{"id":28712,"date":"2022-09-19T11:13:00","date_gmt":"2022-09-19T14:13:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/?p=28712"},"modified":"2022-09-19T11:15:29","modified_gmt":"2022-09-19T14:15:29","slug":"setembro-amarelo-jovens-e-adolescentes-enfrentam-o-transtorno-de-ansiedade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/2022\/09\/19\/setembro-amarelo-jovens-e-adolescentes-enfrentam-o-transtorno-de-ansiedade\/","title":{"rendered":"Setembro Amarelo: jovens e adolescentes enfrentam o transtorno de ansiedade"},"content":{"rendered":"<p><strong>Transtorno de ansiedade \u00e9 uma realidade enfrentada por muitos adolescentes e jovens. Na escola, na fam\u00edlia e nas rela\u00e7\u00f5es pessoais, a doen\u00e7a pode ser um obst\u00e1culo em busca de uma vida com mais qualidade<\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\">A\u00a0<a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/brasil\/2022\/07\/5019579-o-que-fazer-para-minimizar-os-quadros-de-ansiedade.html\">ansiedade<\/a>\u00a0\u00e9 uma cicatriz que acompanha a vida de muitas pessoas. Independentemente de quando ela surge, seja na inf\u00e2ncia, seja na adolesc\u00eancia, a doen\u00e7a \u00e9 capaz de levar muitos jovens a uma vida mais reclusa e de dificuldades,\u00a0<a href=\"https:\/\/blogs.correiobraziliense.com.br\/papodeconcurseiro\/confira-dicas-para-lidar-com-a-ansiedade-na-hora-dos-estudos-para-concursos\/\">principalmente na escola, na universidade<\/a>\u00a0ou em suas rela\u00e7\u00f5es interpessoais. As crises, conhecidas por provocar falta de respira\u00e7\u00e3o, dorm\u00eancia em algumas partes do corpo e taquicardia, tornam-se recorrentes em muitos ambientes, al\u00e9m de acarretarem v\u00e1rios outros problemas sociais.<\/p>\n<p class=\"texto\">Segundo estudo feito pela Secretaria do Estado de S\u00e3o Paulo, em parceria com o Instituto Ayrton Senna,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/ciencia-e-saude\/2022\/08\/5030563-massagem-relaxante-diminui-estresse-e-ansiedade-entenda-beneficios.html\">casos de ansiedade<\/a>\u00a0e depress\u00e3o aumentaram em 69% nas escolas, corroborando, tamb\u00e9m, com a volta dos alunos \u00e0s aulas presenciais \u2014 depois do longo per\u00edodo de\u00a0<a href=\"http:\/\/fivenews.cbnet.net.br\/tar-risco-de-contrair-covid-19-diz-estudo.html\">isolamento por causa da covid-19<\/a>. O levantamento apontou, ainda, junto a uma professora da rede de ensino paulista, que h\u00e1 casos de crian\u00e7as que chegam a desmaiar em sala de aula, em raz\u00e3o das fortes\u00a0<a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/revista-do-correio\/2021\/10\/4955706-remedio-contra-ansiedade-e-depressao-pode-estar-na-natureza.html\">crises de ansiedade<\/a>.<\/p>\n<p class=\"texto\">O Psic\u00f3logo Aldry Ribeiro, professor do curso de psicologia do Centro Universit\u00e1rio Iesb, explica que, na atual onda de discuss\u00e3o sobre\u00a0<a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/brasil\/2022\/07\/5021483-o-que-fazer-durante-uma-crise-de-ansiedade-e-como-evita-la.html\">sa\u00fade mental<\/a>, h\u00e1 v\u00e1rias raz\u00f5es que s\u00e3o capazes de desenvolver a doen\u00e7a em adolescentes e jovens. As crises, de acordo com ele, s\u00e3o respostas nas quais muitos n\u00e3o t\u00eam ou n\u00e3o percebem ter repert\u00f3rios \u2014 cognitivos, emocionais, relacionais e sociais \u2014 para lidar com ambientes com os quais est\u00e3o sendo expostos. A escola, ent\u00e3o, aparece como um desses lugares onde as dificuldades s\u00e3o maiores.<\/p>\n<p class=\"texto\">&#8220;O aluno est\u00e1 sendo desafiado a novos problemas, a novas situa\u00e7\u00f5es, aos quais ele precisa responder. S\u00e3o chamados a se posicionar. Se n\u00e3o se sente seguro, se n\u00e3o tem confian\u00e7a em suas habilidades, este chamado a posicionar-se \u00e9 percebido como amea\u00e7ador, demonstrando suas fragilidades&#8221;, comenta. O especialista afirma, ainda, que \u00e9 importante criar cen\u00e1rios em que o adolescente consiga desenvolver suas habilidades e seja capaz de cuidar de si mesmo \u2014 um ambiente acolhedor e seguro, para que suas potencialidades n\u00e3o sejam reprimidas em decorr\u00eancia de um medo que impe\u00e7a seu desenvolvimento.<\/p>\n<h3>Momentos de incerteza<\/h3>\n<p class=\"texto\">A transi\u00e7\u00e3o da adolesc\u00eancia para a vida adulta carrega diversas inseguran\u00e7as quando se avalia a possibilidade de ter um futuro melhor. Essa problem\u00e1tica, junto \u00e0 ansiedade, apareceu no final do ensino m\u00e9dio de Danielle Sousa, 23 anos. A jovem, que teve a primeira crise em 2017, conta que a d\u00favida sobre qual faculdade faria e a dificuldade em lidar com relacionamentos criaram uma press\u00e3o pesada demais para ela suportar.<\/p>\n<figure class=\"Left\">\n<p><figure style=\"width: 1200px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"lazy\" title=\"Danielle Sousa teve a primeira crise na adolesc\u00eancia: press\u00e3o para escolher uma profiss\u00e3o\" src=\"https:\/\/midias.correiobraziliense.com.br\/_midias\/jpg\/2022\/09\/14\/danielle-26436587.jpg\" alt=\"Danielle Sousa teve a primeira crise na adolesc\u00eancia: press\u00e3o para escolher uma profiss\u00e3o\" width=\"1200\" height=\"2133\" data-src=\"https:\/\/midias.correiobraziliense.com.br\/_midias\/jpg\/2022\/09\/14\/danielle-26436587.jpg\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Danielle Sousa teve a primeira crise na adolesc\u00eancia: press\u00e3o para escolher uma profiss\u00e3o(foto: Arquivo pessoal)<\/figcaption><\/figure><\/figure>\n<p class=\"texto\">Al\u00e9m disso, a cobran\u00e7a familiar e a expectativa em cursar algo que pudesse ter um retorno lucrativo acarretaram o agravamento da doen\u00e7a. &#8220;O peso de estar na reta final e ainda n\u00e3o ter um norte do que fazer da vida, porque se eu escolhesse errado seria dinheiro jogado fora&#8221;, lembra a estudante de publicidade e propaganda.<\/p>\n<p class=\"texto\">Na \u00e9poca, ela descreve que toda a situa\u00e7\u00e3o foi muito assustadora. A desinforma\u00e7\u00e3o e o pouco que sabia sobre ansiedade complicaram ainda mais as coisas. Depois das primeiras crises, Danielle descreve que as pr\u00f3ximas se tornaram mais frequentes. A partir disso, come\u00e7ou a buscar na internet, em amigos pr\u00f3ximos e atividades que lhe faziam bem um lugar de ref\u00fagio para se abrigar sempre que a ansiedade aparecia. &#8220;Tento me cuidar com controle de respira\u00e7\u00e3o, mudando o foco dos pensamentos, ouvindo m\u00fasica e at\u00e9 meditando&#8221;, detalha.<\/p>\n<p class=\"texto\">Hoje, apesar da ansiedade ser uma realidade presente, a esperan\u00e7a por um futuro melhor segue aceso no cora\u00e7\u00e3o da jovem. Ao retornar ao passado, ela assegura que se tivesse a possibilidade de conversar com a vers\u00e3o de si mesma que estava assustada com o in\u00edcio das crises, diria que \u00e9 poss\u00edvel ser feliz, e que n\u00e3o precisava carregar o mundo nas costas.<\/p>\n<p class=\"texto\">&#8220;Ainda me vejo sendo super feliz e est\u00e1vel. Ansiedade nem me vem \u00e0 mente, mas sei que ela pode estar l\u00e1. Mesmo assim, vou estar mais madura e consciente do que posso fazer pra amenizar ou nem permitir que cause novamente. V\u00e3o ser tempos diferentes e bem melhores&#8221;, acredita Danielle.<\/p>\n<h3>Solid\u00e3o e esperan\u00e7a<\/h3>\n<figure class=\"Left\">\n<p><figure style=\"width: 1200px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"lazy\" title=\"Hoje com 19 anos, Beatriz Ferreira faz terapia e toma medicamento para controlar a ansiedade desde os 11\" src=\"https:\/\/midias.correiobraziliense.com.br\/_midias\/jpg\/2022\/09\/14\/beatriz_ferreira-26436542.jpg\" alt=\"Hoje com 19 anos, Beatriz Ferreira faz terapia e toma medicamento para controlar a ansiedade desde os 11\" width=\"1200\" height=\"1596\" data-src=\"https:\/\/midias.correiobraziliense.com.br\/_midias\/jpg\/2022\/09\/14\/beatriz_ferreira-26436542.jpg\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Hoje com 19 anos, Beatriz Ferreira faz terapia e toma medicamento para controlar a ansiedade desde os 11(foto: Arquivo pessoal)<\/figcaption><\/figure><\/figure>\n<p class=\"texto\">Desde os 11 anos a terapia e os medicamentos para tratar ansiedade s\u00e3o uma rotina para Beatriz Ferreira, 19. Por se cobrar muito na escola, no in\u00edcio da adolesc\u00eancia, viu-se abandonando lugares, pessoas e o cuidado que tinha consigo mesma. A reclus\u00e3o associada \u00e0 solid\u00e3o se tornaram uma parte de quem ela \u00e9, mas, tamb\u00e9m, um lado que vem tentando melhorar e mudar. &#8220;Todo dia \u00e9 um enorme esfor\u00e7o para fazer coisas simples. A ansiedade ainda me impede de fazer muita coisa&#8221;, ressalta.<\/p>\n<p class=\"texto\">Mesmo que a vida escolar tenha sido, por um bom per\u00edodo, preenchida por crises de ansiedade, chegando a faltar meses de aula, hoje ela se v\u00ea melhor e retornando aos poucos para uma hist\u00f3ria mais parecida com a que ela sempre esperou ter. Ao lado de profissionais, a estudante de letras entendeu que tudo \u00e9 um processo, e que nunca teve nada de errado com seus sentimentos.<\/p>\n<p class=\"texto\">Com o tempo, ela garante que aprendeu a ter paci\u00eancia, controlar os pensamentos e a doen\u00e7a. Mas, mais do que isso, puxou do lado de dentro uma for\u00e7a de vontade para se comunicar e mudar, tentando transformar suas cicatrizes em algo que realmente valha a pena.<\/p>\n<h3>Outros fatores<\/h3>\n<p class=\"texto\">Al\u00e9m dos ambientes citados acima, quest\u00f5es familiares, sociais e emocionais est\u00e3o entre os principais motivos no desenvolvimento de ansiedade na vida dos jovens. Na avalia\u00e7\u00e3o da psic\u00f3loga Ana Paula Irias, a grande necessidade de inclus\u00e3o e de se sentir parte de um grupo s\u00e3o fatores determinantes na constru\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a. &#8220;Isso acontece para diminuir o sentimento de rejei\u00e7\u00e3o que pode estar presente em outros \u00e2mbitos. Na faculdade, normalmente, a ansiedade se relaciona com o medo das escolhas, a necessidade de suprir as expectativas dos outros e de encaixe profissional e social&#8221;, analisa.<\/p>\n<p class=\"texto\">Todas essas quest\u00f5es, segundo a especialista, criam estresse e s\u00e3o consideradas uma fonte de alimento para o agravamento das crises de ansiedade. Quando o ambiente familiar tamb\u00e9m se comporta de maneira negativa na vida do jovem, com a cobran\u00e7a de resultados, compara\u00e7\u00e3o com outros indiv\u00edduos ou frustra\u00e7\u00e3o, os gatilhos tendem a se despertar mais facilmente.<\/p>\n<p class=\"texto\">Para que o adolescente e o jovem consigam evitar a evolu\u00e7\u00e3o da ansiedade, Ana Paula argumenta que a comunica\u00e7\u00e3o, seja com familiares, seja na escola, pode ajudar de maneira efetiva. A doen\u00e7a, por vezes, pode se tornar um empecilho na maneira de se viver a vida. Por isso, de acordo com ela, \u00e9 importante buscar refer\u00eancias, bons h\u00e1bitos alimentares, dividir experi\u00eancias e, principalmente, buscar ajuda profissional. &#8220;Um psic\u00f3logo e um psiquiatra s\u00e3o necess\u00e1rios se a ansiedade estiver causando sintomas f\u00edsicos e trazendo preju\u00edzos emocionais, psicol\u00f3gicos e sociais&#8221;, finaliza.<\/p>\n<h3>Ansiedade na inf\u00e2ncia<\/h3>\n<p class=\"texto\">Entre os 6 e 7 anos, a morte do pai e outras situa\u00e7\u00f5es despertaram em Ana Cristina Costa, 19, in\u00fameros problemas, atrelados, ainda, ao transtorno de ansiedade. Quando era pequena, fez terapia e, logo em seguida, foi encaminhada a um psiquiatra, para que pudesse receber os rem\u00e9dios adequados ao tratamento da doen\u00e7a. Com todas as dificuldades crescendo enquanto ela tamb\u00e9m crescia, na escola, o cen\u00e1rio n\u00e3o era diferente. As crises eram t\u00e3o fortes que ela chegava a hiperventilar \u2014 situa\u00e7\u00e3o em que a respira\u00e7\u00e3o est\u00e1 acima do normal. Isso, segundo a jovem, acontecia porque ela passou a desenvolver um certo tipo de fobia de cheiros fortes na sala de aula.<\/p>\n<p class=\"texto\">&#8220;A escola em que eu estudava tinha aquelas janelas de vidro em que a abertura \u00e9 m\u00ednima. Sempre que a minha turma sa\u00eda da educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica, meus colegas jogavam desodorante dentro da sala do pr\u00f3ximo hor\u00e1rio. Quando sentia o cheiro de v\u00e1rios desodorantes misturados, eu comecei a ter uma crise ansiosa. N\u00e3o foi s\u00f3 uma vez, e em todas eu tive crise. Chegou ao ponto de eu ter medo de qualquer coisa com cheiro&#8221;, descreve.<\/p>\n<p class=\"texto\">Ao se comparar com o come\u00e7o da doen\u00e7a no passado, a estudante de letras diz estar bem melhor. As crises, atualmente, s\u00e3o mais ocasionais, de acordo com ela. Assim que percebe os sinais, Ana relata que tenta realizar atividades e distrair a mente, fazendo caminhada, nata\u00e7\u00e3o, ou at\u00e9 mesmo lendo um livro. Hoje, ela acredita que, quando mais nova, poderia ter entendido que tudo bem n\u00e3o estar bem sempre. N\u00e3o se cobrar de maneira exacerbada e entender a import\u00e2ncia de estar perto das pessoas que ama. Para o futuro, ela acredita no poder de realizar seus desejos e descreve: &#8220;Eu me vejo fazendo o que sonho e rodeada por aqueles que se importam como eu me sinto&#8221;.<\/p>\n<p class=\"texto\">www.correiobraziliense.com.br\/ Por Eduardo Fernandes, estagi\u00e1rio sob a supervis\u00e3o de Sibele Negromonte<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Transtorno de ansiedade \u00e9 uma realidade enfrentada por muitos adolescentes e jovens. 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