{"id":29705,"date":"2022-11-25T13:59:10","date_gmt":"2022-11-25T16:59:10","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/?p=29705"},"modified":"2022-11-25T13:59:10","modified_gmt":"2022-11-25T16:59:10","slug":"justica-mantem-responsabilidade-de-empresa-por-acidente-sofrido-por-funcionaria-em-casa-de-socio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/2022\/11\/25\/justica-mantem-responsabilidade-de-empresa-por-acidente-sofrido-por-funcionaria-em-casa-de-socio\/","title":{"rendered":"Justi\u00e7a mant\u00e9m responsabilidade de empresa por acidente sofrido por funcion\u00e1ria em casa de s\u00f3cio"},"content":{"rendered":"<p><strong>A 7\u00aa Turma do Tribunal Superior do Trabalho manteve a responsabilidade da CV Sports Ltda, de Gua\u00edba (RS), pelo acidente sofrido por uma funcion\u00e1ria durante a limpeza do apartamento de um s\u00f3cio da empresa.<\/strong><\/p>\n<p>No entendimento do colegiado, o servi\u00e7o era parte das fun\u00e7\u00f5es da auxiliar de servi\u00e7os gerais, mas ela n\u00e3o recebeu orienta\u00e7\u00e3o sobre os riscos no local. A saber, a mulher foi contratada em maio de 2011 para atuar na CV Sports e na resid\u00eancia do acionista.<\/p>\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>O caso<\/strong><\/p>\n<p>A colaboradora diz na a\u00e7\u00e3o que, em mar\u00e7o de 2012, ao tentar remover o lixo deixado por serventes que faziam uma obra no local, o piso cedeu. Na queda, ela fraturou o punho esquerdo e v\u00e9rtebras da coluna dorsal e lombar e teve de se afastar por aux\u00edlio previdenci\u00e1rio acident\u00e1rio.<\/p>\n<p>Por outro lado, a CV Sports apontou que a culpa seria da v\u00edtima, que teria confessado que pisou em um trecho de gesso por acreditar que fosse piso. Ainda, negou rela\u00e7\u00e3o entre as les\u00f5es e o servi\u00e7o, ao argumentar que o pr\u00e9dio n\u00e3o exige a ado\u00e7\u00e3o de medidas de seguran\u00e7a e fiscaliza\u00e7\u00e3o pelo morador.<\/p>\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Julgamento<\/strong><\/p>\n<p>Como resultado, o ju\u00edzo da Vara do Trabalho de Gua\u00edba reconheceu o acidente de trabalho. A empresa foi condenada a pagar R$ 10 mil de indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais e pens\u00e3o, em parcela \u00fanica. Em suma, o c\u00e1lculo considerou 31,25% do \u00faltimo sal\u00e1rio at\u00e9 a idade de 82 anos, a t\u00edtulo de dano material.<\/p>\n<p>Por \u00faltimo, o Tribunal Regional do Trabalho da 4\u00aa Regi\u00e3o entendeu que a empresa deveria ter adotado medidas de seguran\u00e7a e fiscaliza\u00e7\u00e3o. Dessa forma, o TRT aumentou a indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais para R$ 20 mil. Ainda aplicou um redutor de 20% sobre o valor apurado a t\u00edtulo de dano material.<\/p>\n<p>Com isso, o TST decidiu de forma un\u00e2nime em favor da funcion\u00e1ria. Com informa\u00e7\u00f5es da assessoria de imprensa do TST.<\/p>\n<p>www.ctb.org.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A 7\u00aa Turma do Tribunal Superior do Trabalho manteve a responsabilidade da CV Sports Ltda, de Gua\u00edba (RS), pelo acidente sofrido por uma funcion\u00e1ria durante a limpeza do apartamento de um s\u00f3cio da empresa. 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