Sindicato dos Trabalhadores em Postos de Combustíveis da Bahia
/ segunda-feira, maio 18, 2026
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Abastecimento de combustíveis envolve trabalhadores que não podem parar durante pandemia

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Câmera Record mostra bastidores de serviços que não podem parar durante a pandemia

“Os Essenciais” mostra como os brasileiros adaptaram a rotina durante pandemia do coronavírus

Câmera Record mostra bastidores de serviços que não param durante a pandemia
Flávio, de 54 anos, é frentista há 13. Todos os dias, ele segue para o trabalho de ônibus e trem – uma rotina que não mudou durante a pandemia. Mas ele adicionou os cuidados para não se contaminar e atender os clientes com segurança. “O que eu aprendi é encarar a realidade de frente”, diz.

Exibiu  a reportagem “Os Essenciais”, mostrando a rotina de pessoas que não pararam de trabalhar durante a pandemia. Mas o que aconteceria se o novo coronavírus congelasse até estas atividades essenciais?

As equipes do Câmera Record mostrou como brasileiros, que realizam estes trabalhos imprescindíveis, adaptaram a rotina para não parar diante das dificuldades impostas pela pandemia.

 

Kenny Roger trabalha em uma distribuidora de remédios. Ele é encarregado das câmaras frias que armazenam medicamentos em temperaturas de até 27 graus negativos. Agora, elas também estão lotadas com testes da COVID-19. “Não dá para parar, porque nós mandamos os remédios praticamente para São Paulo inteira”, diz.

Entenda como brasileiros que realizam trabalhos imprescindíveis adaptaram a rotina

Divulgação/Record TV

O agricultor Davi afirma que teve muitas dúvidas sobre como continuar trabalhando. “Eu cheguei a pensar: será que vale o risco? É necessário?”, revela. A resposta foi “sim”, e ele não parou. Segue levando as verduras e legumes que produz para o maior centro atacadista de alimentos da América Latina, o Ceagesp, em São Paulo.

Anderson, empresário responsável por uma distribuidora focada em produtos de limpeza e higiene, aponta: “Abastecer as famílias que não podem sair é um trabalho muito importante. E eu acho bacana que, de certa forma, acaba ajudando o país”.

Veterinária conta que leva a filha ao trabalho para não interromper os atendimentos

Divulgação/Record TV

A médica veterinária Luciene também não interrompeu os atendimentos em um hospital para pets. Ela passou a levar para o trabalho a filha Johana, de 9 anos, que está sem aulas presenciais desde o início da quarentena e não tem com quem ficar. Para Luciene, o período de isolamento social torna o trabalho dela ainda mais importante. “O cão, o gato e outros animais são muito companheiros. Então, quando a gente cuida deles, a gente também cuida da família”, afirma.

Abastecimento de combustíveis envolve trabalhadores que não podem parar durante pandemia

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