{"id":26212,"date":"2022-04-25T11:22:53","date_gmt":"2022-04-25T14:22:53","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/?p=26212"},"modified":"2022-04-25T11:22:53","modified_gmt":"2022-04-25T14:22:53","slug":"bdf-visita-comunidades-onde-familias-adoecem-sob-suspeita-de-contaminacao-por-agrotoxicos-no-ma","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/2022\/04\/25\/bdf-visita-comunidades-onde-familias-adoecem-sob-suspeita-de-contaminacao-por-agrotoxicos-no-ma\/","title":{"rendered":"BdF visita comunidades onde fam\u00edlias adoecem sob suspeita de contamina\u00e7\u00e3o por agrot\u00f3xicos no MA"},"content":{"rendered":"<p class=\"description\"><strong>Ap\u00f3s enchentes, produtos qu\u00edmicos de fazendas de soja podem ter contaminado mais de dez comunidades ribeirinhas<\/strong><\/p>\n<p><strong>Ou\u00e7a o \u00e1udio:<\/strong><\/p>\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-26212-1\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"https:\/\/www.sinposba.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/20-04-22-FAMILIAS-ADOECEM-MA-MARIANA-CASTRO-vale-este.mp3?_=1\" \/><a href=\"https:\/\/www.sinposba.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/20-04-22-FAMILIAS-ADOECEM-MA-MARIANA-CASTRO-vale-este.mp3\">https:\/\/www.sinposba.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/20-04-22-FAMILIAS-ADOECEM-MA-MARIANA-CASTRO-vale-este.mp3<\/a><\/audio>\n<p>Queimaduras, coceira, febre e v\u00f4mito s\u00e3o apenas alguns dos sintomas que afetaram cerca de dez comunidades ribeirinhas no Parque do Mirador, unidade estadual de conserva\u00e7\u00e3o ao sul do Maranh\u00e3o. A localidade \u00e9 cercada\u00a0por extensos plantios de milho e soja, e a contamina\u00e7\u00e3o por agrot\u00f3xicos \u00e9 a principal suspeita dos moradores.<\/p>\n<p>Com uma \u00e1rea de cerca de 500 mil hectares e uma extens\u00e3o de \u00e1gua de mais de mil quil\u00f4metros, o parque abriga quase 300 fam\u00edlias, distribu\u00eddas em 56 comunidades tradicionais que usam recursos naturais como condi\u00e7\u00e3o para a sobreviv\u00eancia.<\/p>\n<p><strong>Assista:<\/strong><\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"YouTube video player\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/BPT7rhIg_-M\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/p>\n<figure style=\"width: 800px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images02.brasildefato.com.br\/f5eb8480142f03b87187f335c2cb4755.jpeg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"533\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Uma das v\u00edtimas, Edilene Santana nasceu na beira do rio e aponta suspeita de contamina\u00e7\u00e3o por agrot\u00f3xicos \/ Elitiel Guedes<\/figcaption><\/figure>\n<p>Nascida na beira do rio pelas m\u00e3os da av\u00f3 parteira, Edilene Santana \u00e9 moradora da Comunidade Porquinhos e foi uma das v\u00edtimas dos sintomas, que aponta terem sido motivados por envenenamento de agrot\u00f3xicos.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o \u00e9 s\u00f3 eu que imagino isso, muitos que moram aqui a gente pensa que pode ser alguma coisa de veneno, dessas empresas que desce em cima dessa serra\u201d.<\/p>\n<p>Sem abastecimento\u00a0regular de \u00e1gua, as comunidades tradicionais da regi\u00e3o sempre utilizaram rios e riachos para tudo: desde o banho at\u00e9 a pesca. Agora, por\u00e9m, t\u00eam medo de manter o consumo.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 um local que a gente nasceu e se criou e eu mesmo n\u00e3o tenho planos de sair daqui da beira do rio, que a gente nasceu e se criou, se acostumou a beber a \u00e1gua dele. Agora a gente n\u00e3o t\u00e1 bebendo por conta do que t\u00e1 acontecendo a\u00ed nas \u00e1guas\u201d.<\/p>\n<p class=\"ckeditor-subtitle\"><strong>O caso de mirador<\/strong><\/p>\n<figure style=\"width: 800px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images03.brasildefato.com.br\/f91666e19748aafa27ee67bdbef6771a.jpeg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"533\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Ber\u00e7o de nascentes de \u00e1gua, o Parque do Mirador \u00e9 o segundo maior parque nacional do bioma cerrado \/ Taciano Brito<\/figcaption><\/figure>\n<p>O Parque Estadual do Mirador est\u00e1 localizado entre as nascentes dos rios Alpercatas e Itapecuru, no munic\u00edpio de Mirador (MA). Segundo maior parque nacional do bioma cerrado, \u00e9 respons\u00e1vel pelo abastecimento de vinte cidades maranhenses, incluindo \u00e1reas da capital S\u00e3o Lu\u00eds.<\/p>\n<p>As fam\u00edlias residem no que elas chamam de \u201cbaix\u00f5es\u201d. Acima delas\u00a0est\u00e3o as planta\u00e7\u00f5es de milho e soja, conhecidas na regi\u00e3o como \u201cprojetos\u201d. A suspeita \u00e9 que, com as enchentes, os agrot\u00f3xicos utilizados nas fazendas tenham descido pelas \u00e1guas e contaminado os moradores.<\/p>\n<p>Por meio de den\u00fancias da Federa\u00e7\u00e3o dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras do Estado do Maranh\u00e3o (Fetaema) e do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Mirador, o caso est\u00e1 sendo apurado pelo N\u00facleo de Direitos Humanos da Defensoria P\u00fablica do Estado (DPE\/MA) e Minist\u00e9rio P\u00fablico do Maranh\u00e3o (MP\/MA).<\/p>\n<figure style=\"width: 800px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images02.brasildefato.com.br\/441a65be74cf4702c3f1602e95564777.jpeg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"533\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Sem abastecimento de \u00e1gua, todo o consumo das comunidades \u00e9 diretamente dos rios e riachos \/ Elitiel Guedes<\/figcaption><\/figure>\n<p>Diogo Cabral, advogado da Fetaema, explica que as primeiras informa\u00e7\u00f5es chegaram ainda em outubro de 2021, quando oficiaram \u00f3rg\u00e3os respons\u00e1veis, como a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Naturais (Sema), mas somente em fevereiro deste ano foram tomadas as primeiras provid\u00eancias. Na \u00e9poca os sintomas afetaram mais comunidades e houve ampla divulga\u00e7\u00e3o do caso.<\/p>\n<p>\u201cLogo no come\u00e7o de janeiro, novas informa\u00e7\u00f5es surgiram dando conta que outras comunidades estavam com severos problemas de abastecimento porque as \u00e1guas estavam contaminadas e os sintomas que os moradores do parque relatavam eram os mesmos: coceira, feridas no corpo, dores de barriga, diarreia\u201d.<\/p>\n<figure style=\"width: 800px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images03.brasildefato.com.br\/be06e3a5b88561ff22231f0f812aaeee.jpeg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"533\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Riachos do Parque do Mirador se tornaram imensos corredores de lama \/ Elitiel Guedes<\/figcaption><\/figure>\n<p>Em visita \u00e0s comunidades no m\u00eas de mar\u00e7o, uma equipe da Fetaema percorreu cerca de 400km dentro do parque e comunidades limites, onde constatou o desmoronamento de uma barreira de &#8220;projeto&#8221; de soja.<\/p>\n<p>\u201cTentamos percorrer o circuito da lama e observamos que, de fato, houve um desmoronamento e essa lama foi despejada dentro dos rios, tanto \u00e9 que quando visitamos a Comunidade Papagaio, eles n\u00e3o tinham um pingo d\u2019\u00e1gua e a \u00e1gua do c\u00f3rrego estava completamente barrenta e fedendo. Ent\u00e3o temos a hip\u00f3tese que produtos qu\u00edmicos foram despejados de maneira indiscriminada nas \u00e1guas que abastecem as comunidades\u201d.<\/p>\n<p>Cabral lamenta a demora na apura\u00e7\u00e3o do caso e, especialmente, a falta de assist\u00eancia \u00e0s fam\u00edlias v\u00edtimas de conflitos agr\u00e1rios e envenenamento por agrot\u00f3xicos, dois problemas que v\u00eam se intensificando ao longo dos anos no pa\u00eds.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o h\u00e1 um mecanismo de conting\u00eancia adequado para atender as pessoas que s\u00e3o expostas a esse tipo de produto. Isso decorre de uma vis\u00e3o estreita sobre os direitos, de um desinteresse do Estado em garantir sa\u00fade adequada para essas popula\u00e7\u00f5es e de certo modo ao racismo estrutural que enfrentamos no nosso pa\u00eds\u201d.<\/p>\n<figure style=\"width: 800px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images02.brasildefato.com.br\/808659457eaa1b957290aec66253b159.jpeg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"533\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Meses ap\u00f3s a poss\u00edvel contamina\u00e7\u00e3o, as \u00e1guas seguem com altera\u00e7\u00e3o na cor, textura e odor \/ Elitiel Guedes<\/figcaption><\/figure>\n<p>Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Mirador e vereador do munic\u00edpio, Natanael Pereira tamb\u00e9m oficiou a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Turismo sobre as atividades agr\u00edcolas e requereu, junto do tamb\u00e9m vereador\u00a0Georgiano Pereira,\u00a0a coleta de \u00e1guas para averigua\u00e7\u00e3o de contamina\u00e7\u00e3o e consequ\u00eancias para a sa\u00fade humana.<\/p>\n<p>\u201cAl\u00e9m das fortes chuvas virem com essa \u00e1gua barrenta, com produtos, onde ela passou pelas planta\u00e7\u00f5es, h\u00e1 relatos de moradores que os plantios de mandioca, de arroz, foram destru\u00eddos com a \u00e1gua. E em seguida, logo que ela baixou, tudo acaba morrendo porque a gente acha que tem alguns produtos nessa \u00e1gua, que ela est\u00e1 contaminada\u201d.<\/p>\n<figure style=\"width: 800px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images03.brasildefato.com.br\/0b9f14d64930b5ac7b247f1d90c3405d.jpeg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"533\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Al\u00e9m da falta de abastecimento de \u00e1gua, as fam\u00edlias n\u00e3o receberam assist\u00eancia m\u00e9dica adequada \/ Elitiel Guedes<\/figcaption><\/figure>\n<p>Ant\u00f4nio Silva, agricultor rural da Comunidade Papagaio, apresentou coceira e caro\u00e7os com inflama\u00e7\u00f5es por todo o corpo. Apesar de depender das \u00e1guas dos rios, ele diz que a comunidade tem medo.<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s us\u00e1vamos ele [o rio] para tomar banho, cozinhava com ele, fazia de tudo com ele, lavava roupa (&#8230;) Hoje n\u00e3o estamos fazendo nada com ele, n\u00e3o estamos usando ele pra nada. Porque ningu\u00e9m sabe o que pode acontecer de agora pra frente\u201d.<\/p>\n<p class=\"ckeditor-subtitle\"><strong>Encaminhamentos<\/strong><\/p>\n<p>O defensor p\u00fablico Jean Nunes, respons\u00e1vel pelo N\u00facleo de Direitos Humanos da Defensoria P\u00fablica do Estado (DPE\/MA) explica que, em reuni\u00e3o institucional com o Governo do Estado e a Prefeitura de Mirador, foram definidos tr\u00eas eixos principais de trabalho e cobran\u00e7as: ajuda humanit\u00e1ria, atendimento m\u00e9dico e identifica\u00e7\u00e3o das causas da poss\u00edvel contamina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cSomente o Estado nos respondeu. O munic\u00edpio n\u00e3o cumpriu aquilo que foi acordado, n\u00e3o participou da reuni\u00e3o subsequente e nem justificou\u201d.<\/p>\n<p>Sem atitudes concretas da Prefeitura de Mirador, o defensor Jean Nunes ingressou com uma representa\u00e7\u00e3o circunstanciada ao Minist\u00e9rio P\u00fablico da regi\u00e3o, que d\u00e1 continuidade \u00e0 apura\u00e7\u00e3o do caso.<\/p>\n<p>Em nota ao\u00a0<strong>Brasil de Fato<\/strong>, o Promotor P\u00fablico Aar\u00e3o Castro informa que em fevereiro j\u00e1 havia sido aberto um procedimento administrativo para verificar o fato, mas que com as novas demandas encaminhadas pela DPE\/MA, \u201co procedimento encontra-se com tramita\u00e7\u00e3o regular e aguarda-se o parecer dos \u00f3rg\u00e3os t\u00e9cnicos para que seja dado o devido andamento\u201d.<\/p>\n<p>A Prefeitura de Mirador informa que foi descartada a contamina\u00e7\u00e3o por agrot\u00f3xicos nas \u00e1guas, mas n\u00e3o enviou c\u00f3pia de laudo. E diz que exames ainda devem ser feitos nos moradores, que est\u00e3o sendo tratados com pomadas para coceira.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao abastecimento de \u00e1gua, informa que n\u00e3o h\u00e1 condi\u00e7\u00f5es de efetuar uma resolu\u00e7\u00e3o emergencial, e por isso est\u00e3o sendo fornecidos gal\u00f5es de \u00e1gua mineral at\u00e9 que seja poss\u00edvel a constru\u00e7\u00e3o de po\u00e7os artesianos.<\/p>\n<p>Questionada sobre as provid\u00eancias de assist\u00eancia \u00e0s fam\u00edlias, bem como sobre parecer t\u00e9cnico das causas de poss\u00edvel contamina\u00e7\u00e3o, a Sema informa que \u201crealizou a\u00e7\u00f5es de fiscaliza\u00e7\u00e3o na \u00e1rea denunciada, por meio da Superintend\u00eancia de Fiscaliza\u00e7\u00e3o, e realizou a coleta das \u00e1guas dos Rios Papagaio, Mosquito e Sucuruju nos dias 25 e 26 de fevereiro de 2022\u201d, mas \u201co processo de apura\u00e7\u00e3o dos fatos denunciados encontra-se em andamento\u201d.<\/p>\n<p>www.brasildefato.com.br\/Mariana Castro<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ap\u00f3s enchentes, produtos qu\u00edmicos de fazendas de soja podem ter contaminado mais de dez comunidades ribeirinhas Ou\u00e7a o \u00e1udio: Queimaduras, coceira, febre e v\u00f4mito s\u00e3o apenas alguns dos sintomas que afetaram cerca de dez comunidades ribeirinhas no Parque do Mirador, unidade estadual de conserva\u00e7\u00e3o ao sul do Maranh\u00e3o. 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