
As operadoras de planos de saúde e administradoras de benefícios lucraram R$ 5,6 bilhões no primeiro semestre de 2024. O resultado positivo, no entanto, não é revertido aos usuários que pagam mensalidades absurdas por serviços cada vez mais precários.
Para se ter ideia, em 2021 o gasto por pessoa no país com bens e serviços de saúde chegou a R$ 2.387,50 (em valores da época). O valor foi superior à despesa per capita destinada pelo governo, de R$ 1.703,60, aponta o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
O brasileiro precisa mesmo ter muito “jogo de cintura” para pagar essa conta. Outra pesquisa, do PoderData, feita a pedido da Associação Nacional de Hospitais Privados, revela que 73% dos usuários dos convênios gastam, pelo menos, 30% da renda mensal para despesas de saúde.
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