialmente vacinados. Foto: M\u00e1rcia Foletto \/ Ag\u00eancia O Globo<\/figcaption><\/figure><\/figure>\n<figure>\n<p><figure style=\"width: 1086px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ogimg.infoglobo.com.br\/in\/25343859-dc4-32d\/FT1086A\/macara-metro-covid.jpg\" alt=\"A grande capacidade de transmiss\u00e3o da \u00d4micron gera a necessidade de uso de m\u00e1scaras mais filtrantes, como as do tipo N95 ou PFF2, dizem especialistas. Foto: TOLGA AKMEN \/ AFP\" width=\"1086\" height=\"652\" data-src=\"https:\/\/ogimg.infoglobo.com.br\/in\/25343859-dc4-32d\/FT1086A\/macara-metro-covid.jpg\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">A grande capacidade de transmiss\u00e3o da \u00d4micron gera a necessidade de uso de m\u00e1scaras mais filtrantes, como as do tipo N95 ou PFF2, dizem especialistas. Foto: TOLGA AKMEN \/ AFP<\/figcaption><\/figure><\/figure>\n<figure>\n<p><figure style=\"width: 1086px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ogimg.infoglobo.com.br\/in\/25322921-c40-99f\/FT1086A\/vacina-pfizer.jpg\" alt=\"A \u00d4micron mostrou capacidade de escapar da prote\u00e7\u00e3o conferida pelas vacinas existentes contra a Covid-19. No entanto, os imunizantes ainda protegem contra casos graves e morte, principalmente ap\u00f3s a dose de refor\u00e7o. No entanto, a Pfizer iniciou a fase de estudos cl\u00ednicos para uma vacina espec\u00edfica contra a \u00d4micron. Foto: CLODAGH KILCOYNE \/ REUTERS\" width=\"1086\" height=\"652\" data-src=\"https:\/\/ogimg.infoglobo.com.br\/in\/25322921-c40-99f\/FT1086A\/vacina-pfizer.jpg\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">A \u00d4micron mostrou capacidade de escapar da prote\u00e7\u00e3o conferida pelas vacinas existentes contra a Covid-19. No entanto, os imunizantes ainda protegem contra casos graves e morte, principalmente ap\u00f3s a dose de refor\u00e7o. No entanto, a Pfizer iniciou a fase de estudos cl\u00ednicos para uma vacina espec\u00edfica contra a \u00d4micron. Foto: CLODAGH KILCOYNE \/ REUTERS<\/figcaption><\/figure><\/figure>\n<figure>\n<p><figure style=\"width: 1086px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ogimg.infoglobo.com.br\/in\/25352512-fcd-a92\/FT1086A\/autoteste-covid.jpg\" alt=\"A alta nos casos de Covid-19 aumentou a demanda por testes. Diante da escassez de exames, o debate sobre os autotestes cresceu no Brasil. Em janeiro de 2022, a Anvisa autorizou o uso de autotestes de Covid-19 no pa\u00eds. Foto: Damien Meyer \/ AFP\" width=\"1086\" height=\"652\" data-src=\"https:\/\/ogimg.infoglobo.com.br\/in\/25352512-fcd-a92\/FT1086A\/autoteste-covid.jpg\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">A alta nos casos de Covid-19 aumentou a demanda por testes. Diante da escassez de exames, o debate sobre os autotestes cresceu no Brasil. Em janeiro de 2022, a Anvisa autorizou o uso de autotestes de Covid-19 no pa\u00eds. Foto: Damien Meyer \/ AFP<\/figcaption><\/figure><\/figure>\n<figure>\n<p><figure style=\"width: 1086px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/ogimg.infoglobo.com.br\/in\/25359182-465-276\/FT1086A\/mascara.jpg\" alt=\"A variante \u00d4micron tem se mostrado n\u00e3o uma nova onda da Covid, mas um verdadeiro tsunami, provocando uma explos\u00e3o de casos. Da experi\u00eancia desses lugares vem sendo poss\u00edvel prever o tempo de dura\u00e7\u00e3o da crise: entre quatro e seis semanas de aumento vertiginoso no n\u00famero de infec\u00e7\u00f5es at\u00e9 atingir o pico, seguido por, da mesma forma, queda acentuada. Caso o Brasil siga esse padr\u00e3o, estar\u00edamos a duas ou tr\u00eas semanas do pico e, assim, entrando logo em queda.\u00a0Alguns estados brasileiros j\u00e1 demonstram diminui\u00e7\u00e3o de casos. Foto: Edilson Dantas \/ Ag\u00eancia O Globo\" width=\"1086\" height=\"652\" data-src=\"https:\/\/ogimg.infoglobo.com.br\/in\/25359182-465-276\/FT1086A\/mascara.jpg\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">A variante \u00d4micron tem se mostrado n\u00e3o uma nova onda da Covid, mas um verdadeiro tsunami, provocando uma explos\u00e3o de casos. Da experi\u00eancia desses lugares vem sendo poss\u00edvel prever o tempo de dura\u00e7\u00e3o da crise: entre quatro e seis semanas de aumento vertiginoso no n\u00famero de infec\u00e7\u00f5es at\u00e9 atingir o pico, seguido por, da mesma forma, queda acentuada. Caso o Brasil siga esse padr\u00e3o, estar\u00edamos a duas ou tr\u00eas semanas do pico e, assim, entrando logo em queda. Alguns estados brasileiros j\u00e1 demonstram diminui\u00e7\u00e3o de casos. Foto: Edilson Dantas \/ Ag\u00eancia O Globo<\/figcaption><\/figure><\/figure>\n<p>Hoje, 96,1% dos m\u00e9dicos que atendem em locais que recebem pacientes com Covid-19 observam tend\u00eancia de alta no n\u00famero de casos em algum grau. Quanto aos \u00f3bitos, a tend\u00eancia de alta \u00e9 apontada por 40,5%.<\/p>\n<p>O aumento exponencial de casos n\u00e3o est\u00e1 gerando mortes na mesma propor\u00e7\u00e3o, apesar de o n\u00famero de \u00f3bitos ter aumentado no Brasil no come\u00e7o de 2022. E isso se deve a dois fatos: grande parte da popula\u00e7\u00e3o brasileira est\u00e1 vacinada, inclusive com a dose de refor\u00e7o; e a \u00d4micron se instala primeiro nas vias a\u00e9reas do corpo, demorando a afetar os pulm\u00f5es (na maioria das vezes o sistema imunol\u00f3gico a combate antes que ela consiga &#8220;descer&#8221;), diminuindo o risco de gravidade da doen\u00e7a.<\/p>\n<p>Os participantes da pesquisa n\u00e3o est\u00e3o otimistas quanto ao fim da pandemia: quase 90% deles acredita que novas variantes surgir\u00e3o no futuro, mas a maioria (57,1%) aposta que as pr\u00f3ximas cepas causar\u00e3o muitos casos e poucas mortes. No entanto, 81,4% est\u00e3o com a percep\u00e7\u00e3o de que a ocupa\u00e7\u00e3o das UTIs est\u00e1 menor do que nos momentos mais cr\u00edticos de 2021.<\/p>\n<p>Mais da metade dos m\u00e9dicos que responderam \u00e0 pesquisa considera que as fake news interferem negativamente no enfrentamento \u00e0 Covid-19: 57,2% deles acrediram que as not\u00edcias falsas levam algumas pessoas a minimizar (ou negar) o problema; 55,1% acham que as fake news interferem negativamente, pois fazem os pacientes desacreditarem na ci\u00eancia e dificulta a aceita\u00e7\u00e3o das decis\u00f5es dos profissionais da Sa\u00fade; 37,7% indicam que as desinforma\u00e7\u00f5es fazem pacientes\/familiares pressionam por tratamentos sem comprova\u00e7\u00e3o cient\u00edfica; 13,7% n\u00e3o consideram que as fake news tenham interfer\u00eancia. Nesta pergunta, os m\u00e9dicos poderiam escolher mais de uma resposta.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"share-wrapper\">www.oglobo.globo.com\/saude<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>RIO \u2014 A nova onda de Covid-19 provocada pela \u00d4micron gerou um forte impacto sobre os m\u00e9dicos brasileiros: 87,3% deles foram acometidos pela doen\u00e7a nos \u00faltimos dois meses. \u00c9 o que mostra um levantamento in\u00e9dito feito pela Associa\u00e7\u00e3o M\u00e9dica Brasileira (AMB), em parceria com a Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Medicina (APM). 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