{"id":27268,"date":"2022-06-02T22:41:59","date_gmt":"2022-06-03T01:41:59","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/?p=27268"},"modified":"2022-06-02T22:42:39","modified_gmt":"2022-06-03T01:42:39","slug":"havera-uma-quarta-onda-de-covid-no-brasil-especialistas-respondem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/2022\/06\/02\/havera-uma-quarta-onda-de-covid-no-brasil-especialistas-respondem\/","title":{"rendered":"Haver\u00e1 uma quarta onda de Covid no Brasil? Especialistas respondem"},"content":{"rendered":"<p><strong>Especialistas consultados pelo portal Vermelho lamentam que os governos tenham desobrigado o uso de m\u00e1scaras precocemente, favorecendo a dissemina\u00e7\u00e3o do v\u00edrus. A vacina\u00e7\u00e3o dever\u00e1 evitar o pior, dizem.<\/strong><\/p>\n<p>Entre 20 de mar\u00e7o e 16 de abril, per\u00edodo com o menor porcentual, a covid correspondia a 34,1% dos casos de S\u00edndrome Respirat\u00f3ria Aguda (SRAG) no Brasil. Nas \u00faltimas quatro semanas chegou a 59,6% dos casos (de 1\u00ba a 28 de maio). Estes dados constam do Boletim InfoGripe Fiocruz divulgado ontem (1\u00ba\/6).<\/p>\n<p>O aumento de SRAG associada \u00e0 covid indica uma eleva\u00e7\u00e3o dos casos em geral da doen\u00e7a. O boletim mostra ainda que, entre os casos que evolu\u00edram para \u00f3bito, 91,1% dos que tinham identifica\u00e7\u00e3o viral testaram positivo para covid. A curva nacional de casos notificados de SRAG continua com ind\u00edcios de forte crescimento nas tend\u00eancias de longo (\u00faltimas 6 semanas) e curto prazos (\u00faltimas 3 semanas), segundo o boletim.<\/p>\n<p>O avan\u00e7o da transmiss\u00e3o fez o Comit\u00ea Cient\u00edfico do governo de S\u00e3o Paulo recomendar que as pessoas voltem a usar m\u00e1scaras em ambientes fechados. Mas o governador do Estado e a Prefeitura da Capital resolveram apenas recomendar, sem determinar o uso de m\u00e1scaras.<\/p>\n<p>No Estado, de 24 a 30 de abril, a taxa de positividade era de 4%, enquanto em 30 de maio, a positividade foi para 18%. Lembrando que os testes feitos em casa n\u00e3o s\u00e3o reportados ao Minist\u00e9rio da Sa\u00fade e, portanto, n\u00e3o fazem parte das estat\u00edsticas. E h\u00e1 muitas pessoas com sintomas que sequer fazem o teste, pois o pa\u00eds nunca fez ampla testagem. A conclus\u00e3o \u00e9 que o n\u00famero de contaminados \u00e9 superior ao divulgado.<\/p>\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignleft size-large\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-629033\" src=\"https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Captura-de-Tela-2022-06-01-a%CC%80s-19.48.59.png\" sizes=\"(max-width: 302px) 100vw, 302px\" srcset=\"https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Captura-de-Tela-2022-06-01-a\u0300s-19.48.59.png 302w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Captura-de-Tela-2022-06-01-a\u0300s-19.48.59-200x300.png 200w\" alt=\"\" \/><figcaption>Cen\u00e1rio paulista de casos de covid aponta para oscila\u00e7\u00e3o para cima nas \u00faltimas semanas<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p>A recomenda\u00e7\u00e3o para a volta do uso de m\u00e1scaras em S\u00e3o Paulo vem ap\u00f3s um aumento de 120% nas interna\u00e7\u00f5es em maio, segundo dados da Secretaria Estadual da Sa\u00fade. A m\u00e9dia m\u00f3vel de novas interna\u00e7\u00f5es, em leitos de enfermaria ou de UTI, chegou a 374 na segunda-feira (30). Em 1\u00ba de maio, eram de 171 interna\u00e7\u00f5es por dia. Cerca de 10 milh\u00f5es de pessoas ainda est\u00e3o com dose de refor\u00e7o da vacina atrasada em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Embora os especialistas consultados pelo\u00a0<strong>Portal Vermelho<\/strong>\u00a0n\u00e3o vejam motivo para alarmismo com uma nova onda de covid, continuam criticando a desobriga\u00e7\u02dc\u00e3o de uso de m\u00e1scaras feito precocemente pelos governos. A necessidade de acelerar a vacina\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 algo que o governo deveria estimular, na opini\u00e3o de todos eles.<\/p>\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignleft size-large\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-629028 alignleft\" src=\"https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/marcos-boulos.jpg\" sizes=\"(max-width: 180px) 100vw, 180px\" srcset=\"https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/marcos-boulos.jpg 180w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/marcos-boulos-150x150.jpg 150w\" alt=\"\" \/><\/figure>\n<\/div>\n<p>O infectologista\u00a0<strong>Marcos Boulos<\/strong>, consultor cient\u00edfico do governo de S\u00e3o Paulo, diz que n\u00e3o deve haver uma explos\u00e3o de casos como ocorreu com o surgimento da variante \u00f4micron no in\u00edcio do ano. Ele v\u00ea a pandemia se revertendo gradativa e lentamente, com oscila\u00e7\u00f5es. Essas oscila\u00e7\u00f5es podem ocorrer por v\u00e1rios motivos, entre eles o frio que favorece aumento de S\u00edndrome Respirat\u00f3ria Aguda Grave (SRAGS).<\/p>\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignright size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-629029\" src=\"https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/helena-petta.jpg\" sizes=\"auto, (max-width: 186px) 100vw, 186px\" srcset=\"https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/helena-petta.jpg 440w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/helena-petta-300x291.jpg 300w\" alt=\"\" width=\"186\" height=\"180\" \/><\/figure>\n<\/div>\n<p>\u201cN\u00e3o acredito que seja uma nova onda, apenas uma oscila\u00e7\u00e3o mesmo, e creio que isso se reverter\u00e1 nas pr\u00f3ximas semanas\u201d, afirma. Ele explica que seria apenas uma oscila\u00e7\u00e3o porque a popula\u00e7\u00e3o est\u00e1 relativamente imunizada, refor\u00e7ando a import\u00e2ncia e a efic\u00e1cia das vacinas.<\/p>\n<p>A m\u00e9dica infectologista e sanitarista\u00a0<strong>Helena Petta<\/strong>\u00a0tamb\u00e9m considera que a vacina ainda \u00e9 eficaz contra o v\u00edrus. \u201cA gente n\u00e3o tem uma nova vers\u00e3o do v\u00edrus fazendo com que a vacina deixe de ser eficaz\u201d, diz ela.<\/p>\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"alignleft size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-629030\" src=\"https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/jesem-orellana.jpg\" alt=\"\" width=\"198\" height=\"200\" \/><\/figure>\n<\/div>\n<p>O epidemiologista da\u00a0<a href=\"https:\/\/amazonia.fiocruz.br\/\">Fiocruz Amaz\u00f4nia<\/a>,\u00a0<strong>Jesem Orellana<\/strong>, considera que, ao longo da pandemia, o estado de S\u00e3o Paulo tem sido um term\u00f4metro razo\u00e1vel para o acompanhamento do aumento de casos e mortes por covid-19. \u201cO novo aumento de interna\u00e7\u00f5es confirma a tend\u00eancia de aumento praticamente generalizado na incid\u00eancia (casos novos) de SRAG nos estados\/capitais de diferentes regi\u00f5es do pa\u00eds\u201d, diz ele.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/vermelho.org.br\/2022\/03\/07\/estudo-vai-avaliar-impacto-das-vacinas-na-reducao-de-casos-de-covid\/\">Estudo vai avaliar impacto das vacinas na redu\u00e7\u00e3o de casos de covid<\/a><\/p>\n<p>Boulos explica que, no Brasil, o n\u00famero de pessoas infectadas foi maior do que a m\u00e9dia mundial. Do mesmo modo, a taxa comparativa de vacina\u00e7\u00e3o com pelo menos duas doses tamb\u00e9m \u00e9 considerada alta no Brasil. Estes s\u00e3o fatores que promovem a imuniza\u00e7\u00e3o coletiva.\u00a0\u201cMesmo que ter ficado doente e ter se vacinado n\u00e3o previnam totalmente a reinfec\u00e7\u00e3o, ela diminui bastante assim como a sua gravidade\u201d, explica o m\u00e9dico.<\/p>\n<p><strong>Volta das m\u00e1scaras<\/strong><\/p>\n<p>Mesmo com essa gradativa revers\u00e3o prevista pelo infectologista, ainda \u00e9 preciso manter as precau\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas. \u201cO uso de m\u00e1scara, principalmente em lugares fechados, \u00e9 mandat\u00f3rio como sempre foi. A suspens\u00e3o foi muito precoce como sempre acontece entre n\u00f3s\u201d, insiste Boulos.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/vermelho.org.br\/2022\/04\/28\/epidemiologista-diz-que-desobrigacao-de-uso-de-mascara-reduz-vacinacao\/\">Epidemiologista diz que desobriga\u00e7\u00e3o de uso de m\u00e1scara reduz vacina\u00e7\u00e3o<\/a><\/p>\n<p>Helena tamb\u00e9m considera a retirada precoce das m\u00e1scaras o principal motivo do aumento de casos. \u201cCom isso, acaba aumentando as interna\u00e7\u00f5es, porque ainda tem pessoas do grupo de risco que n\u00e3o fizeram as doses recomendadas. Tem uma porcentagem muito grande de pessoas que n\u00e3o fizeram a terceira dose, por exemplo\u201d, diz ela.<\/p>\n<p>Boulos tamb\u00e9m lembra que, com esse frio, houve muitas aglomera\u00e7\u00f5es nas \u00faltimas semanas, com shows lotados \u201ccom jovens cantando juntos\u201d. Apesar das interna\u00e7\u00f5es terem aumentado, ele considera que a gravidade n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o grande como em momentos anteriores \u00e0 vacina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A m\u00e9dica infectologista e diretora do Instituto Couto Maia, da Bahia,\u00a0<strong>Ceuci Nunes<\/strong>\u00a0tamb\u00e9m j\u00e1 esperava pela oscila\u00e7\u00e3o. \u201cA pandemia n\u00e3o acabou, o v\u00edrus continua circulando, temos um percentual de pessoas com vacina\u00e7\u00e3o completa e refor\u00e7os, mas isso precisa melhorar\u201d, diz ela, criticando os \u00edndices estagnados da vacina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Helena tamb\u00e9m tem como maior preocupa\u00e7\u00e3o a necessidade de avan\u00e7ar na vacina\u00e7\u00e3o. \u201cA gente tinha que fazer busca ativa para que essas pessoas que ainda n\u00e3o t\u00eam a terceira dose tomem. E avan\u00e7ar na quarta dose, avan\u00e7ar nas faixas et\u00e1rias e todos os grupos, porque sabemos que depois de um tempo a imunidade vai cair. As pessoas precisam receber essas novas doses de tempos em tempos\u201d, diz.<\/p>\n<p>O que a doutora Ceuci v\u00ea no hospital, aponta para o acometimento pela covid de pessoas realmente n\u00e3o vacinadas ou vacinadas incompletamente, \u201ccomo \u00e9 o caso de 80% das pessoas que se internam por covid\u201d.\u00a0Mas ela tamb\u00e9m salienta que n\u00e3o \u00e9 esperado um novo pico intenso, como j\u00e1 aconteceu nos \u00faltimos tempos.<\/p>\n<p><strong>Subnotifica\u00e7\u00e3o e emerg\u00eancia sanit\u00e1ria<\/strong><\/p>\n<p>Se os dados crescentes de S\u00e3o Paulo servem de par\u00e2metro, como diz Orellana, por outro lado, confirma-se o agravamento da baixa capacidade de testagem, \u201cpois a curva de casos novos est\u00e1 ainda mais invis\u00edvel nas estat\u00edsticas oficiais\u201d. Tanto ele, como a doutora Helena, t\u00eam certeza que est\u00e1 havendo um quadro de subnotifica\u00e7\u00e3o, no momento.<\/p>\n<p>Helena critica a pol\u00edtica de autoteste, implementada sem garantir a notifica\u00e7\u00e3o de casos positivos no sistema p\u00fablico de sa\u00fade. Com a grande procura e dissemina\u00e7\u00e3o do auto teste, h\u00e1, na opini\u00e3o dela, uma descentraliza\u00e7\u00e3o boa da testagem, com as pessoas tendo um jeito mais f\u00e1cil de se testar e se isolar em caso positivo. \u201cMas a gente n\u00e3o tem um mecanismo de reportar para as autoridades quando d\u00e1 positivo\u201d, lamentou.<\/p>\n<p>Para Jesem, a subnotifica\u00e7\u00e3o talvez seja maior, hoje, que em qualquer outra fase da epidemia, excetuando os dois primeiros meses de 2020, onde praticamente n\u00e3o havia infraestrutura diagn\u00f3stica e laboratorial ou recursos humanos treinados o suficiente para dar conta de notificar o m\u00ednimo poss\u00edvel de casos. Ele lembra que, naquele momento, a testagem foi deixada em segundo plano no Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS) e pela rede privada.<\/p>\n<p>\u201cAdemais, a pol\u00edtica de autoteste que, em teoria, deveria auxiliar a desafogar os servi\u00e7os de sa\u00fade, conter a circula\u00e7\u00e3o viral e melhorar a vigil\u00e2ncia epidemiol\u00f3gica, na pr\u00e1tica, est\u00e1 servindo mais para atender aos interesses de quem comercializa esses insumos\u201d, critica Jesem. Para ele, os servi\u00e7os de sa\u00fade, claramente, n\u00e3o est\u00e3o conseguindo acompanhar a real din\u00e2mica da circula\u00e7\u00e3o viral.<\/p>\n<p>Outro agravante, de acordo com o epidemiologista da Fiocruz, \u00e9 o fim da \u201cEmerg\u00eancia em Sa\u00fade P\u00fablica de Import\u00e2ncia Nacional\u201d. \u201cAs a\u00e7\u00f5es que visavam conter a propaga\u00e7\u00e3o viral e oferecer respostas mais r\u00e1pidas \u00e0 sociedade, ficaram mais lentas. Isso pode estar se refletindo em menos testagem na popula\u00e7\u00e3o e em unidades de sa\u00fade, bem como em menos investimento nas medidas de preven\u00e7\u00e3o n\u00e3o farmacol\u00f3gicas, por exemplo\u201d, conclui ele.<\/p>\n<p>www.vermelho.org.br\/Cezar Xavier<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Especialistas consultados pelo portal Vermelho lamentam que os governos tenham desobrigado o uso de m\u00e1scaras precocemente, favorecendo a dissemina\u00e7\u00e3o do v\u00edrus. A vacina\u00e7\u00e3o dever\u00e1 evitar o pior, dizem. Entre 20 de mar\u00e7o e 16 de abril, per\u00edodo com o menor porcentual, a covid correspondia a 34,1% dos casos de S\u00edndrome Respirat\u00f3ria Aguda (SRAG) no Brasil. 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