{"id":3535,"date":"2018-11-24T00:25:10","date_gmt":"2018-11-24T02:25:10","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/?p=3535"},"modified":"2018-11-24T00:25:10","modified_gmt":"2018-11-24T02:25:10","slug":"16-dias-de-ativismo-a-nao-violencia-contra-a-mulher","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/2018\/11\/24\/16-dias-de-ativismo-a-nao-violencia-contra-a-mulher\/","title":{"rendered":"16 dias de ativismo \u00e0 n\u00e3o viol\u00eancia contra a mulher"},"content":{"rendered":"<p><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-3536 alignright\" src=\"https:\/\/www.sinposba.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/systemuploadsnews0f8c0c2d619d64fc258-700x460xfit-44f85-300x197.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"197\" srcset=\"https:\/\/www.sinposba.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/systemuploadsnews0f8c0c2d619d64fc258-700x460xfit-44f85-300x197.jpg 300w, https:\/\/www.sinposba.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/systemuploadsnews0f8c0c2d619d64fc258-700x460xfit-44f85.jpg 700w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>A cada duas horas, uma mulher \u00e9 assassinada no Brasil v\u00edtima de viol\u00eancia dom\u00e9stica<\/strong><\/p>\n<p>A partir de 1\u00b0 de janeiro de 2019 entramos em outro ciclo da hist\u00f3ria do Brasil. Inaugurado com o impeachment da presidenta Dilma Rousseff em 2016 e confirmado com a elei\u00e7\u00e3o de Jair<\/p>\n<p>Bolsonaro em 2018, este ciclo tende a se aprofundar \u2013 impondo mais perdas de direitos sociais e trabalhistas para a classe trabalhadora e popula\u00e7\u00e3o mais pobre.<\/p>\n<p>A intoler\u00e2ncia que vimos presenciando nos \u00faltimos anos e potencializada no per\u00edodo eleitoral com ataques \u00e0s pessoas que pensam diferente da \u201cnova ordem vigente\u201d tende a aumentar.<\/p>\n<p>N\u00e3o aceitaremos a volta \u00e0 Idade M\u00e9dia em que mulheres, \u201cbruxas\u201d, que questionavam a ordem vigente foram levadas a fogueira. Nossas a\u00e7\u00f5es se dar\u00e3o na RESIST\u00caNCIA contra a ofensiva da retirada de direitos, continuaremos a nos insurgir nas ruas contra a viol\u00eancia que tende a aumentar com a v\u00eania de um governo que ganhou as elei\u00e7\u00f5es com um falso discurso de \u201ccombate \u00e0 corrup\u00e7\u00e3o e a viol\u00eancia.\u201d<\/p>\n<p>A desconstru\u00e7\u00e3o de direitos e a quebra da democracia, com a aprova\u00e7\u00e3o da antirreforma trabalhista, deram in\u00edcio aos planos do empresariado e do capital financeiro &#8211; garantia de maior explora\u00e7\u00e3o da classe trabalhadora sem correr riscos de questionamentos.<\/p>\n<p>O \u201cnovo\u201d governo faz parte deste processo. Ao certo tentar\u00e3o, governo e empres\u00e1rios, aprofundar os retrocessos, impondo sua agenda neoliberal com cortes nos benef\u00edcios, nas pol\u00edticas sociais, sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o, assist\u00eancia, fim da previd\u00eancia social e o acesso a aposentadoria.<\/p>\n<p>Dentro desse contexto, as mulheres s\u00e3o as mais afetadas. Seja pelo desemprego ou subemprego, &#8211; e quando empregada, submetida a trabalhar em locais insalubres mesmo no per\u00edodo de gesta\u00e7\u00e3o e amamenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>UMA MULHER \u00c9 ASSASSINADA A CADA 2 HORAS!<\/strong><\/p>\n<p>A viol\u00eancia contra as mulheres tem atingido patamares alarmantes, ao mesmo tempo em que o governo anula qualquer investimento visando o seu combate. No Brasil, uma mulher \u00e9 assassinada a cada 2 horas pelo fato de ser mulher; 10 estupros coletivos acontecem diariamente, inclusive de meninas de at\u00e9 13 anos de idade.<\/p>\n<p>As pol\u00edticas impostas \u00e0 popula\u00e7\u00e3o trar\u00e3o impactos sem precedentes a curto, m\u00e9dio e longo prazo. Ou seja, as gera\u00e7\u00f5es futuras n\u00e3o contar\u00e3o com a presen\u00e7a do Estado como promotor e garantidor de direitos, em contrapartida receber\u00e3o uma d\u00edvida social sem precedentes. A pergunta \u00e9, quem ser\u00e1 responsabilizado por esta d\u00edvida humana? O capital? O Estado? A sociedade? Ou culpar\u00e3o aqueles e aquelas que foram sacrificados em nome dos altos lucros?<\/p>\n<p>As mulheres t\u00eam se somado ao longo da hist\u00f3ria, a luta do conjunto da classe trabalhadora na defesa dos direitos e neste momento n\u00e3o seria diferente. Somos precursoras nas lutas pelos direitos individuais e coletivos, trabalhistas e sociais.<\/p>\n<p>Somos defensoras dos Direitos Humanos e permaneceremos em Luta. Neste 25 de novembro, Dia Internacional da N\u00e3o Viol\u00eancia Contra a Mulher, n\u00f3s mulheres das Centrais Sindicais reafirmamos nosso compromisso no combate a todas as formas de viol\u00eancia e discrimina\u00e7\u00e3o contra \u00e0s mulheres.<\/p>\n<p><strong>\u201cSE FERE NOSSA EXIST\u00caNCIA, SEREMOS RESIST\u00caNCIA\u201d!!<\/strong><\/p>\n<p><strong>N\u00c3O A REFORMA DA PREVID\u00caNCIA! N\u00c3O A RETIRADA DE DIREITOS! N\u00c3O AO FEMINIC\u00cdDIO,<\/strong><\/p>\n<p><strong>NENHUMA A MENOS!!!<\/strong><\/p>\n<p class=\"dd-m-text dd-m-text--smallest dd-m-alignment--center dd-m-color-assertive\"><strong>Escrito por: F\u00f3rum Nacional de Mulheres Trabalhadoras das Centrais<\/strong><\/p>\n<div class=\"dd-m-image__group__by-whom\"><\/div>\n<div>www.cut.org.br<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A cada duas horas, uma mulher \u00e9 assassinada no Brasil v\u00edtima de viol\u00eancia dom\u00e9stica A partir de 1\u00b0 de janeiro de 2019 entramos em outro ciclo da hist\u00f3ria do Brasil. 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