{"id":7519,"date":"2019-07-24T16:16:07","date_gmt":"2019-07-24T19:16:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/?p=7519"},"modified":"2019-07-24T16:16:25","modified_gmt":"2019-07-24T19:16:25","slug":"trabalhador-do-interior-ganha-metade-do-que-recebe-o-de-salvador-e-rms","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sinposba.org.br\/index.php\/2019\/07\/24\/trabalhador-do-interior-ganha-metade-do-que-recebe-o-de-salvador-e-rms\/","title":{"rendered":"Trabalhador do interior ganha metade do que recebe o de Salvador e RMS"},"content":{"rendered":"<div class=\"noticias-single__description visible-lg\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-7520 alignleft\" src=\"https:\/\/www.sinposba.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/WhatsApp-Image-2019-07-24-at-14.54.27-168x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"263\" height=\"470\" srcset=\"https:\/\/www.sinposba.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/WhatsApp-Image-2019-07-24-at-14.54.27-168x300.jpeg 168w, https:\/\/www.sinposba.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/WhatsApp-Image-2019-07-24-at-14.54.27.jpeg 898w\" sizes=\"auto, (max-width: 263px) 100vw, 263px\" \/>N\u00fameros est\u00e3o ligados ao alto percentual de informalidade na Bahia<\/strong><\/div>\n<div class=\"noticias-single__content\">\n<div class=\"noticias-single__content__text js-mediator-article\">\n<p class=\"bodytext\">Quase todos os indicadores sobre o mercado de trabalho baiano tiveram resultados desfavor\u00e1veis. No primeiro trimestre de 2019, a maioria dos indicadores era pior do que a m\u00e9dia no interior do estado e ficavam bem inferiores aos verificados em Salvador e na regi\u00e3o metropolitana da capital.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Os dados fazem parte da an\u00e1lise dos microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios Cont\u00ednua (PNADC) do 1\u00ba trimestre de 2019, divulgada nesta quarta-feira (24). Uma das maiores disparidades diz respeito ao percentual de trabalhadores informais, refletindo tamb\u00e9m numa importante diferen\u00e7a de rendimento m\u00e9dio, em preju\u00edzo dos que trabalham no interior. Essa situa\u00e7\u00e3o ocorre tamb\u00e9m na maioria dos estados, com diferen\u00e7as mais marcantes no Norte e Nordeste do pa\u00eds.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Enquanto na Bahia como um todo, metade dos 5,7 milh\u00f5es de trabalhadores eram informais no 1\u00ba trimestre (50,5% da popula\u00e7\u00e3o ocupada eram empregados ou trabalhadores dom\u00e9sticos sem carteira assinada, ou trabalhavam por conta pr\u00f3pria ou como empregadores, mas sem CNPJ nem contribui\u00e7\u00e3o para a Previd\u00eancia oficial), no interior a participa\u00e7\u00e3o chegou a quase seis em cada dez (57,4%). Esse percentual de informais fica bem pr\u00f3ximo ao do Maranh\u00e3o como um todo (57,5%), que \u00e9 o segundo mais alto entre os estados.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Na cidade de Salvador, por outro lado, a informalidade era de 35,4% dos trabalhadores. Na RMS, o \u00edndice foi de 36,5%. Segundo IBGE, a alta informalidade \u00e9 um dos fatores que impactam no fato de que os trabalhadores do interior baiano ganhavam, no 1\u00ba trimestre, o equivalente a 75,8% do rendimento m\u00e9dio da Bahia, que era de R$ 1.527, o terceiro menor do pa\u00eds. No interior, um trabalhador ganhava, em m\u00e9dia o equivalente a 75,8% disso, ou seja R$ 1.157.<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Esse sal\u00e1rio era menos da metade (46,8%) do ganho m\u00e9dio de um trabalhador de Salvador (R$ R$ 2.471) e ficava bem pr\u00f3ximo \u00e0 metade (50,9%) do rendimento m\u00e9dio quando se consideravam, al\u00e9m da capital, os demais munic\u00edpios da Regi\u00e3o Metropolitana (R$ 2.271).<\/p>\n<p class=\"bodytext\"><strong>Popula\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\nAproximadamente sete em cada dez pessoas em idade de trabalhar est\u00e3o no interior da Bahia \u2013 ou seja, 72,4% das pessoas de 14 anos ou mais de idade (8,7 milh\u00f5es, em n\u00fameros absolutos). Somente Salvador representa duas em cada 10 pessoas nesse grupo de idade (20,3% ou 2,4 milh\u00f5es).<\/p>\n<p class=\"bodytext\">Na soma entre a capital e os demais munic\u00edpios da regi\u00e3o metropolitana, chega-se a quase 3 em cada 10 (27,6% da popula\u00e7\u00e3o em idade de trabalhar, ou 3,3 milh\u00f5es de pessoas de 14 anos ou mais de idade).<\/p>\n<p class=\"bodytext\">O problema \u00e9 que, em compara\u00e7\u00e3o com essa distribui\u00e7\u00e3o demogr\u00e1fica, o interior tem menos representatividade tanto entre quem est\u00e1 efetivamente trabalhando (responde por 67,3% da popula\u00e7\u00e3o ocupada na Bahia) quanto entre os que procuram trabalho (com 66,4% da popula\u00e7\u00e3o desocupada).<\/p>\n<p class=\"bodytext\">O interior do estado tem maior participa\u00e7\u00e3o na popula\u00e7\u00e3o fora da for\u00e7a de trabalho, ou seja, que n\u00e3o trabalha nem est\u00e1 procurando. Nesse caso, quase 8 em cada 10 pessoas nessa situa\u00e7\u00e3o (79,8%) moram nas cidades do interior. Por isso, o interior tem tamb\u00e9m uma taxa de desocupa\u00e7\u00e3o (18,1%) ligeiramente menor que a m\u00e9dia da Bahia (18,3%) e da RMS (18,7%).<\/p>\n<p>www.correio24horas.com.br<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00fameros est\u00e3o ligados ao alto percentual de informalidade na Bahia Quase todos os indicadores sobre o mercado de trabalho baiano tiveram resultados desfavor\u00e1veis. 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