{"id":4143,"date":"2019-01-16T16:55:23","date_gmt":"2019-01-16T18:55:23","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/?p=4143"},"modified":"2019-01-16T17:00:30","modified_gmt":"2019-01-16T19:00:30","slug":"previdencia-centrais-debatem-convocacao-de-greve-geral-contra-reforma","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/2019\/01\/16\/previdencia-centrais-debatem-convocacao-de-greve-geral-contra-reforma\/","title":{"rendered":"Previd\u00eancia: centrais debatem convoca\u00e7\u00e3o de greve geral contra reforma"},"content":{"rendered":"<p>As seis maiores centrais sindicais do pa\u00eds ir\u00e3o se reunir para tratar da Reforma da Previd\u00eancia. A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 unir as entidades para barrar as mudan\u00e7as propostas pelo novo governo. A primeira reuni\u00e3o, que ser\u00e1 chamada de Greve Geral, defende uma paralisa\u00e7\u00e3o geral dos trabalhadores a ser iniciada assim que o governo apresentar sua proposta de reforma da Previd\u00eancia, o que deve acontecer no in\u00edcio de fevereiro.<\/p>\n<p>A proposta de reforma da Previd\u00eancia ainda n\u00e3o foi anunciada pelo governo Bolsonaro, mas deve fixar uma idade m\u00ednima e implantar um sistema de capitaliza\u00e7\u00e3o para novos trabalhadores. H\u00e1 a possibilidade do governo utilizar parte da proposta de Temer, que fixa a idade em 65 anos para os homens e 62 anos para as mulheres.<br \/>\nO presidente da For\u00e7a, Miguel Torres, defende a articula\u00e7\u00e3o de uma grande paralisa\u00e7\u00e3o, que ter\u00e1 inicio assim que o governo apresentar sua proposta de reforma da Previd\u00eancia, o que deve acontecer no in\u00edcio de fevereiro. \u201cExistem fortes ind\u00edcios de que as mudan\u00e7as na Previd\u00eancia ser\u00e3o feitas de forma a poupar determinadas categorias, em especial os militares\u201d, diz Torres.<br \/>\nO sindicalista diz ainda que est\u00e1 claro que ser\u00e1 uma reforma para manter privil\u00e9gios e prejudicar os mais pobres. \u201cN\u00e3o tem condi\u00e7\u00f5es de o trabalhador pagar o pato de novo\u201d. O dirigente sindical questiona a distin\u00e7\u00e3o que vem sendo aventada aos militares. Os sinais, afirma Torres, s\u00e3o de que os integrantes das For\u00e7as Armadas continuar\u00e3o \u201cse aposentando mais cedo e com sal\u00e1rios mais altos\u201d.<\/p>\n<p>Segundo o secret\u00e1rio-geral da For\u00e7a Sindical, Jo\u00e3o Carlos Gon\u00e7alves, o Juruna, a ideia \u00e9 come\u00e7ar uma mobiliza\u00e7\u00e3o com os trabalhadores para que seja poss\u00edvel articular uma grande paralisa\u00e7\u00e3o, caso necess\u00e1ria.<\/p>\n<p>Segundo ele, as centrais devem esperar o presidente encaminhar a proposta de reforma para o Congresso Nacional e a partir disso come\u00e7ar o movimento de paralisa\u00e7\u00f5es.<br \/>\nAl\u00e9m da For\u00e7a, Central \u00danica dos Trabalhadores (CUT), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB). Uni\u00e3o Geral dos Trabalhadores (UGT), Nova Central e Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) devem participar da reuni\u00e3o nesta ter\u00e7a-feira na sede do Departamento Intersindical de Estat\u00edstica e Estudos Socioecon\u00f4micos (Dieese), em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Em 2017, durante a tramita\u00e7\u00e3o da reforma da Previd\u00eancia do ex-presidente Michel Temer na C\u00e2mara, as centrais fizeram ao menos dois grandes atos. Um em abril, com a paralisa\u00e7\u00e3o de transportes, bancos e outras categorias em diversas capitais do pa\u00eds e em maio com a presen\u00e7a de 100 mil trabalhadores, segundo os organizadores, em Bras\u00edlia.<br \/>\n\u201cNo governo do Temer n\u00f3s conseguimos frear a reforma de ir a vota\u00e7\u00e3o com essas paralisa\u00e7\u00f5es. Agora, precisamos de uma articula\u00e7\u00e3o forte para podermos discutir quando a reforma chegar\u201d, afirmou Juruna. O texto de Temer foi aprovado em comiss\u00e3o especial, mas n\u00e3o chegou a ser votado em plen\u00e1rio.<\/p>\n<p>Foto:\u00a0Manifestantes se concentram no Largo da Batata, em S\u00e3o Paulo. Ricardo Stuckert<\/p>\n<p><strong>com informa\u00e7\u00f5es Folha SP e Revista Veja<\/strong><\/p>\n<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"TNuzEbFbRm\"><p><a href=\"http:\/\/frenteparlamentardaprevidencia.org\/\">In\u00edcio<\/a><\/p><\/blockquote>\n<p><iframe loading=\"lazy\" class=\"wp-embedded-content\" sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" style=\"position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);\" src=\"http:\/\/frenteparlamentardaprevidencia.org\/embed\/#?secret=TNuzEbFbRm\" data-secret=\"TNuzEbFbRm\" width=\"600\" height=\"338\" title=\"&#8220;In\u00edcio&#8221; &#8212; Frente Parlamentar da Previd\u00eancia\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\"><\/iframe><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As seis maiores centrais sindicais do pa\u00eds ir\u00e3o se reunir para tratar da Reforma da Previd\u00eancia. 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