{"id":35678,"date":"2024-02-26T17:02:41","date_gmt":"2024-02-26T20:02:41","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/?p=35678"},"modified":"2024-02-26T17:02:41","modified_gmt":"2024-02-26T20:02:41","slug":"muito-transmissivel-controle-sobre-a-covid-19-ainda-e-instavel-no-pais-apos-quatro-anos-do-1o-caso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/2024\/02\/26\/muito-transmissivel-controle-sobre-a-covid-19-ainda-e-instavel-no-pais-apos-quatro-anos-do-1o-caso\/","title":{"rendered":"Muito transmiss\u00edvel &#8211; Controle sobre a covid-19 ainda \u00e9 inst\u00e1vel no pa\u00eds ap\u00f3s quatro anos do 1\u00ba caso"},"content":{"rendered":"<p class=\"description\"><strong>Segundo especialistas, doen\u00e7a ainda n\u00e3o foi identificada como sazonal, como ocorre, por exemplo, com a gripe<\/strong><\/p>\n<p>Ap\u00f3s quatro anos do primeiro caso de covid-19 no Brasil, ainda n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel identificar um padr\u00e3o de comportamento na doen\u00e7a. Com a vacina\u00e7\u00e3o, os \u00edndices de cont\u00e1gio e mortes diminu\u00edram drasticamente, bem como a gravidade da doen\u00e7a para a imensa maioria da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ainda assim, a alta taxa de transmissibilidade do v\u00edrus e a imprevisibilidade das muta\u00e7\u00f5es imp\u00f5em \u00e0 situa\u00e7\u00e3o epidemiol\u00f3gica atual uma esp\u00e9cie de \u201cequil\u00edbrio prec\u00e1rio\u201d.<\/p>\n<p>Ant\u00f4nio Augusto Moura da Silva, epidemiologista e professor do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Sa\u00fade Coletiva, da Universidade Federal do Maranh\u00e3o (UFMA), afirma que, \u00e0 medida em que a popula\u00e7\u00e3o ganha imunidade,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/2023\/01\/30\/por-que-a-oms-continua-considerando-a-covid-19-uma-emergencia-global-de-saude\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">uma pandemia pode evoluir para uma \u201cendemia\u201d,<\/a>\u00a0ou seja, quando uma doen\u00e7a \u00e9 recorrente numa regi\u00e3o, mas sem um aumento significativo no n\u00famero de casos e \u00f3bitos.<\/p>\n<p>\u201cA pergunta que surge \u00e9 se j\u00e1 atingimos esse equil\u00edbrio, ou seja, se a situa\u00e7\u00e3o evoluiu para o que chamamos de endemia. Atualmente, \u00e9 dif\u00edcil determinar se esse equil\u00edbrio j\u00e1 foi atingido ou n\u00e3o. N\u00e3o podemos afirmar com certeza. Mas todo estado de equil\u00edbrio para todas as doen\u00e7as infecciosas \u00e9 sempre muito fr\u00e1gil e pode ser rompido por qualquer novidade que surja\u201d, afirma o professor.<\/p>\n<p>O docente afirma que, apesar de o Brasil n\u00e3o ter atingido essa fase, \u201ctudo indica\u201d que o pa\u00eds est\u00e1 \u201ccaminhando nessa dire\u00e7\u00e3o\u201d. \u201cNo entanto, qualquer equil\u00edbrio \u00e9 prec\u00e1rio, especialmente\u00a0<a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/2021\/01\/02\/entenda-o-que-e-e-como-acontece-a-mutacao-do-novo-coronavirus\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">se o v\u00edrus desenvolver uma muta\u00e7\u00e3o mais agressiva<\/a>. Uma muta\u00e7\u00e3o letal \u00e9 uma possibilidade. As muta\u00e7\u00f5es s\u00e3o eventos aleat\u00f3rios, e n\u00e3o podemos prever para que dire\u00e7\u00e3o seguir\u00e3o\u201d, explica.<\/p>\n<p>A an\u00e1lise segue a conclus\u00e3o do professor Titular de Cl\u00ednica M\u00e9dica da Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), Paulo Lotufo, para quem ainda n\u00e3o h\u00e1 uma compreens\u00e3o completa do comportamento da doen\u00e7a.<\/p>\n<p>O professor da USP defende que, ao abordar os picos dos casos de covid-19, \u00e9 \u201cinteressante\u201d compar\u00e1-los aos da influenza. \u201cEnquanto a\u00a0<a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/2022\/01\/24\/covid-19-ou-gripe-cuidados-para-a-prevencao-sao-os-mesmos-diz-fiocruz\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">temporada da influenza segue um padr\u00e3o temporal bem determinado<\/a>, a covid ainda n\u00e3o oferece essa clareza, tornando dif\u00edcil prever como as coisas progredir\u00e3o. A vacina, embora tenha reduzido casos graves e mortes, n\u00e3o nos fornece uma compreens\u00e3o completa dos picos da covid\u201d, afirma.<\/p>\n<p>\u201cA sensa\u00e7\u00e3o atual \u00e9 que, como em outras doen\u00e7as, haver\u00e1 indiv\u00edduos mais vulner\u00e1veis, como aqueles com condi\u00e7\u00f5es cardiovasculares estabelecidas, apresentando maior risco. Essa\u00a0<a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/2022\/01\/05\/entenda-os-riscos-da-coinfeccao-por-gripe-e-covid-e-por-que-voce-nao-deve-usar-o-termo-flurona\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">din\u00e2mica \u00e9 semelhante \u00e0 gripe<\/a>, mas a pandemia continua a revelar peculiaridades que estamos ainda em processo de compreens\u00e3o e registro, dada a complexidade em constante evolu\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p>Nesse sentido, a cont\u00ednua forma\u00e7\u00e3o e registro de dados s\u00e3o cruciais devido \u00e0s transforma\u00e7\u00f5es constantes, contribuindo para uma compreens\u00e3o mais completa e eficiente na gest\u00e3o do sistema de sa\u00fade.<\/p>\n<p>Isaac Schrarstzhaupt, epidemiologista e cientista de dados da Rede An\u00e1lise Covid, tamb\u00e9m concorda que n\u00e3o h\u00e1 um padr\u00e3o de comportamento do v\u00edrus. O pesquisador ainda vai mais longe: n\u00e3o sabe nem se ser\u00e1 poss\u00edvel identificar algum tipo de padr\u00e3o devido \u00e0 alta transmissibilidade do v\u00edrus.<\/p>\n<p>Em suas palavras, o SARS-CoV-2 \u00e9 t\u00e3o transmiss\u00edvel que n\u00e3o depende, por exemplo, das esta\u00e7\u00f5es do ano, como a gripe est\u00e1 ligada ao frio, quando as pessoas se aglomeram mais em lugares fechados. No caso da covid, est\u00e1 mais atrelado ao comportamento das pessoas do que a padr\u00f5es anuais.<\/p>\n<p>Por exemplo, com o arrefecimento das medidas de preven\u00e7\u00e3o, como o uso de m\u00e1scaras faciais de prote\u00e7\u00e3o, h\u00e1 um aumento na taxa de infec\u00e7\u00e3o, independentemente de ser inverno ou ver\u00e3o. Como consequ\u00eancia,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/2021\/12\/21\/gama-delta-e-omicron-entenda-as-diferencas-entre-as-variantes-de-covid-19\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">h\u00e1 mais chances de o v\u00edrus passar por muta\u00e7\u00f5es e quebrar o controle que h\u00e1 hoje sobre a doen\u00e7a<\/a>. \u201cA muta\u00e7\u00e3o \u00e9 uma consequ\u00eancia dessa alta transmiss\u00e3o, porque o v\u00edrus entra no corpo, entra na c\u00e9lula, come\u00e7a a se replicar e ocorre a muta\u00e7\u00e3o. Essa muta\u00e7\u00e3o pode deixar v\u00edrus totalmente in\u00fatil, ou mais esperto. E a\u00ed ele vira uma nova variante predominante.\u201d<\/p>\n<p>\u00c9 principalmente a partir desta explica\u00e7\u00e3o que Schrarstzhaupt n\u00e3o consegue visualizar o estabelecimento de um padr\u00e3o de comportamento da doen\u00e7a. \u201cPara isso acontecer, o v\u00edrus teria que perder esse poder de muta\u00e7\u00e3o e de criar tantas variantes, e a variante predominante que fica teria que ser mais ou menos previs\u00edvel, que nem a influenza. Essa alta taxa de muta\u00e7\u00e3o desse v\u00edrus \u00e9 o que me faz crer que eu n\u00e3o consigo enxergar previsibilidade, pelo menos nem no m\u00e9dio prazo\u201d, afirma o pesquisador de dados.<\/p>\n<p class=\"ckeditor-subtitle\">Vacina\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Soma-se \u00e0\u00a0<a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/2023\/02\/15\/governo-tarcisio-sp-deixa-de-exigir-comprovante-de-vacinacao-contra-a-covid-19\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">caracter\u00edstica de alta transmissibilidade do v\u00edrus<\/a>, a baixa cobertura vacinal, principalmente entre crian\u00e7as. Os pesquisadores refor\u00e7am que a situa\u00e7\u00e3o epidemiol\u00f3gica de hoje \u00e9 expressivamente diferente do cen\u00e1rio anterior \u00e0 vacina. Ainda assim, a ades\u00e3o \u00e0s \u00faltimas doses dos imunizantes est\u00e1 aqu\u00e9m do desejado.<\/p>\n<p>De acordo com o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, desde o in\u00edcio da vacina\u00e7\u00e3o contra a covid-19 no Brasil, em 17 de janeiro de 2021, at\u00e9 6 de fevereiro de 2024, foram aplicadas 517 milh\u00f5es no p\u00fablico em geral, sendo 6,7 milh\u00f5es em crian\u00e7as com menos de cinco anos de idade.<\/p>\n<p>Neste momento, apenas 6% das crian\u00e7as com idade entre seis meses e dois anos e 6,4% das crian\u00e7as de tr\u00eas a quatro anos receberam o esquema completo de vacina\u00e7\u00e3o monovalente \u2013 a cobertura bivalente \u00e9 somente para crian\u00e7as a partir de 12 anos. O percentual est\u00e1 muito\u00a0<a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/2023\/06\/18\/apenas-13-da-populacao-elegivel-tomou-a-vacina-bivalente-contra-a-covid\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">abaixo da meta de 90% de cobertura vacinal.<\/a><\/p>\n<p>\u201cPara reduzir o n\u00famero de casos, a popula\u00e7\u00e3o tem que aderir \u00e0s medidas de prote\u00e7\u00e3o. Mas para reduzir casos graves e \u00f3bitos, \u00e9 somente com vacina\u00e7\u00e3o. Os indicadores mostram que a pandemia n\u00e3o est\u00e1 nem perto da fase emergencial, mas ainda \u00e9 uma coisa s\u00e9ria e ainda \u00e9 o respons\u00e1vel por boa parte dos casos de respirat\u00f3rio graves\u201d,\u00a0<a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/2024\/01\/27\/quem-precisa-tomar-a-vacina-contra-a-covid-19-este-ano\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">principalmente entre crian\u00e7as e idosos<\/a>, afirma o pesquisador de dados.<\/p>\n<p>Em 2024, at\u00e9 a sexta semana epidemiol\u00f3gica (10 a 16 de fevereiro), foram notificados 4.937 casos de S\u00edndrome Respirat\u00f3ria Aguda Grave (SRAG) hospitalizados, com 41% (2.020) casos com identifica\u00e7\u00e3o do v\u00edrus respirat\u00f3rios. Destes, 64% foram em decorr\u00eancia da covid-19. Em rela\u00e7\u00e3o aos \u00f3bitos, no mesmo per\u00edodo, foram notificados 506 \u00f3bitos de SRAG, com 56% (283) de identifica\u00e7\u00e3o de v\u00edrus respirat\u00f3rios. Destes, 91% foram em decorr\u00eancia da covid-19. Os dados s\u00e3o do \u00faltimo Boletim Epidemiol\u00f3gico do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade.<\/p>\n<p>Com os dados da pasta, \u00e9 poss\u00edvel ver que idosos que crian\u00e7as s\u00e3o os mais infectados, a cada 100 mil habitantes. Nos casos de mortes, os idosos lideram.<\/p>\n<p class=\"ckeditor-img-caption\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images01.brasildefato.com.br\/d5e61d6f5c9fc725d3544d35dbee6d88.webp\" \/><br \/>\nIncid\u00eancia e mortalidade de SRAG por covid-19, segundo Semana epidemiol\u00f3gica e faixa et\u00e1ria, no Brasil, em 2024 at\u00e9 a sexta semana epidemiol\u00f3gica \/ Reprodu\u00e7\u00e3o\/Minist\u00e9rio da Sa\u00fade<\/p>\n<p class=\"ckeditor-subtitle\">O que diz o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade?<\/p>\n<p>Ethel Maciel, secretaria de Vigil\u00e2ncia em Sa\u00fade e Ambiente do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade, afirma que a situa\u00e7\u00e3o epidemiol\u00f3gica atual \u00e9 \u201cmuito diferente\u201d de quando a pandemia era considerada uma Emerg\u00eancia de Sa\u00fade P\u00fablica de Import\u00e2ncia Internacional (ESPII) pela Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS). \u201cDepois da vacina\u00e7\u00e3o, houve controle muito importante da doen\u00e7a. Ent\u00e3o n\u00f3s sa\u00edmos de 3 mil pessoas morrendo por dia para chegar a uma m\u00e9dia entre 30 e 50 pessoas por dia\u201d, afirma a secret\u00e1ria.<\/p>\n<p>Neste ano, a dose da vacina contra a covid-19\u00a0<a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/2023\/10\/31\/vacina-contra-covid-entra-no-programa-nacional-de-imunizacoes-e-passa-a-ser-anual-para-grupos-prioritarios\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">passou a fazer parte do Programa Nacional de Imuniza\u00e7\u00f5es (PNI)<\/a>. A prioridade do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade \u00e9 para crian\u00e7as de seis meses a menores de cinco anos e grupos com maior risco de desenvolver formas graves da doen\u00e7a: idosos; imunocomprometidos; gestantes e pu\u00e9rperas; trabalhadores da sa\u00fade; pessoas com comorbidades; ind\u00edgenas, ribeirinhos e quilombolas; pessoas em institui\u00e7\u00f5es de longa perman\u00eancia e trabalhadores; pessoas com defici\u00eancia permanente; pessoas privadas de liberdade; adolescentes e jovens cumprindo medidas socioeducativas; funcion\u00e1rios do sistema de priva\u00e7\u00e3o de liberdade; e pessoas em situa\u00e7\u00e3o de rua.<\/p>\n<p>A secret\u00e1ria refor\u00e7a que &#8220;podem surgir novas variantes. Mas nesse cen\u00e1rio onde a \u00f4micron e suas subvariantes dominam, as nossas vacinas ainda protegem. A nossa preocupa\u00e7\u00e3o recai em quem est\u00e1 adoecendo de forma grave e indo a \u00f3bito, que s\u00e3o crian\u00e7as principalmente menores de dois anos e adultos acima de 70. Ent\u00e3o, esses grupos constituem hoje a nossa grande preocupa\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>\u201cJ\u00e1 tivemos um resultado na redu\u00e7\u00e3o desses \u00f3bitos. Mas \u00e9 que tendo vacina, tendo medicamento, n\u00f3s n\u00e3o queremos que ningu\u00e9m morra. Ent\u00e3o um \u00f3bito j\u00e1 \u00e9 um resultado ruim. Mas n\u00e3o vai ser de um dia para outro que n\u00f3s vamos conseguir eliminar. E nunca a gente consegue. Sempre vamos ter algum resqu\u00edcio. Mas n\u00f3s vamos trabalhar para uma redu\u00e7\u00e3o ainda maior\u201d, afirma Maciel.<\/p>\n<p>www.brasildefato.com.br\/Caroline Oliveira<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Segundo especialistas, doen\u00e7a ainda n\u00e3o foi identificada como sazonal, como ocorre, por exemplo, com a gripe Ap\u00f3s quatro anos do primeiro caso de covid-19 no Brasil, ainda n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel identificar um padr\u00e3o de comportamento na doen\u00e7a. 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