{"id":6274,"date":"2019-05-20T16:56:26","date_gmt":"2019-05-20T19:56:26","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/?p=6274"},"modified":"2019-05-20T16:56:26","modified_gmt":"2019-05-20T19:56:26","slug":"nordeste-pos-golpe-registra-as-maiores-taxas-de-desemprego-e-desalento-do-pais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/2019\/05\/20\/nordeste-pos-golpe-registra-as-maiores-taxas-de-desemprego-e-desalento-do-pais\/","title":{"rendered":"Nordeste p\u00f3s-golpe registra as maiores taxas de desemprego e desalento do pa\u00eds"},"content":{"rendered":"<div class=\"dd-m-display dd-m-display--small dd-m-background-energized-light\">\n<div class=\"wrap\">\n<div class=\"row\">\n<div class=\"col-xs-12\">\n<div class=\"row\">\n<div class=\"col-xs-12 col-lg-10 col-md-10 col-lg-offset-1 col-md-offset-1\">\n<p class=\"dd-m-text dd-m-text--big font-MerriWeather\">Dados do IBGE mostram que acabaram os tempos \u00e1ureos dos governos de Lula e Dilma que investiram pesado na Regi\u00e3o, gerando emprego e renda<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"dd-m-share\"><\/div>\n<div class=\"dd-m-display dd-m-display--top-30 dd-m-background-stable\">\n<div class=\"wrap\">\n<div class=\"row\">\n<div class=\"col-xs-12\">\n<div class=\"dd-l-content dd-l-content--medium\">\n<p class=\"dd-m-text dd-m-text--smallest dd-m-alignment--center dd-m-color-assertive\"><strong>Escrito por: Marize Muniz<\/strong><\/p>\n<p>O Nordeste, que nos governos dos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff viveu o auge do desenvolvimento com gera\u00e7\u00e3o de emprego e renda, registra os piores \u00edndices de desemprego, subutiliza\u00e7\u00e3o e desalento depois do golpe de 2016.<\/p>\n<p>Quando Lula assumiu o governo, em 2002, apenas 4,8 milh\u00f5es de trabalhadores e trabalhadoras nordestinos tinham emprego formal. No fim de 2015, eram 8,9 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Entre 2001 e 2012, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios (Pnad Cont\u00ednua), o nordestino teve o maior ganho de renda entre todas as regi\u00f5es do pa\u00eds, o que fez com que a participa\u00e7\u00e3o da base da pir\u00e2mide social ca\u00edsse de 66% para 45% \u2013 ou seja, mais de 20 milh\u00f5es de pessoas deixaram a pobreza, segundo levantamento feito pelo\u00a0<a href=\"http:\/\/crimideia.com.br\/blog\/?p=1739\">blogueiro Maur\u00edcio \u00c2ngelo.\u00a0<\/a><\/p>\n<p>Depois do golpe, o quadro \u00e9 tr\u00e1gico. Os dados da Pnad Cont\u00ednua do primeiro trimestre de 2019, divulgados nesta quinta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), mostram que a situa\u00e7\u00e3o dos nordestinos hoje voltou a ser parecida com a que era antes de Lula assumir a presid\u00eancia da Rep\u00fablica.<\/p>\n<p>A taxa de\u00a0<strong>desemprego<\/strong>\u00a0no pa\u00eds, de 12,7%, atinge 13,4 milh\u00f5es de trabalhadores e trabalhadoras dos 26 estados e do Distrito Federal. Mas, entre os estados com as maiores taxas tem sempre um do Nordeste: na Bahia, a taxa de desemprego atinge 18,3%.<\/p>\n<p>Em compara\u00e7\u00e3o com o restante do pa\u00eds, o Nordeste tamb\u00e9m tem mais trabalhadores\u00a0<strong>desalentados<\/strong>, aqueles que cansaram de procurar emprego depois de muito tentar e n\u00e3o encontrar nenhuma oportunidade. Dos 4,8 milh\u00f5es de desalentados em todo o Brasil no 1\u00ba trimestre de 2019, 1,3 milh\u00e3o s\u00e3o nordestinos \u2013 768 mil s\u00e3o baianos e 561 maranhenses.<\/p>\n<p>Outro recorde negativo do Nordeste depois do golpe \u00e9 o n\u00famero de trabalhadores no setor privado\u00a0<strong>sem carteira assinada<\/strong>. Do total de 11,1 milh\u00f5es de brasileiros sem carteira assinada, 49,5% s\u00e3o do Maranh\u00e3o e 47,8% s\u00e3o do Piau\u00ed, estados que tamb\u00e9m registraram os menores percentuais de trabalhadores com carteira assinada: 50,3% e 25,5%, respectivamente.<\/p>\n<p>No Brasil, 74,7% dos empregados no setor privado\u00a0<strong>tinham carteira de trabalho assinada<\/strong>\u00a0contra 75,5% no mesmo trimestre do ano anterior. As regi\u00f5es Norte (60,9%) e Nordeste (59,0%) tinham os menores percentuais; e a regi\u00e3o Sul (83,9%), o maior.<\/p>\n<p><strong>Por conta pr\u00f3pria<\/strong><\/p>\n<p>No 1\u00ba trimestre de 2019, 91,9 milh\u00f5es de brasileiros estavam ocupados, sendo 67% empregados, 4,8% empregadores, 25,9% trabalhando por conta pr\u00f3pria e 2,4% auxiliando trabalho de familiares.<\/p>\n<p>Nas regi\u00f5es Norte (33,7%) e Nordeste (29,3%), o percentual de pessoas por conta pr\u00f3pria ultrapassou o das demais regi\u00f5es do pa\u00eds: Amazonas (35,5%), Par\u00e1 (35,1%) e Amap\u00e1 (33,8%).<\/p>\n<p>Saiba Mais<\/p>\n<div class=\"dd-more\">\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/www.cut.org.br\/noticias\/na-era-do-desalento-falta-trabalho-para-mais-de-28-milhoes-de-brasileiros-516c\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Na era do desalento, falta trabalho para mais de 28 milh\u00f5es de brasileiros<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<p>Confira\u00a0<strong><a href=\"https:\/\/agenciadenoticias.ibge.gov.br\/agencia-sala-de-imprensa\/2013-agencia-de-noticias\/releases\/24486-pnad-continua-trimestral-desocupacao-cresce-em-14-das-27-ufs-no-1-trimestre-de-2019\">aqui<\/a><\/strong>\u00a0os dados do IBGE.<\/p>\n<p>www.cut.org.br<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dados do IBGE mostram que acabaram os tempos \u00e1ureos dos governos de Lula e Dilma que investiram pesado na Regi\u00e3o, gerando emprego e renda Escrito por: Marize Muniz O Nordeste, que nos governos dos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff viveu o auge do desenvolvimento com gera\u00e7\u00e3o de emprego e renda, registra os piores \u00edndices de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":6275,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[25],"tags":[55,61],"class_list":["post-6274","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","tag-desemprego","tag-desigualdade-social"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6274","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6274"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6274\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6277,"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6274\/revisions\/6277"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6275"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6274"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6274"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6274"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}