{"id":29880,"date":"2022-12-12T12:02:03","date_gmt":"2022-12-12T15:02:03","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/?p=29880"},"modified":"2022-12-12T12:02:03","modified_gmt":"2022-12-12T15:02:03","slug":"puxada-pelos-precos-de-alimentos-e-combustiveis-inflacao-fica-em-041-em-novembro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/2022\/12\/12\/puxada-pelos-precos-de-alimentos-e-combustiveis-inflacao-fica-em-041-em-novembro\/","title":{"rendered":"Puxada pelos pre\u00e7os de alimentos e combust\u00edveis, infla\u00e7\u00e3o fica em 0,41%, em novembro"},"content":{"rendered":"<p><strong>Os pre\u00e7os dos alimentos e combust\u00edveis foram os respons\u00e1veis pelo aumento da infla\u00e7\u00e3o pelo segundo m\u00eas consecutivo do \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA)<\/strong><\/p>\n<p>O \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a infla\u00e7\u00e3o oficial do pa\u00eds ficou em 0,41%, no \u00faltimo m\u00eas de novembro, abaixo do de outubro (0,59%). Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), a alta foi puxada pelos pre\u00e7os dos alimentos e combust\u00edveis. O IPCA, que reflete a infla\u00e7\u00e3o para as fam\u00edlias com rendimentos de um a 40 sal\u00e1rios m\u00ednimos, nos \u00faltimos 12 meses, ficou em 5,90%.<\/p>\n<p>Dos nove grupos de produtos e servi\u00e7os pesquisados, sete tiveram alta em novembro. Os maiores impactos no \u00edndice do m\u00eas vieram de Transportes (0,83%), que inclui combust\u00edveis, e Alimenta\u00e7\u00e3o e bebidas (0,53%). Juntos, os dois grupos contribu\u00edram com cerca de 71% do IPCA de novembro.<\/p>\n<p>A alta dos<strong>\u00a0transportes\u00a0<\/strong>(0,83%) deve-se principalmente ao aumento dos combust\u00edveis (3,29%), que haviam recuado 1,27% em outubro. Os pre\u00e7os do etanol (7,57%), da gasolina (2,99%) e do \u00f3leo diesel (0,11%) subiram em novembro. A exce\u00e7\u00e3o foi o g\u00e1s veicular, com queda de 1,77%.<\/p>\n<p>O grupo\u00a0<strong>alimenta\u00e7\u00e3o e bebidas<\/strong>\u00a0teve alta de 0,53%, puxado pelos alimentos para consumo no domic\u00edlio (0,58%). As maiores varia\u00e7\u00f5es vieram da cebola (23,02%) e do tomate (15,71%). Al\u00e9m disso, houve alta nos pre\u00e7os das frutas (2,91%) e do arroz (1,46%).<\/p>\n<p>A maior varia\u00e7\u00e3o, por sua vez, veio de\u00a0<strong>vestu\u00e1rio<\/strong>\u00a0(1,10%), cujo resultado ficou acima de 1% pelo quarto m\u00eas consecutivo. Neste grupo todos os itens tiveram varia\u00e7\u00e3o positiva, exceto joias e bijuterias, com queda de 0,10%. Os destaques foram as roupas femininas (1,46%) e infantis (1,34%), al\u00e9m dos cal\u00e7ados e acess\u00f3rios (1,03%). Em 12 meses, o grupo acumula alta de 18,65%.<\/p>\n<p><strong>Quedas<\/strong><\/p>\n<p>O destaque no lado das quedas foi o\u00a0<strong>leite longa vida<\/strong>, que ficou 7,09% mais barato, assim como j\u00e1 havia acontecido nos meses anteriores. No ano, a varia\u00e7\u00e3o acumulada do produto, que chegou a 77,84% em julho, est\u00e1 agora em 31,20%. Houve recuo tamb\u00e9m nos pre\u00e7os do\u00a0<strong>frango em peda\u00e7os<\/strong>, que caiu 1,75% e do\u00a0<strong>queijo,<\/strong>\u00a0queda de 1,38%.<\/p>\n<p>O grupo\u00a0<strong>sa\u00fade e cuidados pessoais<\/strong>\u00a0(0,02%) desacelerou em rela\u00e7\u00e3o a outubro (1,16%) e ficou pr\u00f3ximo da estabilidade, enquanto\u00a0<strong>habita\u00e7\u00e3o<\/strong>\u00a0(0,51%) superou o m\u00eas anterior (0,34%). Os demais grupos ficaram entre a queda de 0,68% em Artigos de resid\u00eancia e a alta de 0,21% em despesas pessoais.<\/p>\n<p>O resultado do grupo habita\u00e7\u00e3o (0,51%) foi puxado pelas altas do aluguel residencial (0,80%) e da energia el\u00e9trica residencial (0,56%). No mesmo grupo houve queda de 0,37% do g\u00e1s de botij\u00e3o e de 0,70% do g\u00e1s encanado.<\/p>\n<p>Por regi\u00e3o, todas as \u00e1reas pesquisadas tiveram varia\u00e7\u00e3o positiva em novembro. O maior \u00edndice foi de Bras\u00edlia (1,03%), por conta da alta da energia el\u00e9trica (19,85%). J\u00e1 a menor varia\u00e7\u00e3o foi em Vit\u00f3ria (0,09%), especialmente por conta da queda de 22,25% nos pre\u00e7os das passagens a\u00e9reas.<\/p>\n<p><strong>\u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor (INPC)<\/strong><\/p>\n<p>O INPC que abrange as fam\u00edlias com rendimentos de um a cinco sal\u00e1rios m\u00ednimos, tamb\u00e9m divulgado nesta sexta-feira (9) pelo IBGE, teve alta de 0,38% em novembro, abaixo do resultado de outubro, de 0,47%, e de novembro de 2021, quando foi de 0,84%. No ano, o indicador acumula alta de 5,21% e, nos \u00faltimos 12 meses, de 5,97%.<\/p>\n<p>Os produtos aliment\u00edcios passaram de 0,60% em outubro para 0,55% em novembro. Os pre\u00e7os dos n\u00e3o aliment\u00edcios tamb\u00e9m subiram menos, indo de 0,43% em outubro para 0,32% em novembro.<\/p>\n<p>www.cut.org.br\/com informa\u00e7\u00f5es da Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os pre\u00e7os dos alimentos e combust\u00edveis foram os respons\u00e1veis pelo aumento da infla\u00e7\u00e3o pelo segundo m\u00eas consecutivo do \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA) O \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a infla\u00e7\u00e3o oficial do pa\u00eds ficou em 0,41%, no \u00faltimo m\u00eas de novembro, abaixo do de outubro (0,59%). 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