
Câmera Record mostra bastidores de serviços que não podem parar durante a pandemia
“Os Essenciais” mostra como os brasileiros adaptaram a rotina durante pandemia do coronavírus
Exibiu a reportagem “Os Essenciais”, mostrando a rotina de pessoas que não pararam de trabalhar durante a pandemia. Mas o que aconteceria se o novo coronavírus congelasse até estas atividades essenciais?
As equipes do Câmera Record mostrou como brasileiros, que realizam estes trabalhos imprescindíveis, adaptaram a rotina para não parar diante das dificuldades impostas pela pandemia.
Kenny Roger trabalha em uma distribuidora de remédios. Ele é encarregado das câmaras frias que armazenam medicamentos em temperaturas de até 27 graus negativos. Agora, elas também estão lotadas com testes da COVID-19. “Não dá para parar, porque nós mandamos os remédios praticamente para São Paulo inteira”, diz.
O agricultor Davi afirma que teve muitas dúvidas sobre como continuar trabalhando. “Eu cheguei a pensar: será que vale o risco? É necessário?”, revela. A resposta foi “sim”, e ele não parou. Segue levando as verduras e legumes que produz para o maior centro atacadista de alimentos da América Latina, o Ceagesp, em São Paulo.
Anderson, empresário responsável por uma distribuidora focada em produtos de limpeza e higiene, aponta: “Abastecer as famílias que não podem sair é um trabalho muito importante. E eu acho bacana que, de certa forma, acaba ajudando o país”.
A médica veterinária Luciene também não interrompeu os atendimentos em um hospital para pets. Ela passou a levar para o trabalho a filha Johana, de 9 anos, que está sem aulas presenciais desde o início da quarentena e não tem com quem ficar. Para Luciene, o período de isolamento social torna o trabalho dela ainda mais importante. “O cão, o gato e outros animais são muito companheiros. Então, quando a gente cuida deles, a gente também cuida da família”, afirma.
Abastecimento de combustíveis envolve trabalhadores que não podem parar durante pandemia

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