{"id":31019,"date":"2023-03-07T22:23:04","date_gmt":"2023-03-08T01:23:04","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/?p=31019"},"modified":"2023-03-07T22:23:04","modified_gmt":"2023-03-08T01:23:04","slug":"mulheres-chefiam-508-dos-lares-mas-ganham-menos-e-sofrem-mais-com-desemprego","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/2023\/03\/07\/mulheres-chefiam-508-dos-lares-mas-ganham-menos-e-sofrem-mais-com-desemprego\/","title":{"rendered":"Mulheres chefiam 50,8% dos lares, mas ganham menos e sofrem mais com desemprego"},"content":{"rendered":"<p><strong>Boletim Especial do Dieese mostra que trabalhadoras nada t\u00eam a comemorar nesse 8 de mar\u00e7o, Dia Internacional da Mulher. As mulheres tamb\u00e9m lideram a taxa de desemprego, desalento e subutiliza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A maioria dos domic\u00edlios no Brasil \u00e9 chefiada por mulheres, mas elas lideram as taxas de desemprego, desalento e ganham menos que os homens e, portanto, tamb\u00e9m em rela\u00e7\u00e3o ao mercado de trabalho elas n\u00e3o t\u00eam nada a comemorar no dia 8 de mar\u00e7o, Dia Internacional das Mulher, revela o\u00a0<a href=\"https:\/\/admin.cut.org.br\/system\/uploads\/ck\/BOLETIM%20MULHERES%202023%20%281%29.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Boletim Especial 8 de Mar\u00e7o, Dia da Mulher, divulgado, nesta segunda-feira (6), pelo Departamento Intersindical de Estat\u00edstica e Estudos Socioecon\u00f4micos (Dieese)<\/a>, revelou que dos 75 milh\u00f5es de lares do pa\u00eds, 50,8% tinham lideran\u00e7a feminina, o correspondente a 38,1 milh\u00f5es de fam\u00edlias. J\u00e1 as fam\u00edlias com chefia masculina somaram 36,9 milh\u00f5es. As mulheres negras lideravam 21,5 milh\u00f5es de lares (56,5%) e as n\u00e3o negras, 16,6 milh\u00f5es (43,5%), no 3\u00ba trimestre de 2022.<\/p>\n<p>Confira\u00a0<a href=\"https:\/\/admin.cut.org.br\/system\/uploads\/ck\/Mulheres%20-%20Brasil%20e%20regi%C3%B5es.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui<\/a>\u00a0e\u00a0<a href=\"https:\/\/admin.cut.org.br\/system\/uploads\/ck\/Mulheres%20-%20Setores.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">aqui<\/a>\u00a0outras analises do Boletim do Dieese sobre a inse\u00e7\u00e3o das mulheres no mercado de trabalho em geral e por setores da economia.<\/p>\n<p>As dificuldades das mulheres chefes de fam\u00edlia no mercado de trabalho, entre elas a falta de equidade de g\u00eanero, s\u00e3o muitas, mostram os dados do Boletim.<\/p>\n<p>Do total da\u00a0<strong>for\u00e7a de trabalho<\/strong>\u00a0no Brasil, 44,0% eram mulheres, grupo que lidera a\u00a0<strong>taxa de desemprego<\/strong>\u00a0com 11,0% contra 6,9% dos homens, segundo<\/p>\n<p>O boletim mostra ainda que, do total de pessoas fora da for\u00e7a de trabalho, 64,5% eram mulheres. Desse percentual, 5,7% delas estavam em situa\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>desalento<\/strong>\u00a0\u2013 quando a pessoa quer trabalhar, est\u00e1 dispon\u00edvel, mas acredita que n\u00e3o vai encontrar uma vaga. Do total de desalentados, 55,5% eram mulheres.<\/p>\n<p>Do total de mulheres ocupadas, a propor\u00e7\u00e3o de\u00a0<strong>subocupadas<\/strong>, ou seja, que trabalharam menos de 40 horas, mas gostariam de trabalhar mais, foi superior \u00e0 dos homens: 7,8% delas estavam nessa condi\u00e7\u00e3o, enquanto entre os homens, o percentual ficou em 5,1%.<\/p>\n<p>Entre as trabalhadoras\u00a0<strong>negras<\/strong>, a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 pior: o percentual de trabalhadoras negras subocupadas foi 9,3% maior do que o registrado entre as n\u00e3o negras, que ficou em 6,1%.<\/p>\n<p>Com taxas maiores de desalento, desocupa\u00e7\u00e3o e subocupa\u00e7\u00e3o, a\u00a0<strong>subutiliza\u00e7\u00e3o<\/strong>\u00a0das mulheres foi de 25,3%, enquanto para os homens, estava na casa de 15,9%. Entre as negras, a taxa ficou em 30,2% e, entre as n\u00e3o negras, em 19,2%.<\/p>\n<p>As mulheres tamb\u00e9m ganharam, em m\u00e9dia, 21% a menos do que os homens &#8211; o equivalente a R$ 2.305 para elas e a R$ 2.909 para eles.<\/p>\n<p>Por setor de atividades, mesmo quando as mulheres eram a maioria, elas recebiam menos, em m\u00e9dia.<\/p>\n<p>Nos\u00a0<strong>servi\u00e7os dom\u00e9sticos<\/strong>, as trabalhadoras representavam cerca de 91% dos ocupados e o sal\u00e1rio foi 20% menor do que o dos homens.<\/p>\n<p>No grupamento\u00a0<strong>educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade e servi\u00e7os sociais<\/strong>, elas totalizaram 75% dos ocupados e tinham rendimentos m\u00e9dios 32% menores do que os recebidos pelos homens.<\/p>\n<p>A an\u00e1lise da\u00a0<strong>renda das chefes de fam\u00edlia<\/strong>\u00a0no mercado de trabalho apontou que, em m\u00e9dia, 75,5% da fonte de renda das fam\u00edlias eram oriundas do trabalho; 18,2% de aposentadoria e pens\u00e3o; e 2,6%, de benef\u00edcios e programas sociais.<\/p>\n<p>Para o conjunto das fam\u00edlias que receberam at\u00e9 1\/2 sal\u00e1rio m\u00ednimo, 71,1% eram rendimentos do trabalho; 13,8%, de aposentadoria e pens\u00e3o; e 12,0%, de programas e benef\u00edcios governamentais.<\/p>\n<p>De acordo com o Boletim do Dieese, cresceu o n\u00famero de arranjos de casais sem filhos, n\u00facleos unipessoais e fam\u00edlias monoparentais com filhos ou parentes.\u00a0Houve queda nos arranjos de casal com filhos, que passou de 43,8% para 40,2%, entre os 3\u00ba trimestres de 2019 e de 2022.\u00a0Os casais sem filhos sa\u00edram de 18,3% para 19,0% nesse mesmo per\u00edodo.<\/p>\n<p>Os arranjos unipessoais masculinos e femininos representaram 9,1% e 7,4%, respectivamente, no 3\u00ba trimestre de 2022, superiores aos percentuais de 2019 (8,1% para os homens e 7,0%, para as mulheres).<\/p>\n<p>As fam\u00edlias monoparentais com filhos e chefia feminina representaram cerca de 14,7% dos arranjos \u2013 muito mais comuns do que aquelas com chefia masculina, que representavam 2,3% em 2022.<\/p>\n<p>Entre as chefes femininas, 34,2% eram de arranjos familiares com filhos, 29,0% de fam\u00edlias monoparentais com filhos, 14,6% de casais sem filhos e 14,6% de fam\u00edlias unipessoais, no 3\u00ba trimestre de 2022.<\/p>\n<p>Em termos de renda m\u00e9dia do trabalho da fam\u00edlia, na m\u00e9dia, os domic\u00edlios de casais com e sem filho receberam os maiores valores (R$ 4.987 e R$ 4.898, respectivamente), no 3\u00ba trimestre de 2022.<\/p>\n<p>Os menores valores foram registrados entre os domic\u00edlios monoparentais com chefia feminina (R$ 2.833) e unipessoais femininos (R$2.913).<\/p>\n<p>A renda das fam\u00edlias negras foi sempre menor que a das n\u00e3o negras, independentemente do arranjo familiar. No caso das fam\u00edlias chefiadas por mulheres negras com filhos, a renda m\u00e9dia foi de R$ 2.362,00.<\/p>\n<p>Em termos de renda do trabalho per capita, foi nos domic\u00edlios monoparentais chefiados por mulheres com filhos que se observou a menor renda: R$ 789, pouco mais do que meio sal\u00e1rio m\u00ednimo por pessoa. No arranjo monoparental com filhos e chefia masculina, o valor per capita foi de R$ 1.198. A renda per capita m\u00e9dia dos domic\u00edlios no 3\u00ba trimestre de 2022 foi de R$ 1.336 e nos lares com chefes mulheres foi equivalente a cerca de 71,6% do recebido nos domic\u00edlios liderados por homens.<\/p>\n<p>A participa\u00e7\u00e3o da renda feminina do trabalho representou, em m\u00e9dia, 37,0% da renda do trabalho do domic\u00edlio, no 3\u00ba trimestre de 2022, resultado semelhante ao do mesmo per\u00edodo em 2019. Quando se analisa por ra\u00e7a\/cor, o rendimento da mulher foi de 38,2% da renda total do trabalho nas fam\u00edlias chefiadas por pessoas n\u00e3o negras e de 36,0% entre as fam\u00edlias lideradas por pessoas negras.<\/p>\n<p>Nos lares com chefia feminina, no 3\u00ba trimestre de 2022, recebiam at\u00e9 2 sal\u00e1rios m\u00ednimos 63,9% das fam\u00edlias lideradas por negras e 43,7% por n\u00e3o negras. A desigualdade de g\u00eanero e ra\u00e7a\/cor no mercado de trabalho afeta intensamente a qualidade de vida de todos os membros das fam\u00edlias e imp\u00f5e, muitas vezes, a necessidade da inser\u00e7\u00e3o prec\u00e1ria de filhos e outros parentes, para compor a renda familiar.<\/p>\n<p><strong>As mulheres chefes de fam\u00edlia monoparental com filhos<\/strong><\/p>\n<p>Os arranjos mais vulner\u00e1veis s\u00e3o os da chefia feminina com filhos sem c\u00f4njuge, principalmente porque a renda do trabalho do domic\u00edlio e a renda per capita foram as menores entre os arranjos analisados. No 3\u00ba trimestre de 2022, esse tipo de arranjo somou 11,053 milh\u00f5es de fam\u00edlias, 61,7% chefiadas por negras (equivalente a 6,8 milh\u00f5es) e 38,3%, por n\u00e3o negras (que representavam 4,2 milh\u00f5es).<\/p>\n<p>Entre as fam\u00edlias chefiadas por negras, 43,9% das mulheres estavam fora do mercado de trabalho, quase 3 milh\u00f5es de pessoas, e, entre as lideradas por n\u00e3o negras, a propor\u00e7\u00e3o era semelhante, 44,2%, ou 1,9 milh\u00e3o de mulheres, no 3\u00ba trimestre de 2022. A taxa de desocupa\u00e7\u00e3o das chefes negras foi de 13,0% e das n\u00e3o negras, de 8,8%, repetindo padr\u00e3o do conjunto de mulheres no mercado de trabalho, quer dizer, as negras sempre t\u00eam taxa de desemprego maior. No per\u00edodo analisado, eram 498 mil mulheres chefes negras e 207 mil n\u00e3o negras.<\/p>\n<p>Entre as ocupadas, uma em cada quatro (25,3%) mulheres chefes de fam\u00edlia negras eram empregadas dom\u00e9sticas; 16,6% estavam nos setores de educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade humana e servi\u00e7os sociais; e 15,1% no com\u00e9rcio. Entre as n\u00e3o negras, 22,3% trabalhavam em educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade humana e servi\u00e7os sociais; 17,5%, no com\u00e9rcio; e 15,8%, nos servi\u00e7os dom\u00e9sticos.<\/p>\n<p>A posi\u00e7\u00e3o na ocupa\u00e7\u00e3o comprova a vulnerabilidade dessas chefes de fam\u00edlia. Do total de chefes negras, 20,6% s\u00e3o trabalhadoras dom\u00e9sticas sem carteira; 15,1% trabalhavam sem carteira no setor p\u00fablico ou privado; e 17,6% eram aut\u00f4nomas sem CNPJ. Ou seja, mais da metade dessas mulheres n\u00e3o tem acesso a nenhum benef\u00edcio trabalhista (53,3%). Entre as n\u00e3o negras, essa propor\u00e7\u00e3o era menor: 41,0%. Dessas, 11,9% eram dom\u00e9sticas sem carteira; 8,9% estavam no setor privado sem contrato assinado; 2,8% no setor p\u00fablico tamb\u00e9m sem carteira; e 17,4% eram aut\u00f4nomas sem CNPJ.<\/p>\n<p>Em termos de rendimento, 22,4% das fam\u00edlias monoparentais chefiadas por mulheres n\u00e3o tinham rendimento do trabalho; 25,6% ganhavam at\u00e9 1 sal\u00e1rio m\u00ednimo; e 22,3%, entre 1 e 2 sal\u00e1rios. A propor\u00e7\u00e3o de fam\u00edlias chefiadas por negras que ganhavam 1 sal\u00e1rio m\u00ednimo ou menos foi de 53,7%, enquanto ficou em 38,8% entre as lideradas por n\u00e3o negras, no 3\u00ba trimestre de 2022.<\/p>\n<p>O rendimento m\u00e9dio do trabalho no 3\u00ba trimestre de 2022 ficou em R$ 3.922 paras as fam\u00edlias lideradas por n\u00e3o negras e em R$ 2.468, para as chefes negras. No caso das mulheres que estavam no trabalho dom\u00e9stico (com e sem carteira), os valores foram de R$ 2.144 para as n\u00e3o negras e de R$ 1.720 para as negras. Entre as dom\u00e9sticas sem carteira, as negras ganharam R$ 1.541 e as n\u00e3o negras, R$ 1.883.<\/p>\n<p>De acordo com o Dieese, &#8220;os indicadores mostraram o que se vivencia na pr\u00e1tica: um contingente de mulheres que ganha menos se insere de forma prec\u00e1ria e leva mais tempo em busca de coloca\u00e7\u00e3o no mercado de trabalho&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;Esse quadro&#8221;, prossegue o Dieese, &#8220;faz com seja perpetuada a situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade n\u00e3o s\u00f3 da mulher chefe de fam\u00edlia, mas de todos os familiares, com a transfer\u00eancia de milhares de crian\u00e7as e jovens da escola para o mercado de trabalho, para que contribuam com a renda da fam\u00edlia&#8221;.<\/p>\n<p>Os t\u00e9cnico do Dieese ressaltam que &#8220;os \u00faltimos anos foram de retrocessos no pa\u00eds, devido \u00e0 falta de investimentos e pol\u00edticas capazes de garantir emprego, sa\u00fade e at\u00e9 mesmo a vida das mulheres. O\u00a0caminho para uma sociedade mais justa e com igualdade de g\u00eanero parece ter ficado ainda mais longo. A desigualdade de g\u00eanero no mercado de trabalho reproduz e reafirma esse desequil\u00edbrio j\u00e1 existente em todas as esferas da sociedade, sob a forma do machismo&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;A partir dos pap\u00e9is atribu\u00eddos a homens e mulheres, negros e negros, desenham-se as desigualdades e as rela\u00e7\u00f5es de poder, seja econ\u00f4mico, sexual ou pol\u00edtico. E o caminho para a mudan\u00e7a passa por refazer pactos, refor\u00e7ar pol\u00edticas transversais de igualdade de g\u00eanero, garantir igualdade de oportunidades no mercado de trabalho, reduzir a desigualdade econ\u00f4mica e aumentar o n\u00famero de mulheres em posi\u00e7\u00e3o de lideran\u00e7a, entre outras a\u00e7\u00f5es. \u00c9 preciso que o pa\u00eds cres\u00e7a e gere renda e emprego de qualidade, mas \u00e9 necess\u00e1rio tamb\u00e9m enfrentar as desigualdades de g\u00eanero e ra\u00e7a\/cor e que as mulheres tenham mais voz na sociedade, via negocia\u00e7\u00e3o coletiva e pol\u00edticas p\u00fablicas&#8221;, conclui o Boletim do Dieese.<\/p>\n<p>www.cut.org.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Boletim Especial do Dieese mostra que trabalhadoras nada t\u00eam a comemorar nesse 8 de mar\u00e7o, Dia Internacional da Mulher. 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